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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

casa de cultura angola - brasil


ANGOLA

Casa de Cultura Angola - Brasil realiza café literário nesta quarta

"Habilidade da literatura infantil" é o tema do próximo café literário. Nesta edição, a convidada é a escritora brasileira Yeda de Oliveira, que abrirá o debate sobre literatura infantil.
Luanda - A Casa de Cultura Brasil-Angola, em Luanda, recebe nesta quarta-feira (19) mais um evento que visa estreitar o conhecimento cultural mútuo.
"Habilidade da literatura infantil" é o tema do café literário. Nesta edição,  a convidada é a escritora brasileira Yeda de Oliveira, que abrirá o debate sobre literatura infantil.
Yeda de Oliveira desenvolveu no seu doutorado na Universidade de São Paulo (USP) uma pesquisa sobre o assunto, que foi publicada em livro com o título "o contrato da comunicação da literatura infantil e juvenil".

terça-feira, 17 de abril de 2012

Biblioteca Nacional brasileira divulga temática africana


Portugal Digital - Brasil/PortugalPortugal Digital - Brasil/Portugal
13/04/2012 - 11:00

Biblioteca Nacional brasileira divulga temática africana

presidente da FBN, jornalista e escritor Galeno Amorim, ressaltou a importância de se divulgar a história e a cultura da África, continente de onde veio grande parte da população brasileira.
Da Redação. com agência

Rio de Janeiro - Divulgar a cultura africana por meio de livros específicos sobre o assunto é um dos objetivos do projeto de Pontos de Leitura Temáticos: Ancestralidade Africana no Brasil, lançado na noite de ontem (12), pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN).

De início serão dez pontos de Leitura espalhados pelas cinco regiões do país, em capitais ou municípios do interior. Cada local terá 1,2 mil livros, sendo a metade referente às temáticas ligadas à matriz africana. Nos pontos haverá também o registro das histórias orais e a produção de material bibliográfico para propiciar a troca de informações entre as comunidades.

O presidente da FBN, jornalista e escritor Galeno Amorim, ressaltou a importância de se divulgar a história e a cultura da África, continente de onde veio grande parte da população brasileira, mas que até hoje ainda é pouco estudado no sistema de ensino oficial.

“É preciso sempre lembrar que o Estado brasileiro tem uma dívida histórica muito grande com o povo negro. O Brasil tem que fazer políticas afirmativas e procurar formas de resgatar essa dívida. É no campo da cultura que se enfrenta o racismo e se cria novas formas de buscar maior integração da sociedade. E os livros têm papel preponderante nesse processo”, disse.

O projeto é coordenado pela FBN, com a participação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e da Secretaria da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura.

Amorim explicou que os pontos de leitura são menos institucionais que as bibliotecas e podem ser instalados de maneira mais informal em locais representativos para a comunidade, desde associações até centros culturais ou religiosos. Após a implantação dos pontos de matriz africana, haverá a continuidade do projeto, mas direcionado às comunidades indígenas.

Durante a solenidade, na Biblioteca Nacional, também houve o lançamento do livro Contos e Crônicas do Mestre Tolomi, escrito por Paulo Cesar Pereira de Oliveira, trazendo uma narrativa sobre a tradição Yorubá, que veio para o Brasil com os escravos da região onde hoje é a Nigéria e continua disseminada no país, seja por meio da culinária, da cultura ou do idioma.

“Nós temos uma lei [federal], a 10.639 [de 2003], que obriga o ensino da história da África e dos afro-descendentes na escola. E esse livro visa justamente a contribuir com isso. São cinco contos localizados dentro da tradição Yorubá, na Nigéria, e também um minidicionário Yorubá-Português. Nós temos a lei, mas ela não está sendo aplicada. Então esse livro vem como contribuição à aplicação da lei”, destacou. As informações são da Agência Brasil.

Angolana Ana Paula Tavares critica pouco intercâmbio literário entre países africanos


Angolana Ana Paula Tavares critica pouco intercâmbio literário entre países africanos

"Há barreiras de todo o tipo que dificultam a divulgação da produção literária dos vários países africanos não só para outros continentes, mas entre nós mesmos, africanos".
Da Redação, com Agência Brasil

Brasília - Convidada a participar do seminário A Literatura Africana Contemporânea, que integra a programação da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília, a poetisa e historiadora angolana Ana Paula Tavares considera que governos e instituições privadas devem assumir um papel mais ativo na divulgação da literatura africana, sobretudo a produzida em países de língua portuguesa.

Ana Paula admitiu que, devido à má divulgação da produção contemporânea, os próprios escritores africanos têm dificuldades para falar sobre o que é feito em outros países além dos seus.

