segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A CHINA E A BASE DAS LAJES NA TERCEIRA

A China quer as Lajes

Há poucos meses, sugerimos aqui (como ironia e para sublinhar os limites estreitos do quadro financeiro-económico em que Merkel e amigos puseram a Europa a definhar) que os responsáveis portugueses deveriam antecipar as ordens de Merkel e do ‘Bild’ para “vender as ilhas” e começarem já a trabalhar nesse cenário. Mal adivinhámos na altura que o trágico da realidade vai bem à frente da nossa ironia. Não que Cavaco, Passos, Gaspar & Cª antecipem o quer que seja mas sim porque alguém o faz. Não são os portugueses que pensaram em vender as ilhas… São os chineses que pensaram em comprá-las! A começar pela Terceira, nos Açores, a da Base das Lajes! O ‘Bild’, entretanto, não deu a notícia deste interesse chinês… Pena que assim seja.
No fim de Junho passado,  o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao fez por arranjar, no regresso de uma viagem à América do Sul, uma “escala técnica” nas Lajes. Durante 4 horas, Wen Jiabao visitou (e também os homens da sua comitiva…) a base e a ilha. As campaínhas de alarme tocaram nas grandes capitais europeias e em Washington.
Bizarro… A delegação chinesa partira do aeroporto de Santiago do Chile e a viagem normal de regresso à China seria, simplesmente, um atravessar do Pacífico. Como é, aliás, habitual os chineses fazerem. Então, perguntou-se alguma gente, o que levou Wen Jiabao a mais que duplicar o percurso de regresso? Olhando para o percurso, a resposta parece simples.  A alteração do percurso de regresso tinha apenas como objectivo encontrar um pretexto para esta “escala técnica” que não era tal mas sim a oportunidade para Jiabao inspeccionar a base e a ilha… Essa era a única razão para o seu avião não estar no Pacífico mas no Atlântico.
Em Washington, houve imediatamente quem interpelasse o Pentágono sobre os seus planos para ‘desinvestir’ nas Lajes (decisão que de um ponto de vista técnico-militar pode fazer sentido mas que de um ponto de vista estratégico é muito questionável). Com o já alto desemprego existente na Terceira (10%) e dado que a base assegura 5% dos empregos da ilha, a conclusão em certos círculos de Washington é que Portugal terá de encontrar um novo ‘inquilino’ para as Lajes. Como também é conhecido que Pequim escolheu Portugal como a sua grande porta de entrada na Europa Ocidental e no Atlântico, as contas não foram difíceis de fazer quando Wen Jiabao desembarcou nas Lajes.
A Base Aérea nº4 é uma grande atracção para Pequim. Se lá puser o pé, a China pode patrulhar as zonas norte e centro do Atlântico, pode mesmo cortar o tráfego aéreo e marítimo entre a Europa e os EUA (que vingança para quem tem o poderio naval americano no estreito de Taiwan e em todo o chamado mar da China…) e também negar o acesso ao Mediterrâneo.
Uma, apenas uma, das ilhas portuguesas do Atlântico chega para fazer ‘tocar campaínhas’ de Pequim a Washington passando pela Europa e por Moscovo… Para evitar mais alarmes, o Pentágono que faça o favor de proibir Merkel de dar ‘ordens’ para “vender as ilhas” e mandá-la portar-se bem. Talvez que Putine também possa ajudar nisso… É que pode haver alguém que siga a ‘ordem’ à risca… “Quantos milhões são precisos para tomar conta desse partido no governo?”, perguntava, já há tempos, um ‘jornalista’ oriental aos seus convidados na mesa de um restaurante de Lisboa. Não foi possível ouvir a resposta.

a diplomacia de Salazar



Ouça a entrevista do autor da obra , Bernardo Futcher Pereira, embaixador de Portugal na Irlanda, "A Diplomacia de Salazar"  (1932-1949),

Embaixador publica livro sobre "A Diplomacia de Salazar", edição da D.Quixote


“Há preconceitos próprios da época que reflectem a sua ideologia, como o antiamericanismo, a ideia de que os Estados Unidos se vão apropriar de áreas que deviam ser preenchidas pelos europeus”, salienta: “Salazar resiste quanto pode à ascensão dos Estados Unidos, mas compreende que para os interesses do país e para a sobrevivência do regime lhe convém um entendimento com o campo ocidental.”
O propósito deste trabalho é o de apresentar uma visão de conjunto da diplomacia do Estado Novo no período entre a ascensão de Salazar à chefia do Governo, em julho de 1932, e a adesão de Portugal à Aliança Atlântica, em 1949. Mais do que uma interpretação das grandes linhas da política externa portuguesa nesses anos, este livro pretende ser uma crónica das múltiplas crises e desafios com que Portugal se viu confrontado e das respostas que o regime lhes deu, essencialmente no plano diplomático. O período em questão é notoriamente rico. Nele se destacam dois acontecimentos que tiveram um enorme impacto em Portugal: a Guerra Civil de Espanha e a Segunda Guerra Mundial.

