domingo, 3 de março de 2013

Português terá 350 milhões de falantes até o final do século



Português terá 350 milhões de falantes até o final do século

"O português hoje não é de Portugal, mas 'também' é de Portugal. Nós temos que acrescentar o 'também'. A grande riqueza que temos na Comunidade de Países da Língua Portuguesa [CPLP] é exatamente a partilha de uma coisa comum. Para que a língua seja de todos, todos temos que ceder", diz Anacoreta Correia, do Observatório da Língua Portuguesa.
Lisboa - Até o final do século 21, os oito países falantes de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) terão uma população de 350 milhões de pessoas – 100 milhões a mais que os atuais cerca de 250 milhões (dos quais mais de 190 milhões são brasileiros).
A conta é de Eugénio Anacoreta Correia, presidente do Conselho de Administração do Observatório da Língua Portuguesa, que funciona em Lisboa. Segundo ele, o número crescente de falantes do idioma é um dos fatores que aumentam o "potencial econômico" da língua.
Em sua opinião, a tendência demográfica - junto com a ascensão econômica de Angola, Brasil e Moçambique, bem como fatores culturais (como a música) e a Copa de Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016 – explicam o "boom do interesse" mundial pelo português, ao falar do aunento da procura por cursos de português em países não lusófonos.
Correia encerrou, quinta-feira (28), o 1º Congresso Internacional da Língua Portuguesa, organizado pelo observatório e pela Universidade Lusíada. O adiamento no Brasil da obrigatoriedade da nova ortografia para 2016 (decidido pela presidente Dilma Rousseff em dezembro passado) em nada afeta a expansão do idioma, na avaliação de Correia.
"Não é drama nenhum. O acordo não pode ser imposto, tem que ser absorvido pela sociedade e isso precisa de tempo", defendeu em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ele, "o que o Brasil fez foi um adiamento do prazo para terminar o processo, mas não interrompeu o processo", salientou. Para Correia, o governo brasileiro postergou a obrigatoriedade "por razões técnicas", tais como a necessidade de preparação de livros didáticos e professores.
"O Brasil é um continente. As dificuldades regionais, as assimetrias, a preparação de pessoas, a preparação de manuais em um país que tem a dimensão e a variedade do Brasil são muito grandes. Entendo perfeitamente que por razões técnicas possa ter havido necessidade desse adiamento".
O adiamento da entrada em vigor do acordo ortográfico no Brasil alimentou as críticas portuguesas às regras de unificação da escrita do idioma. É comum em Portugal escritores e colunistas publicarem textos em jornais e revistas com a observação de que não seguem as regras do acordo. "Utilizar isso como argumento antiacordo não é bom para ninguém", assinalou Eugénio Anacoreta Correia.
"O português hoje não é de Portugal, mas 'também' é de Portugal. Nós temos que acrescentar o 'também'. A grande riqueza que temos na Comunidade de Países da Língua Portuguesa [CPLP] é exatamente a partilha de uma coisa comum. Para que a língua seja de todos, todos temos que ceder", finalizou.

http://www.portugaldigital.com.br/cultura/ver/20075512-portugues-tera-350-milhoes-de-falantes-ate-o-final-do-seculo

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Atividade nos últimos dias:
O espaço Diálogo_Lusófonos tem por objetivo promover o intercâmbio de opiniões
"Se as coisas são inatingíveis... ora!/Não é motivo para não querê-las.../
Que tristes os caminhos se não fora/A mágica presença das estrelas!" Mário Quintana
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Tradução de mensagens :translate.google.pt/
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plágios





