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sábado, 22 de dezembro de 2012

exposição de vieira da silva

Artista portuguesa Vieira da Silva expõe obras inéditas no MAM - RJ

Imagem 1/7: Maria Martins 10015, "O Impossível", 1945. A artista plástica portuguesa Maria Helena Vieira da Silva acaba de ganhar sua primeira mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em cartaz de 18 de dezembro a 17 de fevereiro de 2013. São 51 obras inéditas ou pouco vistas no Brasil, produzidos entre 1934 e 1986. A exposição está em cartaz na Av. Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, de terça a sexta, das 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 12h às 19h. A entrada é R$ 12 (inteira) e R$ 6 (estudantes e maiores de 60 anos). Mais informações no telefone  (21) 2240 4944Divulgação
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domingo, 16 de dezembro de 2012

SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA DE PORTUGAL

DIÁLOGOS LUSÓFONOS


SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA de PORTUGAL

secretario de estado da cultura

Secretário de Estado

Jorge Barreto Xavier
O que deve fazer:
A responsabilidade de dirigir a política cultural do Estado cabe ao Secretário de Estado Jorge Barreto Xavier, diretamente dependente do Primeiro-Ministro, que tomou posse a 26 de Outubro de 2012, após a saída do seu antecessor. Na Orgânica do Estado, a Cultura integra-se na Presidência do Conselho de Ministros.
Para a Cultura, o Programa do Governo definiu seis objetivos:
Reavaliar o papel do Estado na vida cultural, de modo a reorganizar e simplificar as estruturas da Estado na área cultural do ponto de vista do interesse público;
Valorizar o papel da cultura, da criação artística e da participação dos cidadãos enquanto factores de criação de riqueza, de qualificação frente às exigências contemporâneas e da melhoria da qualidade de vida dos portugueses;
Salvaguardar o património material e imaterial;
Promover a educação artística e para a cultura em todos os setores da sociedade, em coordenação com entidades públicas e privadas; Salvaguardar o património material e imaterial;
Libertar o potencial das indústrias criativas e apoiar a implementação do negócio digital e das soluções de licenciamento que permitam equilibrar a necessidade de acesso à cultura com o reforço dos direitos dos criadores;
Apoiar, libertar e incentivar a criação artística, nas suas mais diversas áreas, tendo em conta que o Estado não é um produtor de cultura.
A cultura é um fator de coesão e de identidade nacional, competindo ao Estado apoiar, estimular, promover a criação artística e favorecer o acesso dos cidadãos à cultura. Partindo das premissas que o Estado não controla a vida cultural e que a cultura não é o somatório de setores organizados consoante os interesses dos seus agentes, o Governo definiu medidas para áreas específicas da competência do Estado e vê o sector privado como um parceiro fundamental e estratégico no apoio às artes.
No âmbito da defesa da língua, está previsto um reforço orçamental específico para o livro. A Rede Nacional de Bibliotecas será completada até final da legislatura e será sistematizado o programa de tradução de literatura portuguesa no estrangeiro, com o objetivo de alargá-lo a todos os países da União Europeia. Está previsto o apoio à digitalização de fontes e de conteúdos de natureza literária.
No que respeita à arte, será fomentada a criação de dispositivos de internacionalização e o alargamento de mercados do sector artístico.
A preocupação com os públicos é uma exigência ética que norteará a política cultural, sendo assumido que os apoios concedidos terão em conta os resultados de bilheteira e a recetividade da audiência. A educação para a cultura - a educação para as diferentes artes - como disciplina obrigatória é fundamental para a criação de públicos culturais.
A manutenção responsável do património (material e imaterial) e a valorização dos museus e monumentos nacionais, a promover com as Autarquias, as escolas e a sociedade civil, passa por otimizar os recursos existentes, valorizando a conservação, a investigação e a interação com o público.
O apoio institucional à criação de outras soluções de financiamento a projectos artísticos e culturais, através da ligação do setor criativo e cultural com parceiros institucionais e privados, é fundamental no reconhecimento total do valor económico do setor criativo e cultural, constituindo o trabalho dos criadores um fator fundamental para definição da identidade contemporânea de Portugal.
http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/primeiro-ministro/secretario-de-estado-da-cultura.aspx

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SUBCULTURAS LUSÓFONAS

Ricardo Pereira: "Novelas da Globo continuam a ter grande peso para os portugueses"