O livro está nas bancas e chama-se "A Diplomacia de Salazar". A obra fala das relações diplomáticas do país entre 1932 e 1949.

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sobrenomes/apelidos galegos

sobrenomes galego-portugueses 

http://falaresdanossalingua.blogspot.pt/2011/11/sobrenomes-galego-portugueses.html

além da toponímia comum, Galiza e Portugal partilham um sem número de sobrenomes de família. evidentemente, muitos são comuns também ao Brasil, que, aliás, partilha muitos outros sobrenomes de origem galega que não existem ou são muito pouco frequentes em Portugal.
aqui vão alguns, já mais de 390, que tentarei ir atualizando:
Abade - também grafado Abad
Abelaira
Abelheira - também grafado Abelleira.
Abelho - também grafado Abello
Aboim – também grafado Aboín e Abuín
Abrantes
Abreu
Afonso
Agra
Agrelo
Aguiar
Aldão - também grafado Aldao
Alfaiate
Álvares - também grafado Álvarez
Alvarinho – também grafado Alvariño
Alves
Amado
Amaral
Amarante
Amorim – também grafado Amorín
Andrade
Antunes - também grafado Antúnez
Araújo – também grafado Araúxo
Areal
Arroteia - também grafado Arrotea
Avelar
Azeredo - também grafado Aceredo
Azevedo - também grafado Acevedo
Bacelar - também grafado Vacelar
Baía - também grafado Bahia
Balsa
Balseiro
Baltar
Barata
Barbeito
Barbeitos
Barbosa
Barral
Barreira
Barreiro
Barreiros
Barreto
Barros
Barroso
Bastos
Batalha - também grafado Batalla
Belo - tem as variantes Bello e Velo
Beloso – ver Veloso
Bértolo
Bezerra - também grafado Becerra
Bicho
Bispo
Bogas
Bouças – também grafado Bouzas
Bouçós - também grafado Bouzós
Braga
Bugalho
Bulhosa - também grafado Boulhosa, Bullosa e Boullosa
Caamanho – também grafado Caamaño
Cabanelas
Cabeça - também grafado Cabeza
Cabral
Cadaval - também grafado Cadabal
Cadilhe - também grafado Cadille; tem a variante Cadilha/Cadilla
Caeiro
Cal
Caldas
Caminha - também grafado Camiña
Camões - também grafado Camoens
Campelos
Campos
Cancela
Câncio - também grafado Cancio
Candal
Canelas
Canossa – também grafado Canosa
Capelo
Caramelo
Cardoso - também grafado Cardozo
Caridade - também grafado Caridad
Carnoto
Carpinteiro
Carreira
Carvalheda - também grafado Carballeda
Carvalheira – também grafado Carballeira
Carvalhinho - também grafado Carballiño
Carvalho – também grafado Carballo
Casais
Casal
Casaleiro
Cascudo (Gz. e Br.)
Caseiro
Casqueiro
Castanheira - também grafado Castañeira
Castanho - também grafado Castaño
Castelão - também grafado Castelao
Casteleiro
Castelo
Castro
Catoira (Gz. e Br.)
Cavaco – também grafado Cabaco
Cavaleiro
Celeiro
Centieiro - também grafado Sentieiro
Cerejo - também grafado Cereijo
Cernadas
Cerqueira
Cesteiro
Chaves - também grafado Chávez
Cid
Coira
Conde
Cordeiro
Correia – também grafado Correa
Cortinhas
Costa, da - também grafado Dacosta
Cota - também grafado Cotta
Cotelo
Cotrim - também grafado Cutrín
Couceiro
Coutinho - também grafado Coutiño
Couto
Crespo
Cruz
Cunha, da - também grafado Cuña e Dacuña
Curto
Devesa
Direito
Domingues – também grafado Domínguez
Dourado
Durão - também grafado Durán
Eanes - também grafado Ianes
Eiras
Eiriz
Enes - também grafado Ennes
Ermida
Esteves – também grafado Estevez
Farinha - também grafado Fariña
Feijó - tem as variantes gráficas Feijóo, Feixó e Feixóo
Félix
Fernandes – também grafado Fernández
Ferreira
Ferreiro
Ferro
Feteira
Fidalgo
Figueiras
Filgueiras
Folgado
Folha - também grafado Folla
Fonseca
Fontão - também grafado Fontán e Fontao
Fonte, da
Fontela - tem a variante Fontenla
Fontes
Fontoura
Frade
Fraga
Fragata
França - também grafado Franza
Franco
Freire - também grafado Freyre
Freiria
Freitas
Freixo
Fresco
Fróis - também grafado Froiz
Gago
Gaio - também grafado Gayo
Gaioso - também grafado Gayoso
Galego
Gândara - também grafado Gándara
Gandarela
Garrido
Gato
Geada
Gil
Gomes – também grafado Gómez
Gonçalves – também grafado Gonzálvez
Gondar
Gradim - também grafado Gradín
Grande
Granha (Gz. e Br.)
Guerreiro
Guilherme - também grafado Guillerme