A Delinqüência Acadêmica*
Maurício Tragtenberg

O tema é amplo: a relação entre a dominação e o saber, a relação entre o intelectual e a universidade como instituição dominante ligada à dominação, a universidade antipovo.
A universidade está em crise. Isto ocorre porque a sociedade está em crise; através da crise da universidade é que os jovens funcionam detectando as contradições profundas do social, refletidas na universidade. A universidade não é algo tão essencial como a linguagem; ela é simplesmente uma instituição dominante ligada à dominação. Não é uma instituição neutra; é uma instituição de classe, onde as contradições de classe aparecem. Para obscurecer esses fatores ela desenvolve uma ideologia do saber neutro, científico, a neutralidade cultural e o mito de um saber “objetivo”, acima das contradições sociais.
No século passado, período do capitalismo liberal, ela procurava formar um tipo de “homem” que se caracterizava por um comportamento autônomo, exigido por suas funções sociais: era a universidade liberal humanista e mandarinesca. Hoje, ela forma a mão-de-obra destinada a manter nas fábricas o despotismo do capital; nos institutos de pesquisa, cria aqueles que deformam os dados econômicos em detrimento dos assalariados; nas suas escolas de direito forma os aplicadores da legislação de exceção; nas escolas de medicina, aqueles que irão convertê-la numa medicina do capital ou utilizá-la repressivamente contra os deserdados do sistema. Em suma, trata-se de “um complô de belas almas” recheadas de títulos acadêmicos, de um doutorismo substituindo o bacharelismo, de uma nova pedantocracia, da produção de um saber a serviço do poder, seja ele de que espécie for.
Na instância das faculdades de educação, forma-se o planejador tecnocrata a quem importa discutir os meios sem discutir os fins da educação, confeccionar reformas estruturais que na realidade são verdadeiras “restaurações”. Formando o professor-policial, aquele que supervaloriza o sistema de exames, a avaliação rígida do aluno, o conformismo ante o saber professoral. A pretensa criação do conhecimento é substituída pelo controle sobre o parco conhecimento produzido pelas nossas universidades, o controle do meio transforma-se em fim, e o “campus” universitário cada vez mais parece um universo concentracionário que reúne aqueles que se originam da classe alta e média, enquanto professores, e os alunos da mesma extração social, como “herdeiros” potenciais do poder através de um saber minguado, atestado por um diploma.
A universidade classista se mantém através do poder exercido pela seleção dos estudantes e pelos mecanismos de nomeação de professores. Na universidade mandarinal do século passado o professor cumpria a função de “cão de guarda” do sistema: produtor e reprodutor da ideologia dominante, chefe de disciplina do estudante. Cabia à sua função professoral, acima de tudo, inculcar as normas de passividade, subserviência e docilidade, através da repressão pedagógica, formando a mão-de-obra para um sistema fundado na desigualdade social, a qual acreditava legitimar-se através da desigualdade de rendimento escolar; enfim, onde a escola “escolhia” pedagogicamente os “escolhidos” socialmente.
A transformação do professor de “cão de guarda” em “cão pastor” acompanha a passagem da universidade pretensamente humanista e mandarinesca à universidade tecnocrática, onde os critérios lucrativos da empresa privada, funcionarão para a formação das fornadas de “colarinhos brancos” rumo às usinas, escritórios e dependências ministeriais. É o mito da assessoria, do posto público, que mobiliza o diplomado universitário.
A universidade dominante reproduz-se mesmo através dos “cursos críticos”, em que o juízo professoral aparece hegemônico ante os dominados: os estudantes. Isso se realiza através de um processo que chamarei de “contaminação”. O curso catedrático e dogmático transforma-se num curso magisterial e crítico; a crítica ideológica é feita nos chamados “cursos críticos”, que desempenham a função de um tranqüilizante no meio universitário. Essa apropriação da crítica pelo mandarinato universitário, mantido o sistema de exames, a conformidade ao programa e o controle da docilidade do estudante como alvos básicos, constitui-se numa farsa, numa fábrica de boa consciência e delinqüência acadêmica, daqueles que trocam o poder da razão pela razão do poder. Por isso é necessário realizar a crítica da crítica-crítica, destruir a apropriação da crítica pelo mandarinato acadêmico. Watson demonstrou como, nas ciências humanas, as pesquisas em química molecular estão impregnadas de ideologia. Não se trata de discutir a apropriação burguesa do saber ou não-burguesa do saber, mas sim a destruição do “saber institucionalizado”, do “saber burocratizado” como único “legítimo”. A apropriação universitária (atual) do conhecimento é a concepção capitalista de saber, onde ele se constitui em capital e toma a forma nos hábitos universitários.
