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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

big brother


Nunca tinha pensado nisto!E alguém se dá a este trabalho? para quê? não é paranoia?






E-FATURA... - Não deixes de ler!!!
a tua vida deixa de ser privada !
O estado, o  fisco, a policia, os curiosos, os piratas informáticos, todos vão saber tudo sobre ti, quanto ganhas, quanto gastas, quanto sobra ou falta e até se tens um(a) namorado(a)fora do enlace.
Se receberes um presente de teus pais ou amigos,se gastares mais do que ganhas, o fisco sabe tudo e pede-te contas, lixa-te com multas e impostos. è pior do que o comunismo, porque a tua vida vai estar toda exposta num link.
 
Claro que os políticos estão  a salvo, porque mandam apagar as suas vigarices.

Alguém acorde? Ficheiro SAF-T e privacidade                          

Para quem não sabe, estou a trabalhar na área de software de gestão, e como tal, os meus últimos meses têm sido vividos um pouco à volta do ficheiro SAF-T.

Antes de mais, o que é um ficheiro SAF-T e a certificação de documentos:

Um software certificado coloca uma assinatura digital nas suas faturas, que, sem vos aborrecer com os detalhes técnicos, garante que a fatura não é modificada depois de emitida.


O ficheiro SAF-T era, até 1 de Janeiro de 2013, um ficheiro de auditoria, que era fornecido ao inspector das finanças nos (muito raros) eventos de inspecção das finanças. Este ficheiro sozinho garante que a empresa não foge aos impostos (cruzando com dados multibanco e bancários), não altera os valores e dados das suas faturas e é ainda possível conferir mais uma série de dados. Os ficheiros SAF-T são gerados no momento, e podem ser gerados para períodos de tempo diferentes (1 ano, 1 mês, etc)

O que está dentro de um ficheiro SAF-T?

?         Os dados gerais da empresa (morada, nome, nif, conservatória, etc)
?         Dados de todos os clientes da empresa (Nome, morada, contacto telefónico, email, nif)
?         Informação de todos os produtos ou serviços vendidos pela empresa (referencia, designação do produto)
?         Dados de faturação (para cada fatura:  data, hora, cliente e nif do cliente, produtos vendidos, valor, valor de iva, etc, etc)
O que acontecia até 1 de Janeiro ? Muitas empresas usavam os talões e vendas a dinheiro, cujo cliente é "consumidor final" e o nif é 99999990, ou seja, informação genérica.
O que aconteceu em 1 de Janeiro? Muito:
1.       Toda e qualquer transacção tem de ter emissão de fatura. Ou seja, os dados da fatura passam para o saf-t com o nº de contribuinte e nome do cliente. Existem as faturas simplificadas que podem ser feitas a um "consumidor final" mas podem ser usadas em apenas casos restritos
2.       Todos os SAF-T de todas as empresas nacionais são enviados para as finanças mensalmente
Vou dar um exemplo:
O Sr. Foo acordo num belo dia de férias de verão. Toma o pequeno almoço no café da esquina (fatura 1) e vai ali á sede do partido X pagar a sua cota mensal (fatura 2). Passa pelo templo da sua religião e paga o dízimo (fatura 3). Almoça no seu restaurante favorito (fatura 4), vai ao cinema ver um filme  (fatura 5), compra 2 "brinquedos" na sexshop da esquina (fatura 6) e janta uma mariscada á beira mar (fatura 7)..
 
