quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entra em vigor


O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entra em vigor no sistema educativo português no ano letivo de 2011/2012

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entra em vigor no sistema educativo português no ano letivo de 2011/2012

O portal da DGIDC disponibiliza para professores, alunos, famílias e público em geral informação relevante sobre o Acordo Ortográfico, bem como propostas de atividades que poderão vir a ser desenvolvidas nas escolas

26-08-2011
ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA

De acordo com a resolução n.º 8 do Conselho de Ministros, de 25 de Janeiro de 2011, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entra em vigor no sistema educativo português no ano letivo de 2011/2012.
O portal da DGIDC disponibiliza para professores, alunos, famílias e público em geral informação relevante sobre o Acordo Ortográfico, bem como propostas de atividades que poderão vir a ser desenvolvidas nas escolas.
Para aceder a toda a informação, consulte:
Acordo Ortográfico Recursos
Acordo Ortográfico Propostas de Atividades
Acordo Ortográfico Esclarecimento de dúvidas
Acordo Ortográfico Legislação e instrumentos normativos
Acordo Ortográfico Outras informações


Fonte: DGIDC

Os Lusíadas a todo volume"


Os Lusíadas a todo volume"

"Os Lusíadas a todo volume"

O Laboratório de Imagem e Som, do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense, lança hoje o primeiro volume de OS LUSÍADAS A TODO VOLUME, que traz gravações em áudio (no formatoáudio-livro virtual) do clássicoOS LUSÍADAS, de Luís de Camões.

26-08-2011
O LABORATÓRIO DE IMAGEM E SOM incia o projeto OS LUSÍADAS A TODO VOLUME, no qual apresentamos gravação e sonorização da epopeia camoniana em 10 arquivos sonoros (áudio-books).
Serão convidados especialistas em Literatura Portuguesa para realizarem leituras integrais do texto camoniano, que passará por tratamento sonoro, edição e sonoplastia.
O primeiro convidado a ler o texto (na íntegra) foi o professor de Literatura Portuguesa e poeta Luís Maffei. A produção de áudio e sonoplastia foi realizada inteiramente por alunos de Letras da UFF. Esta produção tem finalidade didática e cultural de difusão da literatura e não se destina a fins comerciais. O LISUFF conta com apoio da FAPERJ e do CNPq.

Português entre as línguas mais usadas em negócios


Português entre as línguas mais usadas em negócios

Português entre as línguas mais usadas em negócios

O português é a 6ª língua do mundo mais utilizada nos negócios, segundo o ranking da Bloomberg incluído num estudo intitulado "Línguas Estrangeiras Mais Usadas em Negócios".

03-09-2011
A análise feita pela empresa norte-americana analisou 25 línguas de todo o mundo, excluindo o inglês.

Em primeiro lugar ficou o mandarim, a língua oficial da China. De acordo com a Bloomberg, o mandarim, falado por 845 milhões de pessoas, é a segunda língua do mundo mais utilizada no meio empresarial, depois do inglês. Logo a seguir ficou o francês que é falado em 27 países, por um total de 68 milhões de pessoas.

O ranking foi feito tendo em conta o número de pessoas que utilizam a língua, o número de países onde a mesma é usada como língua oficial, cruzando esta informação com as línguas oficiais dos países do G20.

A seguir ao francês ficou o árabe, e só então o espanhol. A língua oficial dos nossos vizinhos espanhóis é falada em 20 países e utilizada por cerca de 153 milhões de utilizadores na internet.

O português, falado por 178 milhões de pessoas alcançou o sexto lugar. A língua lusa é utilizada em 8 países como língua oficial permanente, e tem uma dimensão na web que chega a atingir 82 milhões de utilizadores.

Nos outros lugares do ranking ficaram o japonês, em 7º lugar, o alemão (8º lugar), o italiano e o coreano, no fim da lista.

Apesar de o mandarim ser atualmente uma língua-chave no que respeita ao mundo empresarial, Leigh Hafrey, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, explicou ao site da Bloomberg que a língua oficial da China não vai superar o inglês. "Da mesma forma que o dólar continua a ser a moeda preferida, o inglês vai permanecer como a língua preferida no futuro".