A universidade reproduz o modo de produção capitalista dominante não apenas pela ideologia que transmite, mas pelos servos que ela forma. Esse modo de produção determina o tipo de formação através das transformações introduzidas na escola, que coloca em relação mestres e estudantes. O mestre possui um saber inacabado e o aluno uma ignorância transitória, não há saber absoluto nem ignorância absoluta. A relação de saber não institui a diferença entre aluno e professor, a separação entre aluno e professor opera-se através de uma relação de poder simbolizada pelo sistema de exames – “esse batismo burocrático do saber”. O exame é a parte visível da seleção; a invisível é a entrevista, que cumpre as mesmas funções de “exclusão” que possui a empresa em relação ao futuro empregado. Informalmente, docilmente, ela “exclui” o candidato. Para o professor, há o currículo visível, publicações, conferências, traduções e atividade didática, e há o currículo invisível – esse de posse da chamada “informação” que possui espaço na universidade, onde o destino está em aberto e tudo é possível acontecer. É através da nomeação, da cooptação dos mais conformistas (nem sempre os mais produtivos) que a burocracia universitária reproduz o canil de professores. Os valores de submissão e conformismo, a cada instante exibidos pelos comportamentos dos professores, já constituem um sistema ideológico. Mas, em que consiste a delinqüência acadêmica?
A “delinqüência acadêmica” aparece em nossa época longe de seguir os ditames de Kant: “Ouse conhecer.” Se os estudantes procuram conhecer os espíritos audazes de nossa época é fora da universidade que irão encontrá-los. A bem da verdade, raramente a audácia caracterizou a profissão acadêmica. Os filósofos da revolução francesa se autodenominavam de “intelectuais” e não de “acadêmicos”. Isso ocorria porque a universidade mostrara-se hostil ao pensamento crítico avançado. Pela mesma razão, o projeto de Jefferson para a Universidade de Virgínia, concebida para produção de um pensamento independente da Igreja e do Estado (de caráter crítico), fora substituído por uma “universidade que mascarava a usurpação e monopólio  da riqueza, do poder”. Isso levou os estudantes da época a realizarem programas extracurriculares, onde Emerson fazia-se ouvir, já que o obscurantismo da época impedia a entrada nos prédios universitários, pois contrariavam a Igreja, o Estado e as grandes “corporações”, a que alguns intelectuais cooptados pretendem que tenham uma “alma”. [1]
Em nome do “atendimento à comunidade”, “serviço público”, a universidade tende cada vez mais à adaptação indiscriminada a quaisquer pesquisas a serviço dos interesses econômicos hegemônicos; nesse andar, a universidade brasileira oferecerá disciplinas como as existentes na metrópole (EUA): cursos de escotismo, defesa contra incêndios, economia doméstica e datilografia em nível de secretariado, pois já existe isso em Cornell, Wisconson e outros estabelecimentos legitimados. O conflito entre o técnico e o humanismo acaba em compromisso, a universidade brasileira se prepara para ser uma “multiversidade”, isto é, ensina tudo aquilo que o aluno possa pagar. A universidade, vista como prestadora de serviços, corre o risco de enquadrar-se numa “agência de poder”, especialmente após 68, com a Operação Rondon e sua aparente democratização, só nas vagas; funciona como tranqüilidade social. O assistencialismo universitário não resolve o problema da maioria da população brasileira: o problema da terra.
A universidade brasileira, nos últimos 15 anos, preparou técnicos que funcionaram como juízes e promotores, aplicando a Lei de Segurança Nacional, médicos que assinavam atestados de óbito mentirosos, zelosos professores de Educação Moral e Cívica garantindo a hegemonia da ideologia da “segurança nacional” codificada no Pentágono.
O problema significativo a ser colocado é o nível de responsabilidade social dos professores e pesquisadores universitários. A não preocupação com as finalidades sociais do conhecimento produzido se constitui em fator de “delinqüência acadêmica” ou da “traição do intelectual”. Em nome do “serviço à comunidade”, a intelectualidade universitária se tornou cúmplice do genocídio, espionagem, engano e todo tipo de corrupção dominante, quando domina a “razão do Estado” em detrimento do povo. Isso vale para aqueles que aperfeiçoam secretamente armas nucleares (M.I.T.), armas químico-biológicas (Universidade da Califórnia, Berkeley), pensadores inseridos na Rand Corporation, como aqueles que, na qualidade de intelectuais com diploma acreditativo, funcionam na censura, na aplicação da computação com fins repressivos em nosso país. Uma universidade que produz pesquisas ou cursos a quem é apto a pagá-los perde o senso da discriminação ética e da finalidade social de sua produção – é uma multiversidade que se vende no mercado ao primeiro comprador, sem averiguar o fim da encomenda, isso coberto pela ideologia da neutralidade do conhecimento e seu produto.