Segundo a poetisa, a falta de conhecimento de outras "línguas imperialistas" - conforme ela se refere aos idiomas impostos aos povos africanos a partir do século dezenove, quando o continente foi dividido entre as potências europeias - e questões de ordem econômica impedem que mais autores sejam traduzidos, o que dificulta a troca de informações.

"Há barreiras de todo o tipo que dificultam a divulgação da produção literária dos vários países africanos não só para outros continentes, mas entre nós mesmos, africanos. Há barreiras linguísticas, problemas ligados à atividade editorial e aodinheiro, ao sistema capitalista", afirmou Ana Paula.

Ela ainda cobrou ações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para estimular a circulação de livros de autores do idioma entre os países que compõem o grupo.

"Em Angola, por exemplo, não conhecemos a produção de Moçambique, de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe e dos demais. E o mesmo acontece com eles. Conhecemos os grandes nomes, mas não os mais jovens e os movimentos literários que estão surgindo", comentou a poetisa.

Segundo ela, durante muito tempo, os escritores angolanos foram mais influenciados por autores brasileiros do que pelos de países vizinhos.

Apesar das ressalvas, Ana Paula comemorou por autores angolanos – como, por exemplo, José Eduardo Agualusa, Pepetela e Mendes de Carvalho – terem conquistado mais reconhecimento no exterior, nos últimos anos, principalmente no Brasil.

A poetisa afirmou que são os poetas angolanos que, nas últimas três décadas, têm sido mais ousados na experimentação de novas possibilidades de temáticas e linguísticas. Segundo ela, essa experimentação está intrinsecamente ligada ao processo de independência do país, proclamada em 1975.

"Há um antes e um depois dos anos 80 do século passado para a literatura angolana. Essa ruptura é mais clara na poesia, nas escolhas feitas pelos poetas, do que nos romances. Embora haja muitos bons novos romancistas, os que continuaram a surpreender após esse período são os nomes já consagrados desde a década de 1960, ainda durante o período colonial", disse Ana Paula.

Autora de Ritos de Passagem (1985), O Lago da Lua (1999) e Dizes-me Coisas Amargas Como os Frutos (2001), Ana Paula nasceu em 1952, na província de Huila, "uma região pastoreira". Durante o seminário, em que dividiu a mesa com o cabo-verdiano Germano Almeida, contou ter sido criada por uma madrinha branca que a obrigava a só falar em português, por não considerar educado que "uma menina que foi a escola e usava garfo e faca" falasse qualquer um dos dialetos locais.

"Ainda hoje ouço aquelas vozes maravilhosas das mulheres falando numa língua que eu não entendia, mas que até hoje busco resgatar na minha poesia. Hoje, tento fugir dos estereótipos e falar das mulheres angolanas reais. Se possível, trazendo suas vozes para minha obra, porque desde sempre eu percebi que era diferente da grande maioria das mulheres angolanas pelo simples fato de ter conseguido ir à escola".

sexta-feira, 13 de abril de 2012

ANGOLA E REFUGIADOS

in diálogos lusófonos




--- On Fri, 4/13/12, Refugees United Brasil :
Quatro milhões de angolanos reassentados
Posted: 12 Apr 2012 09:15 AM PDT
Fonte: O País
Por José Kaliengue