No fim do mês, as 7 empresas envolvidas no dia do Sr. Foo vão enviar o ficheiro SAF-T para as finanças, e lá vai a informação:
?         O que o Sr. Foo comeu nessa manhã, a que horas e em que local.
?         Qual a sua filiação política, e onde costuma pagar as cotas.
?         A sua religião.
?         O que almoçou, a que horas, e em que local.
?         Que viu o filme Y.
?         Comprou "brinquedos" na loja tal.
?         Jantou uma mariscada, a que horas e em que local.
Isto num dia. Ao fim de um mês, passam a ter os hábitos de cada cidadão, ao fim de um ano? Têm na mão a vida de uma pessoa. Querem mais? Dois informáticos acabados de sair do curso, com acesso a estes dados rapidamente conseguiam fazer cruzamento de dados. Cruzando por exemplo, o Sr. Foo com a sua esposa, Sr.ª Boo:
?         Tomou o pequeno almoço com a esposa, pois foram 2 cafés e 2 croissants, isto porque a Sr.ª Boo comprou a "Maria" 30 minutos depois no quiosque a 50M do café. (todas as transacções têm de ter uma fatura, tudo é seguido)
?         Ela não pagou cotas políticas ou religiosas, o Sr. Foo está nisso sozinho. (cruzamento das faturas do Sr. Foo e Sr.ª Boo)
?         Não almoçaram juntos. Almoço foi 1 menu MacDonalds do Sr. Foo  e a Sr.ª Boo tem uma fatura de almoço no mesmo dia a 150km de distância.  (cruzamento das faturas do Sr. Foo e Sr.ª Boo)
?         O filme era sobre che guevara. Isto, aliado á filiação política e religiosa torna o Sr. Foo alguém a seguir no futuro. (Descrição dos artigos vai no ficheiro SAF-T)
?         A Sr.ª Boo continua com faturas a 150km de distância, os "brinquedos" e a mariscada para 2 ao jantar sugerem uma amante.
E se o Sr. Foo fosse o líder da oposição? Ou dono de uma empresa a concorrer num negócio do estado? Ou o presidente da república? Ou juiz num processo contra um deputado do partido do governo? Sou apenas eu que vê o PERIGO no envio de todas as faturas emitidas em portugal, mensalmente para o estado?
 
E quem tem estas bases de dados? É uma empresa privada? Quem está à frente disto, quem vai garantir a privacidade dos dados? Alguém acorde por favor, alguém nos defenda!
 
Os meus receios não ficam por aqui.O ficheiro SAF-T é guardado em plain text! Um curioso informático que ligue o wireless no centro comercial quando a farmácia está a enviar um saft apanha isto(parcial, o ficheiro saf-t inclui, por exemplo, os dados do customer 149):

SystemEntryDate>2012-12-14T19:27:53
        CustomerID>149
        ShipTo />
        ShipFrom />
        Line>
          LineNumber>1
          ProductCode>177
         ProductDescription>Viagra
         Quantity>1
          UnitOfMeasure>Un
          UnitPrice>370
          TaxPointDate>2012-12-14
         Description>Viagra
          CreditAmount>370

 
Que pena não se ter aplicado ao gang do BPN, para saber onde e como esconderam o dinheiro roubado e como apareceu depois para formar um grupo económico de 38 empresas, como é que o genro de Cavaco arranjou 21,5 milhões para comprar o Pavilhão Atlântico, de quem (?) eram as facturas falsas com que Cavaco sacou um milhão de euros da campanha,  quanto é que o Relvas gasta com os cartões de crédito ilimitados, onde é que o Cavaco gasta os 16 milhões de euros por ano do Povo,  quanto é que os advogados deputados facturam nos seus clientes particulares nas horas de expediente da Assembleia, Quem recebe luvas dos favores que faz, etc, etc etc.
Só que, este controlo é só para o povo trabalhador e pagador de impostos, porque para aqueles politicos que passam a vida a roubar, alguém por sua conta, passa a vida a apagar no E_FACTURA

sai um político com fatura


Sai um político com factura, s.f.f.!