Guimarães - também grafado Guimaraens. tem as variantes Guimaráns e Guimarás
Guimil
Henriques – também grafado Henríquez
Igrejas - também grafado Igrexas
Janeiro
Junqueira - também grafado Xunqueira
Justo
Ladeiro
Lage – também grafado Laxe
Lago
Lagoa
Lains
Lamas
Lameiras
Landeira
Landim - também grafado Landín. Landim é variante de Nandim
Laranjeira - também grafado Laranxeira
Laranjeiro - também grafado Laranxeiro
Leitão - também grafado Leitao
Leite - também grafado Leyte
Lema (Gz. e Br.)
Lemos
Lindim - também grafado Lindín
Linhares - também grafado Liñares
Lira (Gz. e Br.)
Lobato
Lomba
Lopes – também grafado López
Lourenço - também grafado Lourenzo
Louro
Lousada
Machado
Maciel
Madeira
Madureira
Magarinhos - também grafado Magariños
Maio
Malaquias
Maleiro
Malheiro - também grafado Malleiro
Maneiro (Gz. e Br.)
Mano - também grafado Manno
Manso
Marinho - também grafado Mariño
Mariz
Martelo
Martinho - também grafado Martiño
Martins – também grafado Martíns
Mato
Matos - também grafado Mattos
Matoso - também grafado Mattoso
Medeiros
Meira
Meleiro
Mendes – também grafado Méndez
Mestre
Miguéis - tem as variantes Miguéns e Miguez
Milheiro
Miragaia - também grafado Miragaya
Miranda
Moinhos - também grafado Muiños
Monteiro
Montenegro
Morais- também grafado Moraes
Moreira
Mota, da
Mourinho – também grafado Mouriño
Mouzinho
Naia, da
Namorado
Nandim - também grafado Nandín
Neira
Neto
Nogueira
Nogueiro
Novo
Nóvoa
Oleiro
Oliveira – também grafado Olveira e Ulveira
Ortigueira
Osório
Outeiro
Pacheco
Pais - também grafado Páis, Páes e Páez
Palmeiro
Parada
Paredes
Pato - também grafado Patto
Paz
Pedreira (Gz. e Br.)
Pedrosa
Pego
Peixoto
Peleteiro
Pena
Penha – também grafado Peña
Penteado
Pereira
Peres – também grafado Pérez
Pico, do -
Pinheiro – também grafado Piñeiro
Pita
Poças - também grafado Pozas
Pombo
Pontes
Portas
Portela
Porto
Pousada
Prado
Pratas
Prego
Preto
Puga
Queirós - também grafado Queiroz
Quinta, da - também grafado Daquinta
Quintas
Quintela
Rabelo
Rainho - também grafado Raiño
Rama
Ramalheira - também grafado Ramalleira
Ramalho - também grafado Ramallo
Ramos
Raposo
Redondo
Regadas
Rego
Regueiro
Rei – também grafado Rey
Represas
Ribas
Ribeiro – também grafado Riveiro
Rigueiro
Rio
Rios - também grafado Ríos
Roçadas - também grafado Rozadas
Rocha, da - também grafado Darrocha e Darocha
Rodeiro
Rodrigues – também grafado Rodríguez
Roma
Romariz
Sá – também grafado Saa
Saavedra
Sabugueiro
Salgado
Salgueiro
Salvado
Sampaio - também grafado Sampayo
Sande
Santana
Santiago
Santos
Sapateiro - também grafado Zapateiro
Saraiva
Sardinha - também grafado Sardiña
Sarmento - tem a variante Sarmiento
Seabra
Seixas - também grafado Seijas
Senra
Sentieiro - ver Centieiro
Seoane
Sequeiros
Serém - também grafado Serén
Silva
Silveira
Sinde
Sobral
Sobreira
Sobrinho - também grafado Sobriño
Soeiro – também grafado Sueiro
Soutelo
Souto
Soutomaior – também grafado Soutomayor e Sottomayor
Sumavielle
Tabuada - também grafado Taboada
Tábuas - também grafado Táboas
Tato
Teixeira
Telmo
Tenreiro
Testas
Tojeiro
Tomé
Torrado
Trigo
Trigueiros
Valadares - também grafado Valladares
Vale - também grafado Val
Vaqueiro - tem a variante Baqueiro
Varela
Várzea – também grafado Barcia
Vassalo - também grafado Vassallo
Vasques – também grafado Vázquez
Vaz - também grafado Baz
Veiga
Velho - também grafado Vello
Veloso – também grafado Beloso
Verde
Veríssimo - também grafado Verissimo
Viana
Viçoso - também grafado Vizoso
Vidal
Vieira
Vilaça - também grafado Villaza
Vilar
Vilares - também grafado Villares
Vilarinho – também grafado Vilariño
Vilas
Vilaverde - também grafado Villaverde
Vinagre
ora digam lá se não somos o mesmo povo...
nota: as grafias alternativas justificam-se por influências ortográficas diferentes, mas não traduzem diferença de pronúncia. por exemplo: Barcia e Várzea, Batalha e Batalla, França e Franza, Mouriño e Mourinho, Vázquez e Vasques, Viçoso e Vizoso, Xunqueira e Junqueira.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