O jovem ator português protagoniza, com a brasileira Fernanda Souza, a peça "Um sonho pra dois". Em entrevista ao Portugal Digital, Ricardo Pereira revela os próximos passos dessa produção teatral e deixa dicas a quem quer fazer carreira na representação.
Brasília - O ator português Ricardo Pereira participa há vários anos em novelas brasileiras. Nos dias 27 e 28 sobe ao palco em Brasília com a peça de teatro "Um sonho pra dois", em que contracena com a brasileira Fernanda Souza. O galã luso falou ao Portugal Digital das suas expectativas e deixa algumas dicas para quem agora procura trabalho no Brasil.
Pretende levar a peça que vai apresentar neste final de semana em Brasília a outros palcos?
Pretendemos, sim. Agora mesmo estamos com o projecto em Portugal. A peça vai estar em Lisboa de dia 8 de novembro a dia 22 de dezembro e no ano que vem estaremos fazendo temporada no Rio e em São Paulo.
É possível um ator crescer profissionalmente no Brasil fora dos estúdios de televisão?
Claro que sim, o teatro e o cinema são um espaço fundamental para o crescimento de um ator.
Considera que ainda há mercado para as telenovelas brasileiras em Portugal, tendo em atenção o crescimento da produção portuguesa, nomeadamente a da TVI?
Claro que sim. Mas há as novelas muito boas da SIC também, com co-produção da Globo, que têem feito o maior dos sucessos, que foram até nomeadas para melhor novela nos Emmy. E as novelas da Globo continuam a ter um grande peso para os portugueses.
Os atores portugueses têm possibilidade de sucesso no Brasil? Há alguma "receita" baseada no desempenho artístico, na qualidade profissional, ou o fator "sorte" é determinante?
Tudo na vida exige trabalho, tanto nos atores portugueses como em todos os atores que trabalham pelo mundo, acho que nada na vida se faz sem muita persistência e vontade de vencer...
Que experiências, que ensinamentos, os atores portugueses podem tirar da produção brasileira?
Todos nós podemos aprender uns com os outros, é sempre bom [ter] essas trocas culturais, portanto acho que todos nós ganhamos com trocas de experiências e mistura de profissionais dos mais variados países.
O sotaque português é uma barreira muito difícil ao desempenho de um ator?
Não, acho que o ator se deve dedicar para aprender uma língua. Eu tive a ajuda de uma fonodióloga e me entreguei para aperfeiçoar ao máximo, mas acho que também depende das aptidões que cada pessoa tem para falar línguas... Eu, por exemplo, falo inglês, francês e espanhol e me dediquei a aprender.
O que recomendaria a um jovem artista português que pretenda emigrar para o Brasil? E a um jovem brasileiro que queira voar para os palcos portugueses?
Que vão com a vida definida já de um país para o outro, tanto os portugueses que querem vir para o Brasil como vice-versa. Com a pouca oferta de trabalho em Portugal e com muita gente já aqui no Brasil, não é facil e tem de se trabalhar muito.

francisco josé viegas abandona secretaria da cultura

Secretário de Estado da Cultura de Portugal abandona o Governo

Francisco José Viegas invocou motivos de saúde para pedir a demissão do Executivo de Pedro Passos Coelho, que ainda não revelou quem será o seu substituto.
Lisboa - O secretário de Estado da Cultura de Portugal, Francisco José Viegas, apresentou a sua demissão. O titular da pasta da Cultura no Governo vai cessar funções por "razões graves de saúde", segundo fonte do gabinete do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.
Francisco José Viegas tem 50 anos. O escritor entrou para o Governo depois de ter sido eleito deputado pelo PSD nas eleições legislativas de junho de 2011. Viegas ficou então como secretário de Estado da Cultura, uma pasta que não teve direito a Ministério.
O governante foi internado num hospital no Porto no passado dia 15 com uma indisposição súbita, tendo também a sua editora, a Porto Editora, adiado o lançamento do mais recente romance do escritor, "O coleccionador de erva".
Francisco José Viegas será o segundo secretário de Estado a abandonar o Governo, depois de em março deste ano Henrique Gomes ter deixado o cargo de secretário de Estado da Energia, embora nesse caso os motivos tenham estado relacionados com divergências com outros elementos do Governo quanto à sua actuação.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Portobello, a Feria del Rastro e a Feira da Ladra.


O Portobello, a Feria del Rastro e a Feira da Ladra..

Há razoes para temer os poderes totalitários e  terroristas quando se descende de uma família judaica...

Revivi, revivemos, eu a minha irmã e o meu cunhado, esse temor com uma breve apresentação do documentário de Alain Resnais  Nuit et Brouillard que vi no Santa Sofia, em Madrid, numa exposição denominada  La guerra há terminado ? Arte en un mundo dividido (1945-1968)...