Anda meio mundo escandalizado com a lasanha de carne de cavalo.
A verdade é que já nos habituamos a comer gato por lebre, coisa muito vulgar em política.
Quando o eleitorado foi ao supermercado político escolher a nova governação, o que vinha lá rotulado tinha alguma coisa com aquilo que “comemos” hoje?
Acho muito bem que toda a gente se preocupe com a qualidade e controlo dos produtos alimentares, mas parece-me que a região, o país e a europa deveriam preocupar-se muito mais com a qualidade dos políticos que temos.
A saúde pública ficaria mais agradecida se os políticos fossem mais sérios nas suas motivações e se deixassem de cozinhados que enchem os cidadãos de toxinas.
Comecem por procurar um antibiótico para o desemprego e verão como a saúde dos portugueses irá respirar melhor.
O fenómeno tira-lhes o sono? Pois que não dormissem na forma.
Um governo que não atina com as previsões económicas e que, ainda por cima, desvaloriza os desvios, merecia comer lasanha de cavalo todos os dias.
Outro governo que não atina com a política de turismo e não é capaz de perceber que o sector vai continuar estrangulado enquanto não fizer uma revolução no tarifário da SATA, devia ter como castigo empacotar a lasanha da Findus.
Não há palavras que descrevam o discurso político do “antes” e do “depois” dos momentos eleitorais.
A visão idílica das pré-campanhas torna-se sempre num inferno depois da posse.
A política precisa de credibilidade, que se perdeu por culpa dos políticos.
A Autonomia deixou de o ser há muito, porque os cidadãos foram-se afastando do projecto.
Não há poder de mobilização em parte nenhuma, muito menos quando os políticos apelam à austeridade e ao rigor, mas quando toca a reduzir deputados no parlamento regional ou nacional, a cortar nas mordomias e nas festas de lacinho, alto e pára o baile porque estão a mexer-lhes em direitos quase adquiridos.
Já ninguém acredita nesta gente.
Na europa temos líderes sem carisma e sem competência, em Portugal tivemos um Sócrates que nos enterrou, temos agora Passos Coelho como desastre (acompanhado pela vergonha do Relvas), um Seguro que é cada vez mais uma incerteza, um António Costa sem coragem, um regulador como Vitor Constâncio que foi do piorio que aconteceu ao nosso desastre e foi promovido... como é que devemos acreditar nesta gente?
Não admira que se volte a ouvir por aí o Grândola Vila Morena.
Por enquanto o povão vai cantando.
Mas um dia destes, a continuarmos nesta podridão, irá passar a factura.
Com IVA e tudo... e em contabilidade simplificada.
                                                                                              ****
CORAGEM I– Este desencanto das novas gerações com os políticos e políticas do presente teve um episódio épico na reunião da Internacional Socialista, em Cascais, no Hotel Miragem.
Beatriz Talégon, secretária-geral da Juventude Internacional Socialista, começou o seu discurso improvisado assim: “Como se pode liderar uma revolução a partir de um hotel de 5 estrelas em Cascais, chegando em carros de luxo?”.
Imagine-se a cara dos seus colegas líderes socialistas europeus.
Imagine-se se alguém se atrevesse a dizer uma coisa destas na nossa paróquia.
                                                                                                 ****
CORAGEM II – Critiquei aqui a atitude dos deputados do PSD-Açores na Assembleia da República aquando da votação do Orçamento de Estado. É de justiça elogiar, agora, a atitude perante as alterações da Lei de Finanças Regionais, votando contra a orientação geral da bancada.
Para que a cereja fosse colocada em cima do bolo, só faltou que um dos três deputados – pelo menos um – pedisse a palavra e dissesse de sua justiça porque razão os Açores estão contra aquele aborto.
                                                                                                ****
MEDALHAS – A condecoração a Carlos César, mesmo que justa, é outro exemplo da hipocrisia polítca que vai nesta república. Alguém acredita nas boas intenções de Cavaco Silva neste gesto? Claro que é uma mera formalidade política.
Como diria Jorge Cabral, já ninguém acredita nos penduricalhos de lata deste país.
E a região vai pelo mesmo caminho.

Pico da Pedra, Fevereiro 2013
Osvaldo Cabral

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

emigrara para a Alemanha


depois de ajudar as economias dos países do sul da europa a Alemanha quer retira-lhes a massa cinzenta:

 
 
 
 
 
 
D I V U L G A Ç Ã O:
 
Oportunidade de trabalho na Alemanha,
para os jovens Portugueses,
entre os 18 e os 35 anos,
desempregados, a estudar ou licenciados em determinadas áreas.
Boa sorte!