alunos portugueses descobrem...





Alunos portugueses descobrem três novos asteroides

Publicado em 2012-11-19

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Três novos asteroides (pequenos planetas) foram descobertos por alunos de duas escolas portuguesas no âmbito do projeto "International Astronomical Search Colaboration".
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Alunos portugueses descobrem
                                    três novos asteroides
Alunos da Secundária D. Maria II, de Braga
Os jovens "cientistas" portugueses fazem parte de um projeto internacional de "pesquisa de asteroides" - apoiado pela Universidade Hardin-Simmons do Texas - que visa "envolver alunos em projetos ligados à ciência", explicou Ana Costa, a coordenadora da iniciativa em Portugal, em entrevista telefónica à agência Lusa.
Os pequenos descobridores dos três asteroides são alunos da Escola Básica de Vilar de Andorinho, Gaia, com idades entre os 11 e 12 anos, e da Escola Secundária D. Maria II, de Braga, com idades entre os 15 e 17 anos. Dois dos asteroides foram descobertos pela equipa de Vilar de Andorinho e um terceiro asteroide foi identificado pela equipa da escola de Braga.
A descoberta dos asteroides no âmbito do projeto intitulado International Astronomical Search Collaboration (IASC) foi fruto da captação de imagens "do céu noturno pelo Observatório Astronómico dos EUA". Estas imagens são enviadas imediatamente no dia seguinte para as escolas portuguesas e tratadas pelos estudantes com a ajuda de um "software" especial de astronomia, explicou a professora.
Nas observações, os alunos sabem que as estrelas não se movimentam, mas quando identificam corpos celestes em movimento também sabem que podem ter conseguido descobrir asteroides, ou seja, restos de formação do sistema solar que refletem a luz que recebem das estrelas.
A participação de Portugal no projeto internacional faz-se através do Núcleo Interativo de Astronomia, uma instituição sem fins lucrativos criada em 2001 por astrónomos profissionais e amadores e cujos objetivos são a divulgação e o ensino da Ciência, em particular da Astronomia e Astrofísica.
Os três asteroides vão ser batizados pelo Minor Planet Center, num processo que pode demorar "vários anos", o tempo necessário para determinar o tamanho ou a trajetória, acrescentou.
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n diálogos lusófonos

PRÉMIO NOBEL VOLTA AOS COLÓQUIOS DA LUSOFONIA

De 14 a 17 de março na Maia o Prémio Nobel da Paz 1996 Dom Ximenes Belo estará (de novo) no 19º colóquio da lusofonia bem como o
Dr. Gilvan Muller de Oliveira, Diretor Executivo do IILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa),
a Dra Ana Paula Laborinho, Presidente do Instituto de Cooperação e Língua (ex Instituto Camões),
o Dr Luiz Fagundes Duarte, Secretário Regional da Educação, Ciência, Cultura dos Açores.
Escritor homeageado ÁLAMO OLIVEIRA com a presença de VASCO PEREIRA DA COSTA, URBANO BETTENCOURT, NORBERTO ÁVILA, e aguardamos a confirmação de MANUEL ALEGRE E MANUEL ROSA...(o escritor que fala da origem de Cristóvão Colombo)

XIX Colóquio MAIA 2013
http://www.lusofonias.net/conteudo/19%C2%BA-coloquio-maia2013/
http://xix.lusofonias.net
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portugal digital 23 nov 2012

Caso não esteja visualizando, acesse aqui.