Já na década de 30, Frederic Lilge [2] acusava a tradição universitária alemã da neutralidade acadêmica de permitir aos universitários alemães a felicidade de um emprego permanente, escondendo a si próprios a futilidade de suas vidas e seu trabalho. Em nome da “segurança nacional”, o intelectual acadêmico despe-se de qualquer responsabilidade social quanto ao seu papel profissional, a política de “panelas” acadêmicas de corredor universitário e a publicação a qualquer preço de um texto qualquer se constituem no metro para medir o sucesso universitário. Nesse universo não cabe uma simples pergunta: o conhecimento a quem e para que serve? Enquanto este encontro de educadores, sob o signo de Paulo Freire, enfatiza a responsabilidade social do educador, da educação não confundida com inculcação, a maioria dos congressos acadêmicos serve de “mercado humano”, onde entram em contato pessoas e cargos acadêmicos a serem preenchidos, parecidos aos encontros entre gerentes de hotel, em que se trocam informações sobre inovações técnicas, revê-se velhos amigos e se estabelecem contatos comerciais.
Estritamente, o mundo da realidade concreta e sempre muito generoso com o acadêmico, pois o título acadêmico torna-se o passaporte que permite o ingresso nos escalões superiores da sociedade: a grande empresa, o grupo militar e a burocracia estatal. O problema da responsabilidade social é escamoteado, a ideologia do acadêmico é não ter nenhuma ideologia, faz fé de apolítico, isto é, serve à política do poder.
Diferentemente, constitui, um legado da filosofia racionalista do século XVIII, uma característica do “verdadeiro” conhecimento o exercício da cidadania do soberano direito de crítica questionando a autoridade, os privilégios e a tradição. O “serviço público” prestado por estes filósofos não consistia na aceitação indiscriminada de qualquer projeto, fosse destinado à melhora de colheitas, ao aperfeiçoamento do genocídio de grupos indígenas a pretexto de “emancipação” ou política de arrocho salarial que converteram o Brasil no detentor do triste “record” de primeiro país no mundo em acidentes de trabalho. Eis que a propaganda pela segurança no trabalho emitida pelas agências oficiais não substitui o aumento salarial.
O pensamento está fundamentalmente ligado à ação. Bergson sublinhava no início do século a necessidade do homem agir como homem de pensamento e pensar como homem de ação. A separação entre “fazer” e “pensar” se constitui numa das doenças que caracterizam a delinqüência acadêmica – a análise e discussão dos problemas relevantes do país constitui um ato político, constitui uma forma de ação, inerente à responsabilidade social do intelectual. A valorização do que seja um homem culto está estritamente vinculada ao seu valor na defesa de valores essenciais de cidadania, ao seu exemplo revelado não pelo seu discurso, mas por sua existência, por sua ação.
Ao analisar a “crise de consciência” dos intelectuais norte-americanos que deram o aval da “escalada” no Vietnã, Horowitz notara que a disposição que eles revelaram no planejamento do genocídio estava vinculada à sua formação, à sua capacidade de discutir meios sem nunca questionar os fins, a transformar os problemas políticos em problemas técnicos, a desprezar a consulta política, preferindo as soluções de gabinete, consumando o que definiríamos como a traição dos intelectuais. É aqui onde a indignidade do intelectual substitui a dignidade da inteligência.
Nenhum preceito ético pode substituir a prática social, a prática pedagógica.
A delinqüência acadêmica se caracteriza pela existência de estruturas de ensino onde os meios (técnicas) se tornam os fins, os fins formativos são esquecidos; a criação do conhecimento e sua reprodução cede lugar ao controle burocrático de sua produção como suprema virtude, onde “administrar” aparece como sinônimo de vigiar e punir – o professor é controlado mediante os critérios visíveis e invisíveis de nomeação; o aluno, mediante os critérios visíveis e invisíveis de exame. Isso resulta em escolas que se constituem em depósitos de alunos, como diria Lima Barreto em “Cemitério de Vivos”.
A alternativa é a criação de canais de participação real de professores, estudantes e funcionários no meio universitário, que oponham-se à esclerose burocrática da instituição.
A autogestão pedagógica teria o mérito de devolver à universidade um sentido de existência, qual seja: a definição de um aprendizado fundado numa motivação participativa e não no decorar determinados “clichês”, repetidos semestralmente nas provas que nada provam, nos exames que nada examina, mesmo porque o aluno sai da universidade com a sensação de estar mais velho, com um dado a mais: o diploma acreditativo que em si perde valor na medida em que perde sua raridade.
A participação discente não constitui um remédio mágico aos males acima apontados, porém a experiência demonstrou que a simples presença discente em colegiados é fator de sua moralização.
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* Texto apresentado no I Seminário de Educação Brasileira, realizado em 1978, em Campinas-SP. Publicado em: TRAGTENBERG, M. Sobre Educação, Política e Sindicalismo. Sã Paulo: Editores Associados; Cortez, 1990, 2ª ed. (Coleção teoria e práticas sociais, vol 1)
[1] Kaysen pretende atribuir uma “alma” à corporação multinacional; esta parece não preocupar-se com tal esforço construtivo do intelectual.
[2] Frederic LILGE, The Abuse of Learning: The Failure of German University. Macmillan, New York, 1948