Alemanha chama jovens portugueses para estudar e trabalhar

Oferece curso de três anos e bolsa de 800 euros/mês a não licenciados com emprego garantido no fim. Mas os licenciados também são bem-vindos
Os jovens portugueses, com idades entre os 18 e os 35 anos, que estiverem desempregados, têm agora uma nova oportunidade: a Alemanha está disposta a recebê-los e a pagar-lhes bolsas de 800 euros por mês para frequentarem um curso. Oferece ainda, gratuitamente, um curso intensivo de alemão. No final da formação, têm emprego garantido.
O Programa chama-se «Job of my life» e pode ser uma luz ao fundo do túnel para os milhares de jovens que engrossam as listas do desemprego.
Os que ainda não são licenciados terão a oportunidade de frequentar um curso de três anos no sistema dual, com direito a estágio numa empresa. Os cursos arrancam em Setembro e, no final, o emprego está assegurado.
Para concorrerem, os jovens precisam estar registados no Instituto de Emprego e Formação Profissional.
«A Alemanha precisa de jovens trabalhadores motivados», explica a página oficial do programa
na Internet, citada pelo «Diário Económico», acrescentando que «esta é a oportunidade de aprender uma profissão com futuro e ter um bom salário».
Já de acordo com o anúncio publicado no site do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), as áreas em que a Alemanha mais precisa de mão-de-obra qualificada incluem as engenharias (mecânica, eletrotécnica, electrónica, automóvel, aeronáutica, gestão de qualidade, distribuição / vendas, química, ambiental); Tecnologias de Informação (desenvolvimento de software e hardware, programação); Hotelaria e Restauração (cozinheiros, empregados de mesa, recepcionistas); Profissões Técnicas (soldadores, serralheiros mecânicos, operadores e programadores de CNC, mecânicos auto, canalizadores); Saúde (médicos, enfermeiros e parteiros, fisioterapeutas).
Para responder a essas necessidades, a Alemanha está a tentar cativar jovens não só de Portugal mas também de outros países europeus, onde a crise elevou o desemprego, como Grécia, Espanha ou Itália.
A necessidade de contratar trabalhadores qualificados é tão premente que as autoridades alemãs decidiram vir recrutá-los directamente aos países de origem.
 Assim, a partir de dia 19 deste mês, arrancam um road show pelas cidades portuguesas, para dar a conhecer o programa aos jovens e recolher já candidaturas.
A «Welcome to Germany Tour 2013» vai passar por Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa, Setúbal, Évora, Faro e Portimão, para informar, aconselhar e pré-selecionar profissionais portugueses interessados em trabalhar na Alemanha.
A iniciativa
consta do site do IEFP, onde os interessados podem obter mais informações.

 
 
 
 
 

crise

in diálogos lusófonos

Os portugueses, a crise e os enlatados

ISABEL COUTINHO

Ouvem-se passarinhos lá fora. A árvore em frente ao balneário público de Santo Estêvão está sem folhas, mas os pássaros chilreiam em despique com os pombos na janela de um prédio em ruínas.
A vizinha não está a ouvir fado aos berros nem tem a televisão ligada nos concursos e telenovelas. Alfama até parece um paraíso. Não fosse o título no jornal: "Lisboa amanheceu a cheirar mal e ninguém sabe porquê". E a notícia: "Partes da cidade amanheceram nesta terça-feira envoltas num intenso odor a ovos podres ou lixo, fruto da combinação da meteorologia e de uma fonte de poluição que até às 12h30 ninguém sabia dizer qual era".
Este é o ano em que deixámos de ter ilusões: vivemos num país ao som dos passarinhos, mas abre-se a janela e cheira a ovos podres.
No mês passado, os portugueses fizeram contas para saber quanto vão perder no ordenado por causa do aumento de impostos. Alguns tiveram ainda de decidir se querem receber metade dos subsídios de Natal e de férias parcelados ao longo do ano ou não. Para atenuar o choque. Chamam-lhe a "ilusão dos duodécimos" ("até parece que passamos a ganhar mais, mas é uma miragem" explicava a revista "Visão"). Seja como for a conclusão é simples: o salário encolheu.

A PALAVRA DO ANO
E vamos mudando hábitos. Cortando aqui e ali. Deixámos de assinar a SportTV --o canal que transmite vários jogos de futebol pela TV a cabo-- e passamos a ir ver os jogos ao café. Deixámos de ir ao ginásio e descobrimos que a zona ribeirinha é perfeita para treinar. 
Passámos a levar o almoço para o trabalho, na marmita. A gasolina está cara e por isso nunca houve tanta gente a andar de bicicleta em Lisboa. Muitos passaram a fazer as compras on-line porque é mais fácil comparar preços e já ninguém liga às marcas. Aproveitam-se todos os cupões de desconto e já ninguém se sente acabrunhado por pedir ao empregado do restaurante para levar os restos para casa.
Uma palavra para resumir tudo isto? "Entroikado". Pelo menos foi assim que pensaram os portugueses que participaram numa votação organizada pela Porto Editora para a eleger a palavra que melhor representa o ano de 2012.
O adjectivo "entroikado", que segundo a entrada do dicionário da Porto Editora, tem o sentido de : "1) obrigado a viver sob as condições impostas pela troika (equipa constituída por responsáveis da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional e que negociou as condições de resgate financeiro em Portugal); e 2) coloquial: que está numa situação difícil; tramado, lixado."

