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quinta-feira, 12 de abril de 2012

moçambique informatiza escolas


Plano Tecnológico prevê informatizar 4.000 escolas até 2014

Vice-ministro da Educação moçambicano informou que Plano Tecnológico será iniciado em algumas escolas secundárias e nos 24 institutos de formação de professores, que formam anualmente 11 mil docentes.
Da Redação, com agências
 
Aveiro - O vice-ministro da Educação de Moçambique, Augusto Jone Luís, disse hoje (11) que até 2014 o governo de Maputo pretende ter 4.000 escolas informatizadas, com acesso à internet, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação. 

Jone Luís falava em Aveiro na Feira Internacional de Conteúdos e Tecnologias para a Educação (Educontek), onde apresentou o Plano Tecnológico da Educação de Moçambique, para o qual o governo moçambicano procura financiamento de parceiros internacionais. 

"Vamos partir da realidade que temos e até 2014 pretendemos ter quatro mil escolas ligadas à internet e trabalhando a par do Ministério da Energia, numa outra grande frente é colocar energia fiável nesses locais", disse.

O vice-ministro da Educação moçambicano informou que o Plano Tecnológico vai ser iniciado em algumas escolas secundárias e nos 24 institutos de formação de professores, que formam anualmente 11 mil docentes. As informações são da Angop.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Acordo ortográfico ... MOÇAMBICANO


Sou 99-100% a favor do AO, porque há pequenas coisas ainda um pouco confusas. Por isso utilizo-o. E, embora seja por piada e muito forçado este texto que, na primitiva opinião seria a desfavor, só vem reafirmar a necessidade de implementação do AO, claro que  com os vocabulários de todos os que utilizam a LP. Porque ela é de todos e não só duma pequenina percentagem!...
Abraço, Luís Gaivão



 

Acordo ortográfico ... MOÇAMBICANO

 «Eh Oena,

Nós aqui em Moçambique sabemos que os mulungos de Lisboa fizeram um acordo ortográfico com aquele tocolocha do Brasil que tem nome de peixe. A minha resposta é: naila. Os mulungos não pensem que chegam aqui e buissa saguate sem milando, porque pensam que o moçambicano é bongolo. O moçambicano não é bongolo não; o moçambicano estiva xilande. Essa bula bula de acordo ortográfico é como babalaza de chope: quando a gente acorda manguana, se vai ticumzar a mamana já não tem estaleca e nem sequer sabe onde é o xitombo, e a gente arranja timaca com a nossa família.
 E como pode o mufana moçambicano falar com um madala? Em português, naturalmente. A língua portuguesa é de todos, incluindo o mulato, o balabasso e os baneanes. Por exemplo: em Portugal dizem "autocarro" e está no dicionário; no Brasil falam "bus" e está no dicionário; aqui em Moçambique falamos "machimbombo" e não está no dicionário. Porquê?
 O moçambicano é machimba? Machimba é aquele congoaca do Coelho que pensa que é chibante junto com o chiconhoca ministro da economia de Lisboa. O Coelho não pensa, só faz tchócótchá com o th'xouco dele e aquilo que sai é só matope.
 Este acordo ortográfico é canganhiça, chicuembo chanhaca! Aqui na minha terra a gente fez uma banja e decidiu que não podemos aceitar.

 Bayete Moçambique!
 Hambanine.»

 TRADUÇÃO LIGEIRA
 MULUNGO=BRANCO
 TOCOLOCMA OU TOCOLOCHA=MACACO
 BUISSA SAGUATE=DAR GORJETA
 MILANDO=PROBLEMA
  BONGOLO=BURRO
 TICUMZAR=ESTA RECUSO-ME A TRADUZIR

terça-feira, 19 de julho de 2011

moçambique e o AO1990

MOÇAMBIQUE - Estado decide até Julho de 2012 adopção do Acordo Ortográfico


Maputo - O Estado moçambicano deverá clarificar a sua posição relativa à adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa até Julho de 2012 quando assumir a presidência da CPLP, mas o Conselho de Ministros analisará o estudo final em Outubro.
A previsão foi feita hoje (terça-feira) em Maputo pelo coordenador da Comissão Nacional do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Lourenço do Rosário, no arranque do ciclo de seminários para a divulgação e auscultação pública de propostas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que Moçambique ainda não ratificou.
Lourenço do Rosário lembrou que, em Julho de 2012, Moçambique acolherá a Cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e assumirá a presidência da organização.

Esta etapa da cimeira é uma das metas para Moçambique clarificar a sua posição sobre (a adopção) do acordo", disse o coordenador do IILP.
O governo moçambicano propôs a realização, a partir de hoje, de quatro seminários, três dos quais nas regiões sul, centro e norte, com linguistas, docentes e entidades relevantes, para a colecta de subsídios visando a adesão ao Acordo Ortográfico.

Mas, no encontro de hoje, Lourenço do Rosário disse aos presentes que a ideia "não é apresentar propostas discordantes", apenas sugestões que levem Moçambique a aderir ao Acordo, "porque o país assumiu compromissos internacionais".
Os académicos moçambicanos vão aconselhar o executivo de Maputo para, durante a cimeira da CPLP na capital moçambicana, dizer aos restantes estados membros da organização que "aceita a ratificação do acordo", mas que "precisa de revisitar o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" de 1990, disse Lourenço do Rosário.

Ao nível da CPLP, apenas Moçambique e Angola não ratificaram o documento, pelo que o governo moçambicano vai propor às autoridades angolanas, que também exigem a revisitação do acordo, a mudança da sua posição, disse Lourenço do Rosário.

Intervindo no encontro, Albertina Moreno, membro da Comissão Nacional do IILP, disse que a implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em Moçambique terá um "custo mínimo" de 108,8 milhões de dólares (77 milhões de euros).