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  L u s o f o n i a

  Portugal em Linha

http://portugal-linha.pt

sábado, 2 de março de 2013

curtas-metragens


Este e-mail é um pedido de informações enviado pelo site http://lusofonias.net/ de:
Global Dialogues <globaldialogues.lusofonos@gmail.com>

Exmos Senhores,
Venho por este meio solicitar a divulgação do concurso de ideias para curtas-metragens denominado Global Dialogues, do qual sou coordenador para o espaço lusófono.
Para melhor compreender em que consiste aqui fica uma breve história:
A Global Dialogues é uma organização sem fins lucrativos que, em 1997, lançou o projecto 1997 SCENARIOS FROM THE SAHEL, inspirando-se em "3 000 Cenários Contra um Vírus", projecto implementado em França, entre 1992 e 1994, pela CRIPS e seus parceiros. Posteriormente, o projecto passar-se-ia a chamar SCENARIOS FROM AFRICA (Histórias de África). Os jovens de menos de 25 anos participaram num concurso que os convidava a desenvolver ideias para curtas-metragens sobre o VIH/SIDA. As ideias vencedoras foram, posteriormente, trabalhadas por realizadores de fama internacional, o que resultou na produção de uma colecção crescente de curtas-metragens. Entre 1997-2012, mais de 150 000 jovens, de cerca de 50 países africanos, participaram nos concursos, levados a cabo pela Global Dialogues.
Este ano, pela primeira vez, o concurso realiza-se a nível mundial, e pretende envolver os jovens em actividades inovadoras e participativas, destinadas a estimular e amplificar a voz da juventude. Como? Através de concursos internacionais, os jovens expressam-se ao criarem histórias ou narrativas, sobre questões de saúde globais ou outros tópicos de importância crucial para o nosso mundo. Posteriormente, através de uma colaboração criativa ou, como gostamos de dizer, da criatividade partilhada, as histórias dos jovens ganham vida como filmes ou representações teatrais da Global Dialogues, disponibilizados em várias línguas e distribuídos gratuitamente, a nível comunitário, na Internet e via televisão, alcançando centenas de milhões de pessoas, todos os anos.
Qual é o objectivo?
A criação de um novo conhecimento sobre as perspectivas dos jovens, através da investigação narrativa. As histórias criadas pelos jovens, nas actividades da Global Dialogues, são sistematicamente analisadas, para obter uma visão dos pensamentos e sentimentos, preocupações e sonhos, desafios e soluções dos jovens.
As produções artísticas da Global Dialogues, bem como o novo conhecimento obtido a partir da análise narrativa, são aplicados para melhorar políticas e programas, a vários níveis.
Em todas as suas actividades, a equipa da Global Dialogues esforça-se por cultivar a empatia, a compaixão e a união na diversidade.
Para conhecerem melhor este projecto e os frutos que já deu, podem consultar o site Global Dialogues em:
http://globaldialogues.org/portugues/
Podem ainda visualizar as curtas-metragens já realizadas, dobradas e legendadas em várias línguas, incluindo o Português, em:
http://www.youtube.com/globaldialogues
O que vos pedimos é o seguinte:
1 - que divulguem esta iniciativa e convidem o maior número de jovens dos países lusófonos a participar no concurso, que decorre até dia 10 de abril de 2013.
2 - partilhem connosco contactos de professores, escolas, associações que trabalhem com jovens, etc. de todos os países lusófonos, para os quais possamos enviar informação.
O email para contacto é:
globaldialogues.lusofonos@gmail.com
3 - façam igualmente like à nossa página do Facebook- Global Dialogues Lusófonos - e partilhem as informações e actividades que forem sendo publicadas. (http://www.facebook.com/pages/Global-Dialogues-Lus%C3%B3fonos/534025786630652?ref=hl)
 