Newsletter Portugal Digital 23/11/2012 - Ano X - Edição 2257
Informação e Comunicação Empresarial Luso-Brasileira
Logotipo da Newsletter

Empresas tecnológicas de Minas Gerais procuram oportunidades em Portugal

Belo Horizonte - A Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - Minas Gerais e a Fumsoft, entidade de promoção tecnológica, vão promover de 10 a 16 de dezembro uma missão empresarial a Portugal para intercâmbios tecnológicos, tendo como principal interlocutor a Universidade do Porto.  Leia mais

"Não acredito que o acordo ortográfico resolva as dificuldades"

Lisboa - Pedro Garcia Rosado acaba de publicar em Portugal "Triângulo", o mais recente romance da série "Não Matarás", através do qual a Asa, editora do grupo Leya, procura dinamizar a literatura policial portuguesa. Em ao Portugal Digital, o escritor diz acreditar que os policiais têm mercado em Portugal, mas também vê no Brasil "um mercado onde podem ser bem sucedidos, se os seus editores os quiserem promover".  Leia mais

Procurador geral da República defende poder de investigação do Ministério Público

Brasília - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, união dos membros da magistratura e do Ministério Público (MP). O procurador-geral voltou a defender a manutenção do poder de investigação do Ministério Público e disse que somente países sem uma democracia plenamente consolidada impedem o MP de investigar.  Leia mais

Luís Fernando Veríssimo está internado em estado grave num hospital de Porto Alegre

Porto Alegre - O escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo continua internado no Centro de Tratamento Intensivo do Hospital Moinho dos Ventos, em Porto Alegre. Veríssimo, 76 anos, foi internado com um quadro de infecção generalizada, sentindo febre, dores musculares e fadiga.  Leia mais

EDP Escelsa recebe certificação ISO 14001

São Paulo - A EDP Escelsa, distribuidora de energia elétrica do grupo EDP no Brasil, recebeu a certificação ISO 14001, do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). A norma pela qual a participada brasileira do grupo português foi certificada avalia a excelência dos programas ambientais com a identificação, controle dos processos e impactos.  Leia mais

Delegado-geral da Polícia de São Paulo diz que há indícios de participação de policiais em chacinas

São Paulo - O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro de Lima, disse existirem indícios de que há participação de policiais nas mortes com características de execução ocorridas na região metropolitana nos últimos meses.  Leia mais

Rio de Janeiro receberá a 1a Mostra do Imobiliário de Portugal

Rio de Janeiro - A Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro, em parceria com a Consultan e a WL Partners vai promover nos dias 07, 08 e 09 de dezembro, a 1ª Mostra do Imobiliário de Portugal no Rio de Janeiro (MIP 2012).  Leia mais

Concurso vai escolher o "Melhor Bolo Rei" do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro - A Câmara Portuguesa de Comércio e Indústria do Rio de Janeiro vai promover a 2ª edição do Concurso entre Padarias e Confeitarias do Rio de Janeiro para a escolha do melhor Bolo Rei do Rio de Janeiro. Evento acontecerá no Palácio São Clemente, sede do Consulado Geral de Portugal.  Leia mais

Lula recebe em Nova Delhi distinção da Índia

Nova Delhi - O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu em Nova Delhi, capital da Índia, o prêmio Indira Gandhi pela Paz, Desarmamento e Desenvolvimento 2010. Em seu discurso, Lula defendeu a inclusão do Brasil e da Índia no Conselho de Segurança da ONU, e uma ordem mundial mais democrática como forma de alcançar a paz.  Leia mais

Banco Central atribui a "crescimento da economia" aumento das remessas de empresas para o exterior

Brasília - "As remessas de lucros e dividendos, que estavam mais baixas que em 2011, tiveram uma retomada em outubro. Isso é consistente com a retomada do crescimento econômico no segundo semestre do ano", diz diretor do Banco Central.  Leia mais

Imagens de confrontos em Lisboa entre manifestantes e polícia "desaparecem" da RTP

Lisboa - A Comissão de Trabalhadores da RTP, estação pública da televisão portuguesa, quer saber quem pediu as imagens referentes aos incidentes do dia da greve geral, para onde é que elas foram e por que motivos foram pedidas. O ministro responsável pela RTP, Miguel Relvas, diz que o assunto é da responsabilidade do Conselho de Administração da televisão estatal portuguesa e este, por seu turno, diz que não sabe de nada.  Leia mais

