Mostrar mensagens com a etiqueta boletim FLE. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta boletim FLE. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

BOLETIM fle 25FEV2013




LOGO GPEC 2012.jpg
Educação a Distância
Formação e Aperfeiçoamento

Pouco a pouco...transformando a educação!
Associada a ABED
(Associação Brasileira de Educação a Distância)


Introdução as Artes Visuais
Pequena História da Arte
100 horas
Formação Continuada a Distância

Autora e Professora:  Nancy Rabello
Valor R$ 120,00
Promoção Gpec Forma = R$ 90,00
PRORROGADA
Inscrições Abertas

Para conhecer o conteúdo completo deste curso e/ou  realizar a sua inscrição se quiser – clique no link abaixo:


Descrição
A escola e a educação formal  tem muitos objetivos a serem atingidos durante a permanência de crianças e jovens nas salas de aula, cabe, portanto  a cada escola , a cada diretor,  e coordenador , criar estratégias para que o conhecimento possa atingir os objetivos propostos por cada estabelecimento de ensino.

Trazer a arte como  um aliado, para desenvolver diferentes conteúdos, estará dando aos nossos alunos, um novo modo de aprender, possivelmente mais prazeroso, menos denso, mas não menos aprofundado , isso significa trazer para o aluno , um novo olhar e dar lhes novas maneiras de trabalhar com diferentes conteúdos , no seu percurso acadêmico.


Objetivos

- Apresentar a história da arte no mundo e no Brasil;

- Gerar possibilidades dos professores utilizarem a arte como parte integrante nas suas atividades curriculares;

- Dar subsídios teóricos sobre os conteúdos teóricos da arte na educação.

Público
Pedagogos, psicopedagogos, professores, educadores, coordenadores pedagógicos, diretores de escolas, pais, estudantes de pedagogia e licenciaturas, estagiários na área de educação, , terapeutas ocupacionais, arteterapeutas, arte-educadores, psicólogos, estudantes de psicologia  e  demais profissionais interessados em aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto. 

Temas abordados

- Conceituação dos termos Arte
- Educação, Arte na educação
- Criatividade
- Comentários dos PCNs da Arte
- Importância da arte no contexto histórico
- A importância da história da arte no contexto educacional
- Incentivando o ser criativo
- Pequena história da arte: Inter-relação entre os movimentos artísticos e seus representantes.

·       Arte rupestre
·       Arte indígena
·       Arte egípcia
·       Arte grega
·       Arte na idade media
·       Renascença
·       Barroco
·       Neo classicismo
·       Romantismo
·       Realismo
·       Impressionismo
·       Expressionismo
·       Surrealismo No Brasil
·       Arte europeia no Brasil
·       Influencia portuguesa
·       Influencia holandesa
·       Barroco
·       Neo classicismo
·       Romantismo
·       Realismo
·       Impressionismo
·       Expressionismo
·       Surrealismo
Possibilidades entre os conteúdos curriculares e as artes visuais.

Autoria - Coordenação e Tutoria
Autora e Professora Nancy Rabello de Barros Trindade


FORMAÇÃO ACADÊMICA

Superior 1971 a 1975 - Pontifícia Universidade Católica – Pedagogia / Deficientes em Áudio Comunicação

ESPECIALIZAÇÃO

Pós-graduação 1981 a 1983- Instituto Sedes Sapientiae - Psicopedagogia Clínica 
Pós-graduação – 2003 a 2004 - Faculdade Mozarteum de São Paulo - Arte Terapia
Mestrado – 2006 /2008  Universidade Presbiteriana MackenzieEducação, arte e História da Cultura






__._,_.___


Suas configurações de e-mail: E-mail individual |Tradicional
Alterar configurações via web (Requer Yahoo! ID)
Alterar configurações via e-mail: Alterar recebimento para lista diária de mensagens | Alterar para completo
Visite seu grupo | Termos de Uso do Yahoo! Grupos | Descadastrado

__,_._,___

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

boletim fle fev2013


logo_fle_1pequeno

Todos conhecemos e compreendemos as repercussões que a educação tem em todos os sectores da vida Nacional. É na escola que se adquirem os conhecimentos e as ferramentas que permitem pensar o País e é nela que residem as principais potencialidades ao nível da criação de uma nova geração de Portugueses que seja capaz de assumir uma postura de inovação e de progresso e de, dessa maneira, responder com assertividade aos desafios que o Mundo actual nos está a trazer. Por isso, a reforma do nosso sistema educativo, incluindo a liberdade como um dos pilares fundamentais da cidadania, é um passo dado em direcção ao futuro de Portugal.