NA TERRA DA SARDINHA
Lembro-me de ouvir o escritor Miguel Real, que vive em Sintra, dizer que a partir do dia 16 de cada mês a câmara recolhe dos caixotes do lixo latas de conserva em catadupa. O dinheiro falta e as pessoas compram conservas porque é mais barato. Outrora comer conservas era "uma coisa de poupadinhos" mas mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Em Lisboa, há agora restaurantes só de conservas. Podem até ser gourmet, como o Can the Can - Canned Food Goes Gourmet, na renovada praça do Comércio. Ou tradicionais, como o famoso bar de conservas Sol e Pesca, no Cais do Sodré, que teve direito a destaque no programa "No Reservations" de Anthony Bourdain em Lisboa.
O chef quis encontrar-se com António Lobo Antunes e teve a ideia de o levar a uma casa de fados, a Tasca do Chico. Ninguém lhe disse que o escritor detestava fado porque lhe lembra o antigamente e nem ouvir Carminho o consegue fazer esquecer os tempos da ditadura, em que não havia futuro. Tempos que parecem estar cada vez menos longe.

MÚSICA COM LATA
Mas as conservas estão na moda. A loja da Conserveira de Lisboa, na rua dos Bacalhoeiros, na Baixa de Lisboa, teve a ideia de convidar 13 músicos portugueses para desenvolverem o design de uma lata de conserva à sua escolha.
O projecto chama-se "Música com Lata" e acontece até ao final do ano. Janeiro foi o mês da cantora de jazz Maria João (que escolheu recriar a lata do polvo fumado em azeite), este é o mês do fadista Camané, março será do guitarrista Norberto Lobo, abril, do rapper Chullage, maio, de Pedro Jóia, e junho, de Manuela Azevedo em dueto com Sérgio Godinho.
Na terceira terça-feira de cada mês, às 19h30, o músico lança a sua "lata" (em edição numerada e limitada de 500 latas) na Conserveira de Lisboa. Haja música com lata e sobreviveremos.

[Fonte: www.folha.com.br

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

ALEMANHA SUBSIDIA JOVENS PORTUGUESES


Alemanha paga a jovens portugueses que queiram estudar no país

Madalena Queirós   Schwabisch Hall
05/02/13 00:08
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O Programa “Job of my life” prevê bolsas de 800 euros/mês para frequentar um curso do sistema dual e um curso gratuito de alemão.
Se está desempregado e tem entre 18 e 35 anos esta pode ser a sua oportunidade. É um programa inovador que é a porta de entrada certa para quem quer ir trabalhar para a Alemanha. Uma bolsa de formação que pode chegar aos 800 euros por mês, um curso intensivo gratuito de alemão e um emprego garantido no final da formação. Estas são as condições oferecidas aos portugueses destas idades que queiram ir para a país. Os jovens não licenciados terão que frequentar os cursos do sistema dual. A formação, com a duração de três anos, prevê que a semana de formação seja repartida na sala de aula e no estágio em empresas. No final deste curso os jovens poderão obter um emprego nas empresas em que estagiaram ou noutras companhias.
Mas o programa prevê ainda outra porta de entrada no mercado de trabalho alemão onde existem 800 mil oportunidades de emprego (ver texto página 5). A partir do próximo dia 19, as autoridades alemãs iniciam um ‘road show' pelas cidades portugueses (ver calendário) para apresentar o programa e receber candidaturas. Uma iniciativa a que chamaram "Welcome to Germany Tour 2013". Este é um pedido urgente de mão-de-obra, porque prevê-se que os jovens entrem nos cursos duais já a partir de Setembro.
Para responder à falta de quadros especializados, a Alemanha está a lançar um programa massivo para atrair estudantes e jovens trabalhadores de Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Chama-se "The job of my life" o portal onde poderá obter todas as informações de que precisa para se candidatar. E o convite a participar não podia ser mais claro: "A Alemanha precisa de jovens trabalhadores motivados.
Esta é a oportunidade de aprender uma profissão com futuro e ter um bom salário", escreve-se na apresentação do programa.
As áreas eléctricas, mecânicas e do turismo são as que têm maior necessidade de quadros, explicou ao Económico Grit Luderitz, a responsável pela implementação do programa em Portugal. No caso dos jovens licenciados a maior procura é nas áreas de engenharia, especialistas em tecnologias de informação, turismo, trabalhadores técnicos e na área da saúde.
O programa prevê "um curso gratuito de língua alemã em Portugal", explica Dorothea Klenke-Gerdes, vice-director do Instituto em Lisboa. Poderão concorrer ao programa jovens licenciados. Basta estarem desempregados e registados no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
Um país à procura de técnicos especializados
Também o presidente da Câmara de Schwäbisch Hall, Joseph Peligrim, a cidade alemã que foi invadida por 15 mil currículos de portugueses há um ano depois da reportagem publicado no suplemento Universidade & Emprego do Diário Económico (ver página 6), diz que "frequentar o sistema dual é uma boa forma de entrar no mercado de trabalho. Os jovens podem aprender electrónica, mecatrónica ou trabalhar com metal. Esta região não precisa apenas de diplomados, mas também de profissionais especializados de alguns ofícios, revela o autarca, que confessou estar desesperado para arranjar, por exemplo, dois calceteiros.
E já há casos de sucesso de portugueses que estão a frequentar o sistema dual na região. Ivan Barnabé tem 19 anos e estava há um ano desempregado em Portugal. Decidiu partir para Schwäbisch Halll, onde se juntou à sua família que já lá estava a trabalhar. Recebe um subsídio mensal de 550 euros no 1º ano para frequentar esta formação que prevê que mais de metade do tempo seja passado na empresa e o restante na sala de aula. Está a gostar da experiência e até já levou a namorada para perto dele.
[artigo publicado no suplemento Universidades e Emprego da edição do Diário Económico de 4 de Fevereiro]