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

trilogia da história de timor em dvd 3760 páginas


  1. NO 18º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA GALIZA LANÇOU-SE UMA PEQUENA EDIÇÃO DE AUTOR (250 EXEMPLARES ASSINADOS) E SOBRARAM ALGUNS EXEMPLARES DO CD-LIVRO da TRILOGIA DA HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE.
  2. Este volume atualiza Timor-Leste, 1983-1993, volume 2 Historiografia de um repórter, ( 2ª edição revista com mais de 3760 páginas ) e inclui os outros dois LIVROS DA TRILOGIA da HISTÓRIA DE TIMOR-LESTE vol. 1 (O Dossier Secreto 1973-1975 em PT e Inglês) e vol. 3 (As guerras tribais. A história repete-se 1894-2006 ), de J. Chrys Chrystello
  3. custo de apenas euros 10.00 € (incluindo portes) por mais de 3760 páginas, ENCOMENDE PARA chrys@lusofonias.net INDICANDO NOME E MORADA e eu indicarei o nº da conta para onde pagar

  4. Nota explicativa
    Quando comecei a trilogia da História de Timor movia-me o sentimento de perda das novas gerações de timorenses despojados de arquivos e registos sobre o seu passado mais recente. Assim escrevi e publiquei em 1999 “Timor Leste: o Dossier secreto 1973-1975” com uma edição efémera de 3 mil exemplares, esgotados ao fim de três dias, pela já desaparecida Contemporânea Editora, e traduzida diretamente do original em Inglês. Cobre todos os acontecimentos vividos pelo autor em Timor Leste no período de 1973-1975, achando-os importantes para reportar uma fase inicial dos mais negros 25 anos da História e um contributo importante para a reposição desta.


    O segundo volume em 2005 (com cerca de 3600 páginas, vai na mesma senda de tentar reconstruir essa História perdida e chama-se Timor Leste: Historiografia de um Repórter e serve como contributo para a recuperação dos arquivos históricos de notícia sobre aquele país, a ideia visava englobar os períodos de 1973-1975 (1º volume) e 1984-1992 (2º volume), recuperando dados dos arquivos pessoais e de noticias enviadas e publicadas ao longo dos vários anos em que Timor dominou a atividade jornalística do autor. Incluem-se reproduções de textos de Xanana Gusmão, Mons. Ximenes Belo, e vários outros documentos relacionados com a causa timorense, desaparecidos na voragem dos incêndios de 1999 e alguns deles exemplares quase únicos da grande saga do povo de Timor no período em questão. O material que lhes deu origem e outro não publicado foi ofertado à Torre do Tombo em 2011.


    Enquanto o primeiro volume visa ilustrar os dois últimos anos de ocupação portuguesa pelos olhos dum oficial do exército colonial, o segundo volume ilustra uma luta intensa e raramente falada na comunicação social mundial, rumo à libertação do jugo neocolonial indonésio, pelo olhar privilegiado de um jornalista que escreveu talvez mais sobre Timor que qualquer outro, e cujo convívio diário com personagens como José ramos Horta, João Carrascalão, Roque Rodrigues, Ágio Pereira e tantos outros, lhe deu uma visão singular do interior da Resistência, das suas lutas com o mundo exterior e dissidências internas. Pouco texto foi acrescentado, apenas a visão dos artigos e sua posterior publicação ou não nos jornais, com a censura que lhes foi imposta.


    Trata-se, creio duma obra fundamental para os Historiadores mais tarde poderem reconstruir a História de Timor nessas décadas, servindo-se das notícias veiculadas por diversos órgãos de comunicação social nos quatro cantos do mundo. A reprodução de documentos da época torna ainda mais atraente este volume dado que grande parte deles não existe já em qualquer arquivo. O livro aflora ainda eventuais casos de censura ou limitação do direito à informação impostos ao autor, as suas suspensões de serviço da agência Lusa, Público, etc., a sua proibição de se deslocar a Timor aquando da visita papal, e a sua luta para que a voz silenciada dos timorenses não fosse manipulada por interesses políticos, partidários e outros dos governos de Lisboa e meros interesses económicos dos governos em Camberra.


    O terceiro volume reúne capítulos publicados avulso noutras obras e visa estabelecer paralelismos entre as guerras tribais do final do século XIX e o reacender de tribalidades ancestrais em 2006.



ENCOMENDE PARA chrys@lusofonias.net INDICANDO NOME E MORADA e eu indicarei o nº da conta para onde pagar

BRASILEIROS EM PORTUGAL

Brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros em Portugal

Lisboa - Os brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros residentes em Portugal. De acordo com o Censo 2011 (resultados definitivos), há 109,7 mil brasileiros, o que equivale a 28% dos 394,4 mil imigrantes. Depois do Brasil, o maior número de estrangeiros residentes em Portugal vem de Cabo Verde (10%), Ucrânia (9%) e Angola (7%).  Leia mais

LATIM E GREGO NAS ESCOLAS DOS AÇORES

link.