Entregar às famílias o poder de escolherem livremente a escola que consideram mais adequada às características, sonhos e anseios dos seus filhos e às escolas a autonomia suficiente para poderem gerir os seus recursos de maneira a aproximarem as suas práticas educativas das reais necessidades dos seus alunos e das comunidades que as rodeiam, é uma revolução com repercussões abissais e que garante a Portugal uma nova geração assente num novo paradigma Nacional.


liberdade

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

EDUCAÇÃO OS CICLOS DA LIBERDADE

logo_fle_1pequeno

A história mostra-nos que o desenvolvimento, o progresso e o crescimento sustentado estão dependentes de ciclos de prosperidade e de retracção que vão marcando o dia-a-dia das comunidades. A história da educação, por seu turno, explica-nos que os ciclos de pujança e de melhor qualidade de vida, surgem sempre associados a modelos educativos que são os mais adequados aos interesses, expectativas e necessidades de um determinado País num determinado momento.

Em Portugal a situação não é diferente. Para alcançarmos os níveis de progresso, desenvolvimento e qualidade pelos quais todos ansiamos, precisamos de uma escola viva, significante, crítica e com capacidade para espelhar os anseios, os projectos e a vontade dos Portugueses. Mas para que isso aconteça, ela terá de assumir os pressupostos da liberdade como base de todo o sistema.

Só uma escola livre e empreendedora garante uma cidadania activa. E só com um modelo assente na liberdade de educação, poderemos recriar os alicerces de um novo Portugal, verdadeiramente democrático e livre, no qual os alunos, as famílias, os professores e a sociedade reencontrem o caminho do progresso e do desenvolvimento.

Reveja AQUI a intervenção do Presidente do FLE e encontre AQUI toda a informação sobre a Liberdade de Educação em Portugal
lapis

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem
 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

boletim FLE jan2013

logo_fle_1pequeno

Na Dinamarca a escolha da escola foi consagrada em 1915. Os pais têm o direito de escolher a escola dos filhos, independentemente de esta ser propriedade do Estado, das comunidades locais ou privada.

Mas a Dinamarca fez ainda mais... com base nos excelentes resultados alcançados nos relatórios PISA, redefiniu em 2010 um conjunto de metas ambiciosas para atingir até 2020: a par da clarificação dos objectivos a alcançar por cada escola e de incentivar uma maior transparência na apresentação dos resultados, foram ainda reforçados os instrumentos que incrementam a autonomia e a responsabilidade das escolas.

Na Dinamarca os resultados estão à vista. Em Portugal, continuamos a funcionar com base num sistema educativo decalcado da lógica instituída pelo Estado Novo, quando o Mundo era outro e o nosso País era diferente. Liberdade? Nem pensar nisso!...

O que se será que falta para que se perceba que a liberdade de educação é um motor essencial para a qualidade das nossas escolas, para o progresso sustentado do nosso País e para o fomento da cidadania?

graph_school_test_scores
FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem
 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

boletim fle 22 jan 2013

logo_fle_1pequeno

Um dos mitos que envolve a educação, toldando a capacidade de pensar racionalmente o sistema e impedindo a mudança de que tanto precisamos, prende-se com o investimento público.

De facto, os mais recentes estudos sobre esta matéria comprovam que Portugal faz parte do grupo de países que mais investe na educação... mas que também faz parte do clube restrito dos que alcançam piores resultados com esse grande investimento.

Mas existem bons exemplos mesmo aqui ao lado. A Holanda, através de uma alteração profunda do seu sistema educativo que passou pela introdução dos princípios da liberdade, está hoje nas antípodas de Portugal e faz parte do grupo de países que alcança bons resultados gastando pouco em educação.

Para que tal fosse possível, desenvolveu o conceito de Serviço Público de Educação, assegurando que, em liberdade, o financiamento segue o aluno nas suas escolhas...

Os resultados são públicos. Será que há quem não os queira ver?

Leia AQUI o artigo de Henrique Raposo no Jornal Expresso e veja AQUI a intervenção do Presidente do FLE,
Fernando Adão da Fonseca, sobre a nossa proposta para um Serviço Público de Educação em Portugal.
escolaportugal


FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem
 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

boletim fle jan2013

logo_fle_1pequeno

Sabendo de antemão que da qualificação das novas gerações depende o futuro de Portugal, e que para isso precisamos de uma escola de grande qualidade que coloque o aluno como fulcro e objectivo de todo o sistema, continuamos a assistir a discussões acesas e muitos emotivas sobre a nossa escola que se centram quase exclusivamente nas questões relacionadas com a gestão corrente e com a redução de custos.