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

fuga aos impostos







 

Vamos lá ver se a gente se entende, de uma vez por todas:


O conjunto de empresas abaixo indicadas, mudou a sua sede para Holanda, Luxemburgo, San Mari...no e outros países, para fugir aos seus deveres de cidadania e, assim não entregar nos cofres do Estado Português milhões de euros de impostos, na precisa altura em que homens, mulheres e crianças sangram com o peso dos impostos até mais não. E ninguém leva presos os accionistas e administradores daquelas empresas.

Por outro lado, foi aprovado pela A.R., em tempo oportuno, sem votos contra de nenhum deputado de qualquer partido, da esquerda à direita, um conjunto de normas fiscais, onde por uma divida de IRS, IVA, Imposto Selo, retido e não entregue, de valor igual ou superior a 7.501,00€, o cidadão é acusado de um crime lesa -majestade, punível com pena de prisão!
Vide legislação: CIRS; CIRC; CIVA; IMPOSTO DE SELO, RGIT/Regime Geral das Infracções Tributárias e Código Penal.

Conclusão:
Não pagas 7.501,00 € és acusado de ter praticado um crime contra o Estado e podes muito bem ir parar à prisão. Não pagas milhões de milhões de euros de impostos, és recebido pelos PR, PM, Presidente da Assembleia da República, com beijos e abraços e considerado um mecenas.



Vejam esta discriminação positiva, tu pagas cá com língua de palmo, eles não, estão isentos, por deslocalização, são as imparidades do regime dos ricos.

Relação das empresas que fogem de cá e pagam lá:
 
 


Cimpor - Empresa de produção de cimentos (Os donos são os nossos irmãos brazucas, não gostam nada de pagar impostos cá no burgo, gostam de entregar a colecta lá no centro da Europa.)

Cofina - empresa de comunicação social , dona do “Correio da Manhã, o diário desportivo “Record”, “Jornal de Negócios”, os jornais gratuitos “Destak” e “Metro”, a revista de informação “Sábado” bem como outros títulos, entre os quais “TV , Guia”, “Flash!”, “GQ”, e “Automotor”, bem prega Frei Tomás faz o que ele diz, não faça o que ele faz, é gente patriota, só e quando o magano do dinheiro fica em cima da mesa, é que lá se vai o patriotismo)

Inapa - empresa de distribuição de papel

Novabase - empresa de informática
 
ParaRede - empresa de informática

Soares da Costa - Empresa de construção civil

Altri - Empresa de produção papeleira e energético

Banco Espírito Santo - Empresa de finanças e investimentos (Capitais do Clã Espírito Santo)

Banco Português de Investimento - Empresa de finanças e investimentos

Banif - Empresa de finanças e investimentos (esse mesmo que outro dia foi salvo pelo estado, isto é, com o nosso dinheiro)