Em 2010, milhares de angolanos, falou-se de cinquenta mil, foram expulsos da República Democrática do Congo.
Poucos meses depois este drama desapareceu das notícias, tudo porque Angola tinha ganho experiência suficiente em processos do gênero.
Em 2002 o número de deslocados de guerra em Angola passava dos 4 milhões. Em 2005 fechou-se o processo de reassentamento. Nessa altura 87 por cento do total dos deslocados, ou seja, mais de 3.700.000 cidadãos, tinham sido colocados nas zonas de origem ou noutras de sua preferência.
Os restantes, na ordem de 13%, não tendo motivação para regressarem às zonas de origem, preferiram ser reassentados nas cidades e vilas que haviam acolhido. Esta informação foi avançada pelo ministro da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua, que referiu igualmente a atenção que o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, prestou a todo o processo.
Foram estabelecidas normais legais que ordeiramente serviram de suporte para o transporte; cedência de hectares de terra para a retomada das atividades agrícolas (uma vez que 80% dos deslocados eram de incidência rural); atribuição de cestas básicas para 6 meses, por família; encaminhamento das crianças para as escolas; mobilização das comunidades para a sua participação na construção, reabilitação ou recuperação de infraestruturas básicas como postos e centros de saúde e pontos de captação de água potável; atribuição de ferramentas e instrumentos de trabalho, para além de sementes e fertilizantes; encaminhamento das famílias aos serviços de justiça para a renovação dos seus registos ou assentos de nascimento, uma vez que tinham perdido tudo. Dez anos depois, recorda o ministro, a realidade daquela situação parece esquecida, o que é muito bom, pois assim se vê que o governo cumpriu o seu papel e a normalidade se instalou.
Quando quisemos saber sobre os refugiados em países terceiros, João Baptista Kussumua mostrou um quadro com semelhanças ao dos deslocados internos: “500 mil pessoas, com estatuto de refugiadas, no Congo Brazaville, na República Democrática do Congo, Zâmbia, Namíbia, Botswana e África do Sul foram repatriadas para Angola e integradas nas nossas comunidades.
Internamente, as normas legais que sustentaram os programas de reassentamento dos deslocados são, de alguma maneira, aplicáveis para o processo de reintegração dos nossos compatriotas que regressam à pátria”.
Mas tudo isso teve um custo, que o ministro prefere não quantificar, avançando antes que “o investimento do Executivo no esforço de reassentamento é incalculável.
Trata-se de tarefas executadas em simultâneo, com rosto multissetorial e multidisciplinar, sendo que as pessoas reassentadas beneficiaram de tudo quanto os dividendos da paz proporcionaram, com a execução dos programas e projetos, dentro dos níveis e limites de um país que saiu da guerra.
Quebrar a dependência
Em cerca de três anos, Angola “libertou-se” dos programas de ajuda alimentar das Nações Unidas.
Também neste aspecto o ministro respondeu com serenidade: “Situações de emergência, causadas pelo homem ou pela reação previsível ou imprevisível da natureza, que coloquem vidas em risco por falta de acesso aos alimentos são os fatores decisivos para que um país receba assistência alimentar da comunidade internacional”. No caso de Angola, continuou o ministro, o país recebeu enormes quantidades de alimentos da comunidade internacional, durante o período de emergência, maioritariamente por via do Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas. Mas terminada a guerra em 2002 e a situação de emergência humanitária, a assistência alimentar ao país foi diminuindo gradualmente, em função da melhoria da vida das populações e do aumento da produção nacional, culminando com a saída do PAM, em 2005, por já não se justificar a sua presença em Angola.
Era necessário quebrar o sentimento de dependência prolongada.
Também as doações diminuíram
Pode-se dizer que Angola teve, sempre, boas relações com os grandes doadores mundiais. Prova disso foi que, no auge do período de emergência, em plena guerra, o país chegou a receber perto de 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões) de dólares norte-americanos por ano, em doações constituídas, maioritariamente, em alimentos e medicamentos. As doações, com a exceção das resultantes de acordos bilaterais entre países, estão intimamente ligadas às atividades das Organizações Não Governamentais internacionais (ONG).
São estas que serviram e servem, ainda, como intermediárias entre os doadores e o país recebedor.
Assiste-se hoje à diminuição drástica das doações para Angola, apesar da necessidade premente de recursos para a reconstrução e desenvolvimento do nosso País.
Ex-militares foram prioridade
No âmbito da reintegração dos ex-militares foi prestada a necessária atenção para que esses valentes cidadãos angolanos, que em defesa da pátria deram o melhor de si, pudessem ser apoiados com o providenciamento de inputs diversos para a atividade agrícola e pecuária; com a formação e reabilitação profissional; encaminhamento para o acesso ao micro-crédito e ao emprego. Estas ações, consubstanciadas em programas e projetos do Executivo, resultaram na reintegração de 120 mil ex-militares, tendo beneficiado indiretamente 600 mil dependentes.

Filed under: Notícias







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sábado, 25 de fevereiro de 2012

brasil investe em angola

in diálogos lusófonos

Com ratificação ou sem ratificação do AO , por parte de Angola e Moçambique, vai acontecendo muita coisa na África de Língua Portuguesa. Sejamos mais pragmáticos..........

E o que é o Pragmatismo? Constitui uma escola de filosofia, com origens nos Estados Unidos da América, caraterizada pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a ação humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana. Este paradigma filosófico caracteriza-se, pois, pela ênfase dada às consequências -utilidade e sentido prático – como componentes vitais da verdade.

E educação se faz com livros !