O Estado, que desempenha simultaneamente o papel de proprietário e gestor das escolas, é o mesmo que determina conteúdos curriculares, horários e metodologias agindo como árbitro e jogador de um jogo no qual os principais interessados, os alunos e as suas famílias, têm muito pouco a dizer...

No mais recente relatório do FMI sobre Portugal, que tanta discussão tem gerado no nosso País, existe um capítulo sobre a educação. Diz-se ali que o financiamento deve seguir o aluno nas escolhas que este faz; mencionam-se as vantagens da gestão privada das escolas públicas; propõe-se um aprofundamento da estrutura de colocação de professores que torne dinâmico e significante todo o processo; defende-se a autonomia das escolas... em suma, mostra-se que o caminho tem de ser o da Liberdade de Educação.

Será que ainda não se percebeu que o caminho é este?

Clique AQUI para ler o relatório do FMI sobre a Educação em Portugal e reveja no Canal FLE as últimas intervenções sobre o futuro da nossa escola.



canalfle


FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

boletin FLE 8jan2013

logo_fle_1pequeno

Não faltando bons exemplos de países que foram capazes de reformar a sua escola e de a adequar aos tempos em que actualmente vivemos, o caso da Suécia é paradigmático assumindo-se como uma excelente lição da qual Portugal pode (e deve) retirar pistas, informações e orientações que ajudem a assumir a liberdade de educação como o grande alicerce do seu edifício educativo.

Partindo de uma situação muito semelhante à nossa, a Suécia respondeu à crise económica gravíssima pela qual passou durante a década de 90 do Século passado efectuando uma profunda reformulação da gestão da coisa pública. Assentando na descentralização, na responsabilização e na escolha, a escola Sueca ganhou dinamismo e uma enorme abertura à inovação e à criatividade.

Os resultados estão à vista e estão acessíveis no site do FLE para quem os quiser conhecer! Reveja AQUI a intervenção de Francisco Vieira e Sousa no Canal FLE sobre a reforma educativa na Suécia e perceba que Portugal não tem tempo a perder...


sweden



FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

boletim FLE dez 2012


logo_fle_1pequeno

Mesmo sabendo que sem liberdade de aprender e de ensinar não existe verdadeiramente educação, existem muitos inimigos da liberdade que utilizam argumentos falaciosos com os quais tentam condicionar o futuro da escola em Portugal.

Geralmente, aproveitando-se de alguma falta de informação sobre a realidade educativa internacional, sugerem que a introdução da liberdade como alicerce principal da escola em Portugal, é uma experiência inovadora e de consequências imprevisíveis...

Mas isso não é verdade. Ao longo dos últimos anos, o Fórum para a Liberdade de Educação tem vindo a recolher e tratar informação sobre várias reformas educativas, assentes nos valores da liberdade, que têm sido implementadas em vários Países do Mundo e que, ao contrário dos que eles dizem, têm mostrado índices de sucesso que ultrapassam todas as melhores expectativas.

Porque Portugal precisa de um novo paradigma educativo; porque os Portugueses têm o direito de escolher livremente o futuro dos seus filhos; porque é importante que se saiba que é possível reformar e que outros já o fizeram com bons resultados; e porque disso depende o próprio futuro de Portugal; o FLE deixa-lhe aqui a ligação para os dossiers que preparámos com toda a informação sobre as reformas educativas de sucesso, e também as explicações de Francisco Vieira e Sousa sobre a reforma Sueca, Neo-Zelandesa e da Flórida.


school




FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

BOLETIM FLE

logo_fle_1pequeno

O Estado que hoje temos não coloca o aluno no cerne do processo educativo nem o assume como o centro das suas preocupações. Gerindo uma escola que é incompatível com a capacidade que queremos fomentar de inovação e de adaptação permanentes aos desafios que o Mundo vai trazendo, persiste em colocar as escolas, ou sejam, os fornecedores do serviço de educação, e não as crianças, que são os receptores dessa educação, no centro das suas preocupações e estratégias políticas.