50º aniversário da criação do primeiro curso de língua portuguesa na Universidade de Estudos Estrangeiros de Beijing


50º aniversário da criação do primeiro curso de língua portuguesa na Universidade de Estudos Estrangeiros de Beijing

50º aniversário da criação do primeiro curso de língua portuguesa na Universidade de Estudos Estrangeiros de Beijing

A Universidade de Estudos Estrangeiros de Beijing realizou, no dia 27 de agosto, uma cerimônia para comemorar a criação do curso que há 50 anos tem servido como ponte para o intercâmbio entre a China e os países de língua portuguesa.

30-08-2011
Beijing, 29 ago (Xinhua) -- Na ocasião do 50º aniversário da criação do primeiro curso de língua portuguesa na Universidade de Estudos Estrangeiros de Beijing (BFSU, na sigla em inglês), a BFSU realizou, no dia 27 de agosto, uma cerimônia para comemorar a criação do curso que há 50 anos tem servido como ponte para o intercâmbio entre a China e os países de língua portuguesa.
O reitor da BFSU, Chen Yulu, assinalou que, ao longo das últimos cinco décadas, o departamento de português da BFSU formou mais de 400 profissionais para as áreas da diplomacia, comércio internacional, educação e comunicação social, tendo contribuido enormemente para a cooperação e os intercâmbios entre a China e os países lusófonos.
Em 1961, assumindo a missão histórica de formar diplomatas conhecedores da língua portuguesa para a Nova China, a BFSU, então chamada Instituto de Línguas Estrangeiras de Beijing, abriu um curso de língua portuguesa.
Após meio século de evolução, através de intercâmbios entre estudantes, programas de co-formação e cursos de formação de professores, o departamento de português aprimorou a metodologia de ensino e o corpo docente, criando um modelo sistematizado de formação de talentos em português, de acordo com Chen.
A diretora do Departamento de Pedagogia e Pesquisa da Língua Portuguesa da BFSU, Zhao Hongling, lembrou que no início da criação do curso em 1961, os alunos não tinham professores, nem manuais ou equipamentos, já que nesse período o português era ainda uma língua estrangeira pouco conhecida por causa do isolamento do país asiático em relação aos países lusófonos.
"Mas, mesmo partindo dessa difícil situação, eles vingaram e venceram a batalha linguística", disse Zhao, enfatizando que, nos últimos anos, o desenvolvimento da economia e das relações exteriores do país tem-nos oferecido oportunidades de desenvolvimento e o Departamento de Português da BFSU aproveitou bem essas oportunidades para atingir diversos objetivos.
Como parte das celebrações, a BFSU organizou, em colaboração com o Instituto Politécnico de Macau e a Fundação Macau, o 1º Fórum Internacional de Ensino de Português como Língua Estrangeira na China, que reuniu professores de português de dezenas universidades da parte continental chinesa, Macau e Portugal.
O fórum tem como objetivo analisar o estado atual do ensino da língua portuguesa na China e trocar experiências e opiniões sobre temas selecionados, como a utilização de manuais, métodos de ensino e elaboração de programas e processos de ensino, a fim de melhorar a qualidade das atividades pedagógicas de docentes chineses de português, segundo os organizadores.
O professor Ye Zhiliang, do Departamento de Português da BFSU, afirmou durante o fórum que o ensino de português deve atender melhor às necessidades do mercado de trabalho.
"A maioria dos licenciados ia trabalhar nos departamentos de relações internacionais das entidades públicas, mas com o progresso e a diversificação da sociedade chinesa, a saída dos licenciados se vem diversificando, razão pela qual são necessárias alterações nos conteúdos programáticos, de forma a facilitar a integração dos recém-licenciados no seu trabalho", disse Ye.
O Departamento de Português da BFSU tem hoje cerca de 100 estudantes matriculados, incluindo pós-graduados. Além da BFSU, na China há atualmente mais de vinte institutos de educação superior ensinando português, como a Universidade de Estudos Internacionais de Shanghai, a Universidade de Comunicação da China, a Universidade de Pequim, etc., com alunos de intercâmbio espalhados na parte continental chinesa, Macau, Brasil e Portugal.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

debate sobre a formação da língua portuguesa...e o galego-português

Ainda o debate sobre a formação da língua portuguesa...e o galego-português

A língua é minha pátria
E eu não tenho pátria
Eu tenho mátria e quero frátria
(...)
Flor do Lácio, sambódromo
Lusa Américo, Latim em pó
O que quer o que pode essa língua? (Língua, Caetano Veloso)