Fico disponível para mais informações
Com os melhores cumprimentos,
José Almeida


timor lorosae


TIMOR LOROSAE NAÇÃO - diário


Posted: 01 Mar 2013 04:20 PM PST



Lux – 01.03.2013

Kirstie Sword Gusmão, mulher de Xanana Gusmão, acaba de partilhar uma foto com os filhos, Alexandre, Kay Olok, e Daniel. «A sair do túnel da segunda sessão de quimio :-)», escreve a ex primeira-dama da República Democrática de Timor-Leste. 

Recorde-se que Kirsty Sword Gusmão, de 46 anos, foi submetida a uma cirurgia para remoção do cancro da mama no dia 4 de janeiro, em Melbourne, na Austrália. 

Kirsty e Xanana Gusmão emitiram um comunicado expressando «especiais agradecimentos» a todos os amigos, colegas e apoiantes de Timor-Leste, e de todo o mundo, pelas «maravilhosas mensagens de apoio».

Kirsty Sword e Xanana Gusmão conheceram-se em 1994 quando o líder da resistência timorense estava preso, em Jakarta. Kirsty, que trabalhava como professora de inglês, começou a ensinar inglês a Xanana, primeiro por correspondência, depois pessoalmente desenvolvendo-se uma relação romântica. 

Em 2000, um ano depois de Xanana ter sido libertado, casaram-se em Díli. O casal tem três filhos, Alexandre, Kay Olok, e Daniel.

Posted: 01 Mar 2013 09:22 AM PST



Suara Timor Lorosae - Posting Husi: Josefa Parada - Sesta, 01 Marsu 2013

Díli - Primeiru Ministru (PM) Kay Rala Xanana Gusmao husu ba iha seitor privadu atu labele hanoin deit projetu fiziku hadia estrada nian, maibe tenke ho inisitiva diak bele dezenvolve ekonomia iha rai laran.

Deklarasaun nee PM Xanana hatoo ba jornalista hafoin remata vizita kompaina Meti Murak, iha Metinaro, Sesta (1/3). tuir xefi Governu katak durante nee seitor privadu lubuk mak buka deit projeitu fiziku estrada no seluk tan no laiha inisiativa rasik hodi dezenvolve nasuan ida nee.

“kuandu ita koalia konaba seitor privadu, hotu-hotu buka maka projetu fiziku estrada, no seluk tan, tanba seitor privadu tenki hanoin luan hanesan isiativa ne’ebe mai husi kompaina meti murak lda, hakiak ikan ne’ebe diak tebes,” hateten PM Xanana.

Iha vizita ne’e, PM Xanana akompanha husi Ministru Agrikutura no Peskas (MAP), Mariano Asanami Sabino, Vice Ministru MAP, Marcus da Cruz, Sekretariu Estadu Peskas, Rafael Mendonça, no Sekretariu Estadu Reflorestaun João Cardozo Fernandes.