9 000 000 de mortos ... E um genocídio que Resnais retoma nesse documentário que nos leva sempre a imaginar... E se...?

A barbárie no Poder.

Barbárie que começa, sempre, com algo como uma aparente exigência, autoritariamente imposta, de um qualquer tipo de rigor, sempre a recair sobre as comunidades e que continua por caminhos sempre desconhecidos e sempre inumanos.

Mas por ora vivi somente esta memória...

Vista na imponente imperial capital que é Madrid!

Que diferentes impérios, nascidos ambos de uma mesma Península, a Ibérica, o Português e o Espanhol ...

E que seguiram um caminho, de expansão marítima, que, estranhamente,  o continental império chinês, recusou...

Depois, nesta Madrid, a agitação cultural com a ARCO, ArtMadrid, a JustMad e mais duas outras Feiras de Arte, todas com uma enorme presença e mesmo participação, de Pessoas, espanholas  e não espanholas.

Porque em Espanha, visivelmente, há muito mais que somente a Crise, ou, se quiserem, combatem a Crise também com a Cultura.

Caso espantoso, impossível dirão mesmo alguns…

Algo que o meu cunhado Manuel Rodrigues Vaz, jornalista e critico de Arte e a minha Irmã, Helena Justino, pintora, me ensinaram a relevar, com verdadeiras lições que desafiaram a minha ignorante visão, já não sobre a Arte como Negócio, mas sobre a Arte da Pintura em si, nestes tempos hodiernos, onde tudo parece já descoberto.

Eis porque com ela, a Pintura, a Espanha se mostra  dinâmica também, apresentando ao Mundo, numa única capital, o maior número de pintores de renome e de quadros " por metro quadrado"...

Daí vermos a Feria del Rastro, (a Feira da Ladra daqui),  distendidamente pejada de gente...em passeio feito antes de uma fenomenal manifestação, neste domingo, das Comissiones Obreras e da UGT espanhola, contra o espanhol e direitista pacote laboral !

( Que pena a UGT portuguesa ter cedido, nao a uma negociação que poderia ter sido positiva, mas àquele findar negocial! Porque, em Espanha, ninguém se nega à negociação, nem, à luta claro ).

Porque se a Cultura se encontra nos museus, nestas Feiras de Arte onde estive,  está, aqui em Madrid, também na rua, nesta Feira da Ladra madrilhena,  que se espalha pelas imperiais  ruas desta capital.

Como, claro nas suas praças onde se vive a luta...

Madrid, achando-se europeia, lá se vai mostrando também norte africana, num islamismo bem contido por uma igreja que, por aqui também, tentou criar o seu teocratico império, tal qual o português,  espalhado por este planeta (que, ao inicio, ainda dizia ser plano, achatado, tal prato de onde se podia cair para os horrores infernais do terrível e desconhecido infinito).

E não se teme por ser assim, diversa, e por isso latina!

E eis porque lá nos distinguimos nesta latina cultura, de tanto expansionismo feito, hoje dominados que estamos pela nórdica e neo liberal  barbárie...

Por aqui, por erradas, ou não, católicas razoes, já assumimos que os feriados e as pontes resultam de bênçãos de Deus, que não nos olha como escravos do trabalho pelo que não nos escondemos nos períodos de não trabalho, ( de improdutividade), e que pelos nortes  os nevões e as tempestades impõem, e justificam a pecaminosa preguiça, tão aparentemente “maldita”,  lá pelos ditos avançados nortes ...

Assim, por aqui ninguém recusa que também se trabalha, filosoficamente entendida nesta comercial via informal, quando  sentados num passeio por cima de um pano,  onde se mostram antiguidades, descobertas sabe-se lá como e onde, a preços em nada racionalizados, mas que alimentam muitas buchas..

Feiras que,  note-se, não existem somente nesta preguiçosa e improdutiva latinidade, pois o Portobello Road, entre outras, de ladroagem também feita,  lá está para  acentuar o como a preguiça, a informalidade, a improdutividade, a não industrialidade e a não pós industrialidade neo liberal,  lá se espalha por todos estes seres humanos que todos somos!

Verdade se diga que a Feira da Ladra começou como da Lada, isto é da Margem, curioso nome, tão próximo da informal economia que na hoje da Ladra se vive!

800 anos depois?

Da Ladra, que envergonha alguns dos que poderosos se chamam e que, por isso,  pressionam pelo findar de dois atos semanais de Empreendedorismo popular, ( e marginal ), pois  que só entendem o Empreendedorismo de fato e gravata feito,  de academismos apadrinhados, de manuais de gestão confirmados!