Missão brasileira visita Angola para discutir direito à educação

Visitas fazem parte de programa de cooperação em educação entre países lusófonos africanos. No dia 2/3, haverá coletiva de imprensa com veículos locais, no escritório da Open Society Angola (OSISA-Angola), em Luanda
Brasil, 24 de fevereiro de 2012
A Campanha Brasileira pelo Direito à Educação estará, a partir de 26 de fevereiro, em missão a Angola, dando continuidade à série de visitas aos países africanos de língua portuguesa, que vêm sendo realizadas desde outubro de 2011. Em Angola, a Rede EPT (Rede Angolana da Sociedade Civil para a Educação para Todos) é a organização anfitriã da missão.
A visita faz parte do PCSS- Lusófonos (Programa de Cooperação Sul-Sul com Países Lusófonos), iniciativa da Campanha Brasileira em parceria com a OSF (Open Society Foundations).  O objetivo do Programa é fortalecer a atuação da sociedade civil organizada na incidência política pela garantia do direito à educação nos países envolvidos. Participam Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
Como parte da programação acontecerá uma série de reuniões com diversos atores da área de educação de Angola, entre eles o Ministério da Educação, parlamentares, organizações da sociedade civil, embaixadas de diversos países e instituições públicas de ensino. (Veja aqui a programação completa)
Destaques da programação – Na segunda-feira 27/2, as organizações se reunirão com a Embaixada do Brasil em Angola e também com o Ministro da Educação, Pinda Simão. No segundo dia, terça-feira 28/2, cerca de 30 ativistas de todas as províncias angolanas irão se reunir para discutir os desafios da educação no país. Na quarta-feira 29/2, acontece uma reunião com os deputados da 6ª Comissão Parlamentar de Educação e encontro com a Unesco.
Coletiva de Imprensa – No último dia, sexta-feira 2/3, haverá coletiva de imprensa com a mídia local, no escritório da Open Society Angola(OSISA-Angola), para apresentar um balanço da missão.
Quem compõe a missão – Em Angola, a Campanha Brasileira será representada por uma de suas dirigentes, Margarida Maria Marques e também pelo coordenador geral, Daniel Cara e a coordenadora executiva, Iracema Nascimento.
Margarida Marques é graduada em Comunicação Social, com especialização em arte e educação. Atualmente, é coordenadora do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ceará, nordeste brasileiro, organização que desenvolve projetos em educação, orçamento público e direito à participação de crianças e adolescentes. Daniel Cara é mestre em Ciência Política e membro titular do Fórum Nacional de Educação do Brasil. Iracema Nascimento é mestre em Ciência da Comunicação. A delegação é formada também por Trine Petersen, coordenadora de programas da OSF.
Serviço
Coletiva de Imprensa
Data: sexta-feira, 02/03
Horário: 9h às 11h
Local: Sala de reuniões do escritório da Open Society Angola (OSISA-Angola), Rua Saurnino de Sousa, Vila Alice, Luanda, Angola.

Atendimento à Imprensa
No Brasil – Campanha Nacional pelo Direito à Educação – Brasil
Jéssica Moreira – Comunicação
Telefone/fax: +5511 3159-1243
Telemóvil: +5511 8793-7711

Em Angola – Rede EPT/Angola – Rede Angolana da Sociedade Civil para a Educação para Todos
Vitor Barbosa – Presidente do Comitê Diretivo da Rede EPT/Angola
Email: barbosa@netangola.com
Telefone: +244912519981

Carlos Cambuta – Secretário Geral da Rede EPT/Angola
E-mail: carlos.cambuta@adra-angola.org
Celular: +244912317374
Publicado em Uncategorized

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Angola quer estreitar cooperação com Universidade do Estado da Bahia


BRASIL

Angola quer estreitar cooperação com Universidade do Estado da Bahia

Autoridades angolanas pretendem que estudantes se especializem nos cursos de engenharia agronómica, construção civil, petroquímica e engenharia ambiental.
Da Redação, com agência
 
Brasília - O embaixador de Angola no Brasil, Nelson Cosme, solicitou à direcção da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) para que estudantes angolanos se especializem nos seus cursos de Engenharia Agronómica, Construção civil, Petroquímica e Engenharia Ambiental, informa a Angop.

A solicitação do diplomata angolano foi feita sexta-feira durante visita de uma delegação angolana à Universidade do Estado da Bahia, em Salvador.

Acompanhado do vice-ministro angolano da Cultura, Cornélio Caley, e de diplomatas da missão angolana, o embaixador Nelson Cosme dialogou com o reitor Lourisvaldo da Silva e a vice-reitora, Adriana Marmori da UNEB com quem abordou a possibilidade de estudantes angolanos frequentarem aquele estabelecimento de ensino.

Foi igualmente abordada a questão da visita a Angola, a partir da próxima semana, de uma delegação da UNEB.

Em Angola, a delegação da UNEB vai trabalhar com as entidades académicas da Universidade Kimpa Vipa no Uíge e com a Direcção da Universidade Agostinho Neto sobre Cursos de Pós-Graduação, bem como vai participar da Feira Educangola.

Além dos mais de cento e quarenta cursos de graduação e 15 de pós graduação, a UNEB desenvolve cursos de Extensão Universitária em Programas Sociais em 417 municípios do Estado da Bahia.