Oras ne’e kompania Meti Murak hakiak ikan iha kolom ho hektares hitu iha Metiaut-Dili. Informasaun kompletu iha STL Jornal no STL Web, edisaun Sabado (2/3).Oscar Salsinha 

Posted: 01 Mar 2013 09:17 AM PST



Suara Timor Lorosae - Posting Husi: Josefa Parada - Sesta, 01 Marsu 2013

Díli - Funsionariu Palasiu Presidensial kuda ai oan, hodi produs aifuan, atu nune institusaun nee bele konsumu, nune mos foo kuinesementu diak liu tan ba publiku.

Aktividade kuda ai oan iha Palacio Prezidensial nee alende halo husi funsionariu palacio, maibe Prezidenti Republika Taur Matan Ruak mos hola parte iha kuda ai oan nee.

Xefi kaza sivil Fedelis Magalhaes, ba STL iha palasiu presidensial Aitarak Laran,hatete aktividade nee PR maka hamosu inisiativa ida nee, ho objetivu maka aproveta diak liu tan espasu iha edifisiu sira husi governu no ba publiku.

“Kuda ai oan nee mos bele prevene inundasaun, ai-oan nee mos bele fasilita nia retensaun de udan no aumenta mos bee husi rai okos.tamba sira hatene katak povu iha Dili laran, iha balun mos uja motabomba iha uma-uma, entaun dalabarak rezerva bee nee diminuhi tan,” dehan Fidelis.

Presidenti Republika Taur Matan Ruak mos hateten tuir nia mandate tinan 5, pelomenus ba jerasaun future, sei husik hela lembransa konaba oin sira nee bele kunsumu nia fuan. Informasaun kompletu iha STL Jornal no STL Web, edisaun Sabado (2/3). Joao Anibal

Posted: 01 Mar 2013 09:08 AM PST



Suara Timor Lorosae- Posting Husi: Josefa Parada - Sesta, 01 Marsu 2013

Díli - Presidenti Republika Kiribati Anote His Ton, Sesta (1/3) halao inkontru kortezia ho Presidenti Republika (PR) Taur Matan Ruak. Iha inkontru PR Taur hatoo solidariedade ba Prezidenti Kiribati relasiona ho problema klimatika.

Liafuan nee Presidenti Republika Taur Matan Ruak hatoo ba jornalista sira iha Palasiu Presidensial, Aitarak Laran, hafoin remata inkontru ho Presidenti  Republika Kiribati Anote His Ton, iha palacio Prezidensial, Aitarak Laran.

Tuir Xefi Estadu, katak liu husi inkontru nee Timor Leste manifesta mos ninia solidaridade ba Presidenti ho ninia povu iha Kiribati, relasiona ho problema klimatika nebee sira infrenta.

Iha fatin hanesan Presidenti Republika Kiribati  Anote His Ton kontente, wainhira hasoru Presidenti Republika TL Taur Matan Ruak, hodi koalia atu hametin liu tan relasaun bilateral no multilateral entre TL ho Kiribati. Informasaun kompletu iha STL Jornal no STL Web, edisaun Sabado (2/3). Joao Anibal    

Posted: 01 Mar 2013 08:53 AM PST



MSE – PMC - Lusa

Díli, 01 mar (Lusa) - Dezenas de árvores de frutos e com propriedades medicinais foram hoje plantadas nos jardins da Presidência da República de Timor-Leste pelos funcionários daquela instituição com o objetivo de aproveitar os espaços públicos para benefício da população.

As sextas-feiras em Díli são, por norma, dedicadas à limpeza geral da cidade, uma iniciativa onde participam todos os funcionários públicos.

Mas, hoje, a Presidência decidiu incluir no dia da limpeza nacional a ideia de aproveitar melhor os espaços públicos em benefício da população.

"Em primeiro lugar é para aproveitar melhor os espaços que temos nas instalações públicas. Em segundo lugar é aproveitar esse espaço tirando benefícios", disse à agência Lusa, após ter plantado uma árvore, o chefe da Casa Civil da Presidência timorense, Fidélis Magalhães.

Segundo Fidélis Magalhães, a iniciativa vai trazer benefícios para educar o público sobre as plantas com propriedade medicinais e também, mais tarde, podem vir a aproveitar as frutas.