A difusão do latim se dá no contexto da expansão do Império Romano,
que alcança seu apogeu entre os séculos I a. C. e I d. C. A história
da língua portuguesa começa, portanto, com a romanização da península
ibérica, iniciada em 197 a. C, com a dominação dos povos celtiberos.
No século V d. C, o declínio do Império favorece a penetração dos
povos germânicos, levando à queda de Roma em 476 d. C. Na península
ibérica, a ocupação germânica é suplantada pela invasão árabe, no
século VIII.
A formação da língua portuguesa ocorre com a mobilização para a
expulsão dos árabes e a influência político-cultural associada à
região noroeste da Península, que se tornou um pólo de resistência e
irradiação do cristianismo.
Refugiados nas montanhas das Astúrias (Montes Cântabros), os exércitos
cristãos investiram em direção ao sul, fundando os reinos de Aragão,
Leão e Castela. A reconquista da região mais ocidental leva à
definição dos limites territoriais e à fundação do reino de Portugal,
com a anexação sucessiva de Coimbra, em 1064, Santarém e Lisboa, em
1147, Évora em 1165, Faro, em 1249. A expulsão definitiva dos árabes
do resto da Península só ocorre muito depois, em 1492, quando os reis
católicos de Castela, Fernando e Isabel, se apoderam do califado de
Granada.
A invasão muçulmana e a Reconquista são acontecimentos determinantes
na formação das três línguas peninsulares - o galego-português a
oeste, o castelhano no centro e o catalão a leste.'(Teyssier, 1984: 5)
A fixação da capital em Lisboa, em 1255, distancia cultural e
linguisticamente a nação portuguesa do eixo de influência de Galiza.
Com as grandes navegações, em particular o descobrimento do Brasil por
Pedro Álvares Cabral, em 1500, Portugal estabelece possessões na Ásia,
na África e na América, com conseqüências importantes e definiti-vas
para a geopolítica do mundo ocidental e para a difusão da língua
portuguesa. No Brasil, acontecimentos como a transferência da Corte
Portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, são decisivos na
preservação de valores políticos e culturais portugueses,
destacando-se a afirmação da língua portuguesa e sua difusão no amplo
território brasileiro.
"O nosso vernáculo comum é uma unidade que, pela diversidade da
língua, se contrapõe às (...) línguas indígenas susbsistentes entre
nós, bem como às línguas - em geral europeias, mas também asiáticas
(japonês, coreano, chinês) - das minorias migratórias. Vê-se, pela
história do Brasil e de vários países de origem colonial moderna (isto
é, do Renascimento em diante), que esse convívio de línguas pode
subsistir por tempo mais ou menos longo, havendo a possibilidade de
políticas linguísticas (...) não coercitivas; por exemplo, quando o
ensino se faz nas duas línguas, a da minoria e a da maioria.'
(Houaiss, 1985: 12)

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HOUAISS, A. 1983. O português no Brasil. Rio de Janeiro, UNIBRADE.
TEYSS1ER, R 1982. História da Língua Portuguesa. Trad. Celso Cunha.
Lisboa, Sá da Costa.

Fonte http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lpvol1.pdf

Margarida
05.09.11

domingo, 4 de setembro de 2011

Será que é mais correto dizer que o Galego é pai do Português, ou que ambos têm uma raiz comum? "»




Em dialogos_lusofonos Margarida Castro escreveu: «Peço aos amigos na GALIZA [...] que esclareçam esta polêmica segundo a sua opinião/opinión. "Será que é mais correto dizer que o Galego é pai do Português, ou que ambos têm uma raiz comum? "»
:::
Bom, respondo breve em espaço e em ideias:

1.- Comecemos por afirmar que pelos anos referidos (sécs. XII-XV) as diferenças entre as diversas "línguas" peninsulares não eram tão marcadas como o são hoje.

2.- Parece-me que não erro se afirmo que dessas "línguas" as únicas então bem elaboradas eram a galega (ainda não portuguesa), sobretudo, e a catalã.