O Estado está, por isso, mais ocupado com os fornecedores do serviço de educação do que com os beneficiários desse serviço... isto, ainda para mais, agravado com o facto de em muitos aspectos esse mesmo Estado se confundir com esses seus fornecedores.
Neste momento, ao intervir dessa maneira, o Estado é uma espécie de juiz em causa própria, determinando de forma muito assertiva tudo aquilo que deve ser o acto educativo, e simultaneamente fornecendo-o e relegando para um segundo plano os interesses educativos reais dos Portugueses.

É basicamente por isso, porque está ocupado a gerir-se a si próprio em todo o sistema, que o Estado não tem tempo, disponibilidade nem o afastamento suficiente para se preocupar verdadeiramente com a oferta de ensino de qualidade às crianças e aos jovens Portugueses.



trierschool



FLE - Fórum para a Liberdade de Educação

O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

terça-feira, 27 de novembro de 2012

boletim fle

logo_fle_1pequeno


Educar em democracia não é mesmo que educar para a democracia. Apesar disso, ambas as práticas são interdependentes e exigem um conjunto de pilares, dos quais fazem parte o rigor, a transparência, a seriedade e a informação, de forma a que a cidadania consciente se possa concretizar e, com base nela, os cidadãos possam efectuar as suas escolhas, participando de forma plena no futuro do seu País.

Ora na educação não é isto que existe. Temos um Estado que assume simultaneamente os papéis de juiz e de réu, funcionando como gestor das escolas, fornecedor de serviços e catalizador de todo o sistema. Aos cidadãos, não só aos alunos e às suas famílias, como também aos que dirigem as escolas e aos professores, está vedada a liberdade de poderem escolher...

Como infelizmente se sabe, ainda não existe liberdade nas escolas Portuguesas e isso, conforme se vê, impede o exercício da cidadania e, por extensão, impede a concretização de uma democracia plena. Clique AQUI e reveja o filme "Um Sistema Educativo Livre" no Canal FLE.


Diário de Educação
clique para conhecer todas as novidades do sector da educação

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação
O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

terça-feira, 20 de novembro de 2012

boletim fle 20 nov 2012

logo_fle_1pequeno

Mais de 38 anos depois de a Liberdade ter sido instaurada em Portugal, e depois de discussões sem fim sobre a sua aplicabilidade às mais diversas áreas e sectores da vida Nacional, quase parece absurdo pensar que essa mesma Liberdade ainda não chegou à educação e às nossas escolas... Mas o certo é que ainda não chegou.

Mercê de um centralismo antiquado, que desvirtua a realidade educativa e constrange a autonomia do sector, as nossas escolas estão impedidas de gerir livremente os seus recursos, de recriar as suas equipas, de repensar as estratégias pedagógicas mais adequadas aos seus alunos e, enfim, de se adaptarem de forma livre às necessidades efectivas de mudança, pragmatismo e progresso de que Portugal tanto necessita.

Uma escola autónoma é uma escola que alcança uma maior qualidade, sendo que essa qualidade é medida pelo valor acrescentado que o seu plano educativo trás para as suas crianças e pela sua efectiva evolução em termos de aprendizagens.

Educação em Liberdade e pela Liberdade, assente na responsabilidade acrescida que dela depende, é o único caminho que garante a Portugal um desenvolvimento sustentado e significante. Conheça aqui a relação entre "Autonomia & Liberdade" e aqui as implicações da "Autonomia nas Escolas".

Diário de Educação
clique para conhecer todas as novidades do sector da educação

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação
O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

terça-feira, 6 de novembro de 2012

medir a qualidade das escolas


logo_fle_1pequeno


Na Holanda, o sistema de Serviço Público de Educação é fornecido maioriatariamente por escolas com gestão privada. O financiamento público é efectuado em função da qualidade da escola, o que exige desde há longa data uma cultura de transparência e de acessibilidade de informação simples que permite uma análise sistemática, abrangente dando relevância a outros dados sobre o que a escola acrescenta, o seu papel social, ao lado dos "frios" resultados dos exames Nacionais.

A Holanda foi um dos países pioneiros na introdução de um mapa educativo com todas as escolas em que, com um clique, os pais, professores e cidadãos podem consultar na internet as fichas de cada escola e fazer a sua análise conjugada com as restantes escolas integrantes do Serviço Público de Educação na Holanda. Destas fichas constam, nomeadamente, as seguintes informações:

- Composição curricular, método pedagógico, projeto educativo da escola, sistema de avaliação dos alunos, bem como a forma de recrutamento e método de avaliação de professores; Composição e origem sócio-económica da população escolar; Resultados da escolas em termos absolutos, evolução dos resultados ao longo dos vários anos, taxa de retenção e métodos de integração de alunos com dificuldade, bem como as metas pretendidas e fixadas para os próximos anos; Custo por aluno atribuído pelo Estado em função da população sócio-económica da escola, a localização do seu projecto educativo e as necessidades especificas dos alunos.