Brisa - Empresa concessionária de auto-estradas

EDP - Empresa de produção e distribuição de electricidade ( Capitais Luso/China), até os chineses gostam de não pagar impostos)

EDP Renováveis - Empresa de produção de energias renováveis (Capitais Luso/China, até os camaradas gostam de fugir aos impostos)

Galp - Empresa petrolífera e de combustíveis

Jerónimo Martins -Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar (Capitais do clâ Soares dos Santos, o homem até comprou por 30 dinheiros o patriota do António Barreto)

Mota-Engil - Empresa de construção civil (Capitais do clã António da Mota e o CEO é Jorge Coelho, Chief Executive Officer que designa o mais alto cargo  executivo, outro grande patriota)

Portucel - Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade

Portugal Telecom - Empresa de telecomunicações e de multimédia (Quem manda é o duo Granadeiro/Zeinal Bava, dois grandes portugueses)

REN - Empresa de geração e de distribuição de electricidade (Luso/Chinesa, quem mandam são os chineses, pessoas de bem, democratas de rija tempera...)

Semapa - Empresa de produção de cimentos

Sonae Indústria - Empresa de administração de recursos próprios (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, o Miguel Vasconcelos ao pé desta família era
  um santo homem, e mesmo assim foi morto pela populaça)

Sonae - Empresa de indústria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, grande apoiante monetário da eleição do actual Presidente da Republica) - diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!

Sonaecom - Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática (Capitais do clã Belmiro de Azevedo - é gente com pronuncia do Norte, gente boa, boa gente, em Angola chamam a esta gente os "Bumbas"... )

ZON - Empresa de distribuição de multimédia (Capitais luso-angolanos do clã José Eduardo dos Santos)

Media Capital - empresa de comunicação social (Aqui está a TVI , capitais luso/espanhois, bem prega Frei Tomás), detem os seguintes titulos: TVI,TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI, Rádio Comercial, Star FM,Cidade FM,M80.,Best Rock FM, Vodafone FM, Mix FM, Cotonete; Imprensa,Lux, Lux Woman, Maxmen; Internet, IOL, Portugal Diário, Agência Financeira, MaisFutebol.



Resumindo: TUDO À MOLHADA E A COMER DA NOSSA MANJEDOURA.









--
João Soares de Medeiros


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

portugal io pior em 70 anos

de diálogos lusófonos

Economista Augusto Mateus diz que Portugal "esteve virado para dentro"

O economista português Augusto Mateus considera que o ajustamento que o país está a fazer é o maior dos últimos setenta anos. e que Portugal viveu virado para dentro sem prestar atenção ao que se passava no mundo.
Lisboa - O economista português Augusto Mateus considera que o ajustamento que o país está a fazer é o maior dos últimos setenta anos. e que Portugal viveu virado para dentro sem prestar atenção ao que se passava no mundo.
"Nos últimos setenta anos, é o ajustamento mais intenso em termos de sacrifício de nível de vida e de consumo. Este ano vamos ter um nível de consumo global que é 12,3% inferior ao que tínhamos em 2008", afirmou, citado pelo jornal Negócios, durante o seminário "O papel do comércio moderno na retoma económica".
Segundo o economista, só em meados de 2014 Portugal vai alcançar o patamar em que se encontrava em Novembro de 2010, isto é, o mês em que o país começou a ajustar porque o consumo e a actividade económica começaram a cair.
O ajustamento é maior que os anteriores "porque o mundo mudou muito e a concorrência aumentou muito" e "porque, em Portugal, prestamos pouca atenção a essa mudança no mundo".
"A sociedade portuguesa fechou-se muito. Dedicou-se muito a auto-estradas, estádios de futebol, a casas, a centros comerciais", ou seja "virou-se muito para dentro e prestou pouca atenção à sua capacidade de produzir bens e serviços para o mundo e, desse ponto de vista, gerar riqueza. Temos uma crise de competitividade que advém muito de nos termos virado para dentro", disse Augusto Mateus, citado pelo Negócios.


http://us.mc1209.mail.yahoo.com/mc/welcome?.gx=1&.tm=1359462184&.rand=8mr9dkf3i028h#_pg=compose&&.rand=1733328651&clean&hash=cb1eced2cd5dc4274256b558cea747c0&.jsrand=7465526