3.- A castelhana ou espanhola não começará a ser decentemente (e imperialmente!) elaborada até ao séc. XV, justamente quando a Galega (já não só Galega, mas também Portuguesa) estava a desaparecer dos âmbitos institucionais da Galiza pela pressão da coroa castelhana (só castelhana e não espanhola), que impunha a sua língua junto do seu "império"...

4.- O primeiro gramático castelhano (na realidade andaluz), Lebrija (ou Nebrija), escreveu no prólogo à sua obra, que dedica a rainha Isabel de Castela (só Castela e não Espanha): «siempre la lengua fue compañera del imperio [= poder político, governo ou, como hoje dizem, governança]». De facto, em 1492, diz escrever a gramática castelhana para que os novos súbditos da rainha (entre os quais cita os bascos) conheçam a língua em que estão redigidas as leis de modo que não tenham desculpas para não obedecê-las.

5.- Durante os sécs. XII, XIII e mesmo XIV a língua dominante nas relações familiares (e não só) dos reis citados, no ocidente peninsular, era a Galega ou Portuguesa, enquanto mais cada vez a língua "oficial" do reino castelhano era a castelhana, mas a castelhana de então, não a castelhana de hoje. É verdade de Calino que cumpre ter em conta e situar convenientemente. Dificilmente imaginamos o que acontecia então e, em todo o caso, sempre desde o nosso presente. Daí que os erros de paralaxe sejam reiterados...

6.- A língua literária até ao séc. XV foi, em todo o ocidente ibérico, a Galega e já igualmente Portuguesa, que como disse então era já língua bem elaborada, perfeitamente acabada, face à castelhana cujos cultores andavam hesitantes entre os diversos dialetos usados no reino de Castela.  Face ao galego-português ou, como dizia Rodrigues Lapa, o grande filólogo português, o castelhano era e é "conglomerado dialectal", segundo a definição do saudoso García de Diego, secretário da Real Academia Española por longo tempo.

7.- A elaboração conseguida para o galego foi transferida naturalmente (sic) ao português. Na realidade não houve mais do que rotura da continuidade, na parte galega, e continuidade, na parte portuguesa. Hoje o reino bourbónico está a tratar (maltratar) o "galego" incidindo nessa rotura até ao esmagamento, por um lado, das falas galegas e, por outro, da formalização gráfica do "galego" "oficializado". É trato político radical cujo destino será o extermínio dos galegos (falantes) e do "galego" escrito. A real e sutil perseguição do Galego ou Português galego por parte do reino bourbónico e, em particular, por parte dos governantes da "Comunidad Autónoma de Galicia", é manifesta a qualquer observador suficientemente atento.

8.- Termino: O Galego (= falas galegas) de hoje e o Português (= falas portuguesas) de hoje são netos ou bisnetos das etapas gloriosas da língua Galega ou Portuguesa, tanto tem. O Galego de hoje não é pai do Português de hoje, mas parentes consanguíneos que desfrutam do mesmo ADN...

Não sei se respondi ao caso. Entrementes...
 
Ualeamus et gaudeamus igitur!: A/


 

__,_._,___

sábado, 3 de setembro de 2011

galiza

"Galiza" ou "Galicia"?
A priori, alguém desconhecedor da realidade galega poderá estranhar porque a referência é a mesma. No entanto, Galiza é a forma comum na Idade Média quando a Galiza não estava subordinada a Castela, momento este em que se torna comum a forma espanhola Galicia em todos os escritos. É assim que, durante séculos, a forma Galiza só ecoa a sul do Minho, em Portugal, até que nos anos 1920, com a eclosão do nacionalismo galego ressuscita na Galiza. O «Sempre em Galiza» de Castelão(1) é a melhor testemunha, embora esta obra seja publicada fora porque dentro está Franco, portanto, Galicia, mas quando uma nova fase do nacionalismo galego volta a agromar, não demora a vigorar outra vez Galiza. E assim até hoje.

«Sempre em Galiza» de Castelão

'Estamos fartos de saber que o povo galego fala un idioma de seu, fillo do latim, irmao do Castellano e pai do Portugués. Idioma apto e axeitado para ser veículo dunha cultura moderna, e co que ainda podemos comunicar-nos com mais de sesenta millóns de almas (...) O Galego é un idioma extenso e útil porque -con pequenas variantes- fala-se no Brasil, en Portugal e nas colónias portuguesas'.