Ao lado destas fichas de escola, foram acrescentadas outras análises dos pais, dos alunos, auto-avaliações das escolas, avaliações externas com o valor acrescentado que possibilitam uma análise mais enriquecida e que, afirmam os diretores de escola Holandeses, têm sido fundamentais para a contribuição da melhoria de diálogo e de maior aproximação da escola com as comunidades e na arquitectura de soluções para a resolução de problemas da comunidade dos seus alunos.

Porque são cada vez em maior número os países que abrem os seus Serviços Públicos de Educação a novos fornecedores de ensino, a quem se exige um maior rigor na utilização do financiamento público, o sistema de prestação de contas Holandês, Dinamarques e do Reino Unido  foram agora objeto de uma análise da OCDE. É caso para afirmar que estes três países com Liberdade de Educação são referência nos sistemas de mediação de qualidade educativa e que a escolha da escola pelos alunos está a funcionar como uma alavanca para uma cultura positiva da avaliação .

Em Portugal é importante confiarmos que a prestação de contas pode ser um estimulo à confiança e ao aperfeiçoamento dos serviço publico de educação como sugere o Presidente do Tribunal de Contas. Várias escolas Estatais já dispõem nos seus sites de informação muito relevante como o caso da Escola Eça de Queiroz uma escola com Contrato de Autonomia que pode servir de apoio a outras escolas e como ponto de partida para a construção de um mapa com as fichas da rede escolar Nacional.

Diário de Educação
clique para conhecer todas as novidades do sector da educação

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação
O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem


Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

boletim FLE


logo_fle_1pequeno

COMUNICADO: O CUSTO POR ALUNO

Foi com grande expectativa que o FLE - Fórum para a Liberdade de Educação recebeu o relatório do Tribunal de Contas sobre o "Apuramento do Custo Médio por Aluno" nas escolas Portuguesas. Embora incidindo num único ano lectivo, de 2009/2010, esclarecendo ainda o Tribunal de Contas que o valor apurado não considera diversas rubricas, tais como (i) as despesas de investimento (nomeadamente as da Parque Escolar E.P.E e outras despesas em infra-estruturas), (ii) as despesas do MEC imputáveis à administração, manutenção e gestão das escolas estatais (nomeadamente, com a contratação, gestão, avaliação e formação dos professores) e (iii) algumas despesas das Autarquias Locais, os cálculos apresentados permitem-nos perceber que existem muitas e diversificadas alternativas ao modelo actual em vigência que, sem acréscimo de custos para o Estado, permitirão reformar de forma significativa e determinante o sistema educativo Português.

Os inimigos da liberdade de escolha na educação acenam frequentemente com o fantasma do custo para o Estado das escolas privadas. O facto deste relatório evidenciar que este custo é superior nas escolas estatais deve afastar definitivamente os argumentos que pretendem que o Estado diferencie as escolas em função de quem é o seu dono em vez de só e apenas em função da qualidade do seu ensino e da preferência que os pais têm entre elas. A principal utilidade que o relatório traz é a de mostrar que um melhor serviço prestado às crianças e jovens portugueses não pode ter a ver com a questão da propriedade da escola ser privada ou estatal, mas sim com a qualidade da mesma.

Com um sistema educativo assente nos princípios da liberdade de educação, entendida como a liberdade de escolha da escola e de criação de escolas, o aluno passa a ser a única razão de ser de tudo o que tem a ver com a educação, com as escolas a existirem para os alunos e não os alunos para as escolas. Um sistema educativo livre, em que o Estado é apenas regulador e garante da qualidade das escolas, permitirá a Portugal oferecer à próxima geração uma escola, seja ela do Estado ou privada, que usufrui da autonomia necessária, sendo por ela responsabilizada, para adaptar o seu currículo, os seus programas, a sua organização pedagógicas e as suas dinâmicas internas às principais características, anseios e necessidades dos seus alunos.

Assim, teremos uma escola que promove a inovação, o empreendedorismo e a cidadania, representando um passo em frente na consolidação da nossa identidade e da democracia em que vivemos. Sem custar ao Estado mais recursos, a liberdade de educação fomenta ainda a escolha livre e responsável, definindo um novo paradigma de progresso pelo qual todos ansiamos.