ABANDONO ESCOLAR

NOTÍCIAS DESTAS NÃO ABONAM NADA A FAVOR DE PORTUGAL
Depois de Malta e Espanha, Portugal é o terceiro país da União Europeia com maior abandono escolar
www.portugaldigital.com.br
O abandono escolar precoce em Portugal atingiu os 23,2%

VISTOS GOLD PORTUGAL

VISTOS GOLD PARA IMIGRANTES EM PORTUGAL: UMA MENSAGEM DO DEPUTADO CARLOS PÁSCOA

NOTÍCIAS DA IMIGRAÇÃO
Gostaria de abordar o tema dos vistos “Gold” que têm sido muito falados nos últimos dias mas que me parecem pouco divulgados fora de Portugal.
Os vistos gold ou vistos dourados, são vistos de permanência em Portugal, concedidos a cidadãos estrangeiros que se enquadrem em pelo menos uma das três situações a seguir:

a) Que façam uma transferência de capitais no montante igual ou superior a 1 milhão de euros;
b) Que criem pelo menos 30 postos de trabalho;
c) Que adquiram imóveis de valor igual ou superior a 500 mil euros.
Para o previsto no item a) considera-se satisfeito o requisito sempre que o interessado comprove o investimento mínimo exigido, com exceção de investimentos em ações não cotadas em Bolsa de Valores.
Para o caso previsto no item b) considera-se preenchido o requisito sempre que o requerente demonstre ter criado pelo menos 30 postos de trabalho e procedido à inscrição dos trabalhadores na Segurança Social.
No caso previsto no item c) considera-se preenchido o requisito sempre que o interessado demonstre ter a plena propriedade de bens imóveis e livres de quaisquer ônus ou encargos.
Para qualquer uma das modalidades existe um requisito temporal mínimo de cinco anos para a manutenção das atividades de investimento, contado a partir da data da concessão da autorização da residência.
Quanto a prazos mínimos de permanência para renovação da autorização de residência é de 30 dias no primeiro ano e de 60 dias no seguinte e subsequentes períodos de dois anos.
Eu sou favorável a qualquer medida que vise diminuir a quantidade de imóveis para venda e que incentive o investimento em Portugal pois é disso que necessitamos, vejo no entanto que é uma medida apesar de positiva muito seletiva, acredito em incentivos que atinjam a uma franja maior da sociedade.
Recentemente tive oportunidade de apresentar ao Senhor Secretário de Estado das Finanças duas sugestões que visam incentivar a poupança e a compra de imóveis em Portugal por cidadãos portugueses ou não, que residam no exterior, no entanto, como implicam em benefícios fiscais, estão bloqueadas pelas Instituições Internacionais que hoje financiam nosso programa de ajustamento, por isso até final de 2013 nada pode ser proposto nesse sentido.
De qualquer forma a medida dos vistos dourados, apesar de pouco abrangente é obviamente positiva.
CARLOS PÁSCOA
DEPUTADO

portugal digital 23 nov 2012

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Newsletter Portugal Digital 22/11/2012 - Ano X - Edição 2256
Informação e Comunicação Empresarial Luso-Brasileira


CCR volta a entrar na corrida pela portuguesa ANA

Lisboa - A CCR ficou de fora da privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, mas o grupo brasileiro, concessionário de autoestradas, já acordou a sua entrada no consórcio Flughafen Zürich, que integrará ainda o fundo Global Infrastructure Partners (GIP).  Leia mais

Empresários portugueses e brasileiros debatem oportunidades em Pernambuco

Recife - O Recife acolhe esta quinta-feira o Encontro Empresarial Brasil - Portugal, um evento que procurará identificar as melhores oportunidades de negócio do estado de Pernambuco para os empresários dos dois países. A iniciativa será encerrada pelo embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Ribeiro Telles. Entre os convidados estão o governador em exercício de Pernambuco, João Lyra Neto, e o presidente da Federação das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, Raul Penna.  Leia mais

Mensalão: pena de Pizzolato, ex-diretor do Banco do Brasil, soma mais de 12 anos de prisão

Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu a pena do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato no processo do mensalão. Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão, além de 530 dias-multa, que totalizam mais de R$ 1,3 milhão em valores não atualizados.  Leia mais

Livro sobre colonização portuguesa do embaixador José Fernandes Fafe é lançado no Rio

Rio de Janeiro - A editora Babel promove esta quinta-feira na Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro, o lançamento da edição brasileira do livro "A colonização portuguesa e a emergência do Brasil", da autoria de José Fernandes Fafe, ex-embaixador português em Cuba, México e Cabo Verde.  Leia mais

Brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros em Portugal

Lisboa - Os brasileiros formam a maior comunidade de estrangeiros residentes em Portugal. De acordo com o Censo 2011, há 109,7 mil brasileiros, o que equivale a 28% dos 394,4 mil imigrantes. Depois do Brasil, o maior número de estrangeiros residentes em Portugal vem de Cabo Verde (10%), Ucrânia (9%) e Angola (7%).  Leia mais

Governador de São Paulo anuncia novo secretário de Segurança e promete proteger a população

São Paulo - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou a saída do governo do secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto. O novo secretário, Fernando Grella, deve tomar posse nesta quinta-feira (22). O estado de São Paulo vive uma onda de violência, com aumento do número de homicídios de civis e policiais.  Leia mais

Mota Engil obtém resultado líquido de 58 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano

Lisboa - A construtora portuguesa Mota Engil, presente no Brasil e nos países africanos lusófonos, obteve nos primeiros nove meses do ano resultado líquido consolidado de 58 milhões de euros, o que significa aumento de 26% face ao mesmo período de 2011. Cerca de 60% da contribuição para o resultado veio do exterior.  Leia mais

Deputados criticam relatório da CPI do Cachoeira

Brasília - Insatisfeitos com o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as atividades do grupo do contraventor e empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, parlamentares decidiram protocolar representação na Procuradoria-Geral da República.  Leia mais

Número de pessoas assassinadas em outubro na cidade de São Paulo aumenta 114%

São Paulo - O número de casos de homicídio praticamente dobrou na capital paulista em outubro em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública.  Leia mais

Procura das empresas brasileiras por crédito cai 4% no acumulado do ano

São Paulo - A busca por crédito pelas empresas brasileiras caiu 1,8% em outubro na comparação com o mês anterior, de acordo com levantamento da Serasa Experian. Essa foi a segunda queda consecutiva. Na comparação com outubro do ano passado, a demanda das empresas por crédito foi 12,9% menor. No acumulado do ano, houve retração de 4% ante o mesmo período de 2011.  Leia mais

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

cplp abre concurso


CPLP abre concurso para contratação de técnicos para a área cultural

Lisboa - O Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) lançou um concurso aberto a candidatos dos estados membros para duas vagas de técnicos da direcção de Acção Cultural e Língua Portuguesa.  Leia mais

pós-datado ou posdatado?


Pós-datado ou Posdatado?
1) Com as alterações introduzidas em nosso sistema pelo Acordo Ortográfico de 2008, importa saber como se escreve a expressão indicativa de um cheque dado com data futura e para ser cobrado depois: pós-datado ou posdatado?
2) Desde logo, é importante observar que, se a questão do emprego de hífen com os prefixos já não é tão simples, com o prefixo pós a questão se potencializa em termos de dificuldades.
3) Diz o Acordo Ortográfico que num primeiro caso se usa o prefixo pós com hífen e acento: quando o segundo elemento se inicia por hpós-hipófise, pós-homérico. E essa é a única determinação efetivamente objetiva para o assunto.
4) Além disso, continua dizendo o Acordo Ortográfico que também se usa pós com hífen e acento, quando o segundo elemento tem vida à parte: pós-adolescência, pós-apostólico, pós-doutoramento, pós-escrito, pós-graduação, pós-guerra, pós-kantiano, pós--nupcial, pós-operatório.
5) E acrescenta que, se o segundo elemento não tem vida à parte, o prefixo se junta a ele diretamente: poscefálico, posfácio, posgênito, poslúdico, pospasto, pospor.
6) Não se pode deixar de dizer, todavia, que o conceito é de extrema fluidez, ao fincar a distinção para separar ou não por hífen apenas no fato de ter ou não ter o segundo elemento vida à parte, e basta considerar, por exemplo, pospor, para constatar a dificuldade de explicação para a respectiva grafia.
7) Num caso como esse – em que se constata a ausência de critérios fixos e palpáveis para um raciocínio de convicção e certeza – a única saída é consultar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, que é uma espécie de dicionário que lista as palavras reconhecidas oficialmente como pertencentes à língua portuguesa, bem como lhes fornece a grafia oficial.
8) Esse é o único recurso, porque, também conhecido pela sigla VOLP, ele é organizado e publicado pela Academia Brasileira de Letras, a qual tem a delegação e a responsabilidade legal de editá-lo, em cumprimento à Lei Eduardo Ramos, de n. 726, de 8/12/1900.
9) Pois bem. Em sua quinta edição, de 2009, a primeira após o Acordo Ortográfico, o VOLP faz constar o mencionado verbete com a forma pós-datado (ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, p. 669).