(Castelão - Sempre em Galiza)


Livros a consultar

A marca "GALIZA" em Estratégias e posições do reintegracionismo na Galiza do Fórum PGL.

"GALICIA" OU GALIZA? (J.M. Montero Santalha, 1978) em Estratégias e posições do reintegracionismo na Galiza do Fórum PGL

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Timor-Leste:


Timor-Leste: CRIANÇAS NÃO TÊM CADEIRAS PARA SE SENTAR NA ESCOLA  mais um comentário da Lucrécia





Díli - No distrito de Covalima, em Timor, alunos frequentam a primária em condições precárias, com salas de aulas sem mesas ou cadeiras, obrigando os alunos a assistir às aulas sentados no chão.

Durante quatro anos os alunos que frequentaram as escolas de Beliakuin e Rai Meia Village, no sub-distrito de Zumalai, enfrentaram essas condições. «Fomos informados pelos professores e alunos que estão preocupados com a situação que têm de suportar», afirmou Adriano dos Santos, membro do Partido Democrático de Timor-Leste.

Adriano dos Santos solicitou ao Ministério da Educação que resolvesse este problema o mais rapidamente possível porque, como futuro do país, os alunos precisam de boas condições para adquirir um bom nível de escolaridade.

Francisco Jerónimo deputado da Comissão Parlamentar , declarou que várias escolas em Timor-Leste enfrentam os mesmos problemas. Na sua opinião o Ministério da Educação tem de ter um papel mais preponderante no que respeita à educação, e deverá tomar medidas mais concretas para resolver esta situação.

1 comentários:

Caro Adriano dos Santos do PD,

É fácil atirar pedradas aos outros e continuar sentado à espera que o governo faça tudo. Aqui a Lucrécia que nem deputada é já mandou vir 2 contentores da Austrália com equipamento escolar q estão em uso numa escola de TL. Os Australianos oferecem todo o equipamento escolar, TL só precisa de pagar o contentor q são 2000 Usd.
Em vez de mandar pedras faça alguma coisa, o que voçê já fez para o seu país?? Para além de se andar a pavonear no carro do governo pelo país, pouco mais que nada.
Trabalhe e vai ver que TL será um país melhor, deixe de se lamentar e de colocar todas as culpas no governo.

Beijinhos da Querida Lucrécia 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cimeira Internacional da Lusofonia em Santiago de Compostela


Balsa propom Cimeira Internacional da Lusofonia em Santiago de Compostela

Também acha «interessante» analisar a possível entrada da Galiza na CPLP
Quinta, 01 Setembro 2011 07:28
Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor
PGL - Em artigo publicado no El Correo Gallego, David Balsa reclama a celebraçom de umha Cimeira Internacional da Lusofonia em Santiago de Compostela, e salienta a «cada dia maior presença» da CPLP na cena internacional.
Na colaboraçom para o diário compostelano, Balsa lembra que a CPLP foi constituída na Cimeira de Lisboa de 1996 e que tem objetivos «muito similares» aos da Conferência Ibero-americana, criada em 1991 por iniciativa de Espanha e México para fomentar a cooperaçom política, económica e comercial entre os estados membros.
Para Balsa, num momento em que formam parte da CPLP países ou territórios com «escassa presença lusófona» como Macau (China), Goa (Índia) ou a Guiné-Equatorial, seria interessante «abrir um debate na Galiza para analisar a possibilidade da nossa incorporaçom como membro observador ou convidado especial na CPLP». Neste senso, Balsa lembra as «importantes afinidades culturais, lingüísticas e comerciais» entre a Galiza e o resto de países lusófonos.
Por estes motivos, o atual presidente da Conferência Eurocentroamericana pide a celebraçom de umha Cimeira da Lusofonia no nosso país, e propom como lugar idóneo a Cidade da Cultura, cujas «excecionais instalaçons» poderiam servir para acolher eventos do mundo lusófono e «reforçar o papel de Compostela e da Galiza como ponto de encontro entre Europa, a América Latina e a Lusofonia».
Em opiniom de Balsa, umha cimeira destas características também seria umha «interessante» para possibilitar a assinatura de convénios de intercámbio cultural com os diferentes países da CPLP e «abrir as portas para futuros encontros e acordos nos ámbitos empresarial ou político» com que «reforçar a presença da Galiza nestes países».