Centrar a análise deste relatório na questão dos custos, aproveitando-os para fomentar a discórdia e o divisionismo, é impedir Portugal de aproveitar a oportunidade para assumir a liberdade de educação como o destino de excelência ao qual todos desejamos chegar.

Lisboa, 29 de Outubro de 2012

O Presidente do FLE

Fernando Adão da Fonseca

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi

terça-feira, 16 de outubro de 2012

BOLETIM FLE

logo_fle_1pequeno

Dado que a maioria dos países anunciam cortes na educação, a OCDE analisou a relação entre a despesa em educação e a qualidade educativa e concluiu que a qualidade dos resultados não depende da riqueza do País nem da quantidade de recursos financeiros que são alocados a esta área.

No estudo "Does Money Buy Strong Performance in PISA?" a OCDE mostra que a qualidade em educação está directamente relacionada com a medição de resultados do sistema de ensino e que os Países com maior qualidade educativa são aqueles que definem uma estratégia e, de forma eficiente, vão ponderando os seus resultados.

É este o principal motivo que faz com que alguns países com despesas em educação inferiores por vezes mesmo à média da OCDE, consigam excelentes resultados. Eles centram-se na eficiência dos recursos e reorientam o financiamento público de forma a garantir que todas as crianças tenham sucesso na escola.

Em Portugal, é sempre com grande apreensão que assistimos à redução do investimento do Estado na educação. No entanto, sabemos bem que o sistema existente é um grande consumidor de recursos financeiros e que, por outro lado, não temos acesso aos dados e às informações que nos permitiriam perceber a relação existente entre a despesa pública e a efectiva melhoria das aprendizagens nas nossas escolas...

Com este estudo da OCDE, percebemos que, apesar de termos um menor investimento por aluno, podemos ambicionar entrar no grupo de Países que são mais eficientes e que, com menos recursos, atingem excelentes resultados educativos!

Basta analisar com algum cuidado os casos da Polónia e da Nova Zelândia, que o FLE já estudou (ver AQUI) e que, apresentando um valor de despesa inferior ao de Portugal, conseguiram empreender reformas que resultaram em melhorias substanciais no combate às dificuldades de escolarização e ao insucesso, sobretudo junto das camadas populacionais mais vulneráveis e desfavorecidas.

Fazer "Melhor com Menos" requer uma nova postura de planeamento e de estratégia política, assente na independência e no rigor na gestão do dinheiro público, de forma a garantir que ele é canalizado para os projectos que inquestionavelmente apresentam uma melhor garantia de qualidade no combate ao insucesso e ao abandono escolar.

Determinar o custo da educação por aluno e fixá-lo segundo critérios de equidade, apresentando contas ao contribuinte de maneira a recriar um verdadeiro Serviço Público de Educação centrado nas necessidades dos alunos e apostando num incremento da qualidade, são o primeiro passo a ser dado numa aposta que terá de passar por uma aproximação da escola à comunidade local, num esforço de inovação, transparência e prestação de contas que requalifique a nossa educação.

Esta é uma exigência que cabe a cada um de nós...

P.S. - Nota de enquadramento: Importa referir que de acordo com os dados da OCDE, em percentagem do PIB, e só em despesa por instituições públicas, Portugal está na média da OCDE, embora, a despesa pública por aluno seja menor do que a média OCDE em 2010. Trata-se de um dado que deverá ser correctamente analisado considerando que dele não consta a despesa de uma panóplia de instituições, nomeadamente, Parque Escolar, Fundação "Magalhaes", Fundos Comunitários, Autarquias Locais, receitas dos jogos da Santa Casa para citar algumas das rubricas. Assim, ao analisar os dados internacionais, sobretudo ao fazer comparações, há que considerar que na maioria dos outros países analisados o custo por aluno inclui o investimento privado e que é um custo total. Clique AQUI para conhecer os nossos dossiers com informação sobre a reformas educativas em vários países do Mundo e releia AQUI as nossas Newsletters sobre "Quanto Custa a Escola", "O Desperdício Educativo" e as "Escolas Satisfaz".

Diário de Educação
clique para conhecer todas as novidades do sector da educação

FLE - Fórum para a Liberdade de Educação
O FLE no Facebook
Canal FLE no Youtube
Documentos FLE
Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos
Art.º 26º da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Modificar a sua subscrição
Remover subscrição

Powered by Joobi