Da Ladra que à viva força querem normalizar com certificações e cartões de identificação de feirantes, retirando da mesma os que lá iam pelo gozo de estar entre feirantes visitantes e peças estranhas ou não !

Sentados no chão ou em pano solto.

Da Ladra descrita por Fernando Pessoa, poeta que Só parece merecer ser entendido se cantar o V Império, mas que não pode ser entendido  quando se encanta com a informalidade da Feira da Ladra.

Esta Feira da Ladra de turistas também feita, ( um negócio enfim e um negócio em muito cultural…), e que mereceria outra atenção para além do preenchimento de papeladas, para alem das multas aos automóveis que ficam impossibilitados de estacionarem, porque os com poder fecham espaços com potencial para receber nesses dias pelo menos os veiculos dos que trabalham nas organizações aqui sediadas,  para além dos incómodos que parecem originar aos impacientes e importantes vizinhos!

Na verdade, a sensação que dá é que a importância das Feiras da informalidade se relaciona significativamente com o grau de empenho cultural nas e das comunidades, pois o empenho cultural parece gerar distensão face ao informal, para não dizer interesse no informal.

Para não dizer Negócio no Informal!

Verdade seja dita que esta tendência para impor o desaparecimento da Feira da Ladra acompanha, bem, o desaparecimento dos seus vizinhos, dos bairros da Margem, como Alfama com o seu Fado de vadias e vadios a par de marqueses, condes e republicanos radicais, batendo-se, com a poesia e a canção, cada grupo com os seus valores próprios, animadamente defendidos nas prolongadas noites à Margem.

Tudo bem mantido enquanto Património Imaterial, institucionalizado, mas não amado apaixonadamente!

( ... O que não quer dizer que não me tenha entusiasmado com a vitoria que foi ver o Fado a Património Imaterial Mundial...)!

Porque não foi o acaso que transportou para a Margem de Alfama esta Feira à Margem que é também Feira da Ladra!

E certamente por isso o poeta do V Império a relatou sem pudor, com amor.




Joffre Justino
(Director Pedagógico)


E-mail :  jjustino@epar.pt

sábado, 18 de junho de 2011

PELA MERITOCRACIA E CONTRA A CUNHA

OS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA DESDE HÁ MUITO QUE PUGNAM PELA SOCIEDADE DA MERITOCRACIA E NÃO POR ESTE DEBOCHE PORTUGUÊS DE DAR TACHOS A TODOS OS AMIGOS E FAMILIARES DE GOVERNANTES E EX-GOVERNANTES
NÓS LUTAMOS PELA CULTURA E PELO SABER EM DEFESA DA LÍNGUA DE TODOS NÓS MAS PORTUGAL - CADA VEZ MAIS - É SÓ UM PAÍS PARA ALGUNS...
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Impressiona a leitura do artigo do Correio da Manhã sobre a quantidade de políticos, ex-políticos, filhos e parentes que estão hoje alojados  nos quadros da PT - Portugal Telecom.
E faz ainda mais impressão pensar que a amostra é apenas resultado de uma investigação superficial; mais se aprofundasse, e muito mais se encontraria.
E o pior é se nos lembrarmos que esta não é a única bolsa de empregos da nomenklatura do regime; fosse feitoo mesmo exercício na CGD e noutras prateleiras douradas, e o resultado seria estarrecedor.
  Não obstante esta relativização, veja-se o que o jornal encontrou na breve busca.
 
Fazem parte dos QUADROS da PT os filhos/as de
Teixeira dos Santos,
António Guterres,
Jorge Sampaio,
Marcelo Rebelo de Sousa,
Edite Estrela,
Jorge Jardim Gonçalves e Otelo Saraiva de Carvalho;
o irmão de Pedro Santana Lopes;
estão também nos quadros da empresa, ou da subsidiária TMN,
João de Deus Pinheiro, Briosa e Gala, Jaime Gama, José Lamego,
Luis Todo Bom, Álvaro Amaro, Manuel Frexes e Isabel Damasceno.

Para efeitos de "pareceres jurídicos" a PT recorre habitualmente aos serviços de Freitas do Amaral, Vasco Vieira de Almeida e Galvão Telles.
Assim não há lugar para os colegas da faculdade destes meninos, terminaram os cursos com média superior e muitos estão ou aguardar primeiro emprego, ou no desemprego, ou a trabalhar numa área diferente da da sua licenciatura.
 
É ou não uma PERFEITA DEMONSTRAÇÃO DA SOCIEDADE DO CUNHACIMENTO ?