+ Ligaçons relacionadas:

Como o falante galego é visto em Portugal?

Como o falante galego é visto em Portugal?

A esta pergunta de um leitor , Carlos Rocha, responde no Ciberdúvidas da língua portuguesa assim:
 
Há realmente um grande desconhecimento em Portugal acerca das afinidades linguísticas com a Galiza. Perante um falante de galego, é típico um português tentar falar castelhano, muitas vezes porque não reconhece o que ouve como língua ainda muito próxima da que fala a sul do rio Minho. Lembro-me, por exemplo, de que, durante a crise do Prestige no final de 2002, os noticiários portugueses normalmente legendavam as respostas das entrevistas feitas aos habitantes do litoral galego; muitos deles falavam um galego que, apesar da “geada” (troca do "g" por um som parecido com o "jota" castelhano), tinha uma entoação familiar para ouvidos portugueses. Este comportamento dos canais de televisão em Portugal parecia obedecer ao atavismo de considerar castelhano tudo o que se fala para lá da fronteira. Penso ainda que a identidade galega nem sempre é clara para o português médio ou popular. Assim, é curioso que, dialetalmente, nem sempre um
 galego é apenas um habitante da Galiza. Por exemplo, no Alentejo um galego pode ser um natural das Beiras (Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa). E suspeito que no Norte e no Centro de Portugal, em algumas regiões que não fazem fronteira com a Galiza, um zamorano, um salmantino ou até um estremenho de Cáceres – não sei se de Badajoz – sejam todos galegos (o que pode ter alguma verdade histórica em casos como os de San Martín de Trevejo, Valverde del Fresno e Eljas). É claro que também acontece que alguns (ou muitos?) portugueses ficam baralhados quando começam a ler o que se escreve a norte do Minho. É como se dissessem: «o que se passa, que os espanhóis andam a escrever num português estranho?» Recordo que há cerca de dez anos se dedicou um excelente número da revista Colóquio Letras (Fundação Calouste Gulbenkian) à cultura galega. Nele, a prof.ª Pilar Vázquez Cuesta abordava
 justamente o desconhecimento com que os portugueses (quase sempre não acadêmicos, mas também há acadêmicos) costumam “brindar” os galegos, quando se trata de falar dos laços comuns. Para esta situação contribui certamente o fato de a História ter dificultado desde muito cedo a descoberta ou o reforço desse elo: quando, com D. Dinis, os documentos notariais portugueses passaram a ser escritos na língua que se desenvolvera no Noroeste da Península e a que historicamente poderíamos chamar galego, o reino de Portugal já existia há mais de um século. Assim, ao querer dar nome ao “galego” que se falava do Minho ao Algarve, esse nome foi muito logicamente português, visto que se estava a designar o idioma do Reino de Portugal e do Algarve. Explica-se, deste modo, que se fale em português antigo, não porque se negue a relação ou mesmo a identificação com o galego, mas talvez porque se pensa que o Condado e, depois, Reino de
 Portugal é que deu consciência idiomática coletiva a uma parte dos dialetos galegos – os que eram falados pelos portugueses. Sobre este assunto, recomendaria uma obra que dedica alguns capítulos ao problema da designação da língua na faixa ocidental da Península: Ramón Mariño Paz, Historia da Lingua Galega, Santiago de Compostela, Sotelo Blanco, 1998.

Carlos Rocha :: 30/06/2006 

http://ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=18099

O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE







TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari
(varredor) por  1 mês e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.
Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'.
Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.


O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.
'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço.
Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.
Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central.
Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.
Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.
Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
 *Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Respeito: passe adiante!   
 
Rosa vermelha"Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.Rosa vermelha
O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor".






--
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

lusofonia por Antonio Capucho


Vídeos do MIL: Movimento Internacional Lusófono".
Depoimento de António d' Orey Capucho sobre a Lusofonia ...
Depoimento de António d' Orey Capucho sobre a Lusofonia. movimentolusofono 199 videos. Subscribe Alert icon Subscribed. Sign ...
www.youtube.com/watch?v=BpF9e_Kc06M