"Deixamos um investimento útil para o futuro", acrescentou.

Para Ana Ferreira, outra funcionária da Presidência timorense, a iniciativa pretende igualmente incutir nos timorenses o hábito de comer fruta fresca.

"As crianças não comem. Comemos fruta verde, com sal e piripíri. Somos tão ricos em frutas e não a comemos e esta ação visa chamar a atenção para a necessidade de comer fruta fresca", afirmou Ana Ferreira.

Na Presidência foram plantadas cerca de 40 árvores de rambutan, um pequeno fruto com uma espécie de pelos vermelhos por fora.

O seu consumo reduz o colesterol, os triglicéridos no sangue e elimina parasitas. As folhas daquela árvore ajudam a aliviar dores de cabeça e as raízes são utilizadas para reduzir a febre.

A atividade teve a participação especial dos chefes de Estado de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, e do Kiribati, Anote Tong, que se deslocou a Díli para participar na conferência sobre desenvolvimento após 2015, que decorreu quarta e quinta-feira.

Depois de um encontro, os dois Presidentes plantaram duas árvores de sândalo, também com propriedade medicinais, nomeadamente para doenças do sistema urinário, problemas de pele e bronquite, e que quase desapareceram de Timor-Leste.

As duas árvores, segundo o Presidente timorense, simbolizam as relações de amizade existentes entre Timor-Leste e o Kiribati.

Posted: 01 Mar 2013 08:47 AM PST



01 de Março de 2013, 15:12

O secretário de Estado, Política, Formação Profissional e Emprego (SEFOPE), Ilídio Ximenes  emitiu a lei sobre o salário minimo e indica que muitas das companhias já a implementaram, apesar de algumas ainda não terem cumprido, por isso acha necessário realizar um encontro para passar a informação sobre a aplicação dessa lei.

“A lei do salário mínimo já está aplicada em várias companhias”, informou Ilídio. 

O secretário de Estado do SEFOPE salientou ainda que neste ano a sua instituição vai realizar um encontro para divulgar a lei referida.

Ilídio informa ainda que algumas companhias já tinham multas de quase 30 mil  doláres por não cumprirem a lei do salário mínimo implementada. As companhias que não seguem esta lei são quase 30.

SAPO TL com CJITL

Posted: 01 Mar 2013 08:44 AM PST



01 de Março de 2013, 15:45

O representante do povo no Parlamento Nacional (PN) pede ao V governo constitucional para reduzir o número de estrangeiros que se encontram a fazer os seus negócios em Timor- Leste(TL).

Segundo o deputado da bancada CNRT António Ximenes, os estrangeiros que querem investir no país têm de ter licença de serviço, isto para evitar os que vêm com visto de visitas e que depois aproveitam para fazerem negócio.

Ximenes disse que supostamente não deveria ser possível, os estrangeiros que têm visto de visitas investir em TL, somente aqueles que já têm uma licença com o Governo. O mesmo indica que os estrangeiros estão a ocupar o lugar dos timorenses 

SAPO TL com Suara Timor Lorosa’e

Posted: 01 Mar 2013 08:36 AM PST




Como é do conhecimento global a Europa está a atravessar uma crise imposta pelos mercados do capital em conluio com os políticos neoliberais (fascizantes) que se apoderaram da União Europeia e até de uma boa parte do mundo ocidental. Portugal não é exceção. A crise em Portugal promete continuar e pior se nada for feito para apear dos poderes uma verdadeira máfia que através de expedientes e mentiras conseguiu impor-se de modo aparentemente democrático

É contra tudo isso que os europeus devem lutar. É contra isso, contra estes autênticos carrascos dos trabalhadores, dos jovens, dos idosos, das crianças, que os portugueses se devem insurgir e manifestarem-se, exigindo a demissão de um repelente presidente da República que tem sido inútil e consentâneo com a imposição aos portugueses da miséria urdida pelos seus correlegionários partidários, amigos banqueiros  e outros da mesma estirpe. O mesmo deve ser exigido ao governo de Cavaco-Passos-Portas. Amanhã, 2 de Março, os portugueses que compõem o coletivo dos blogues da Fábrica - Página Global e Timor Lorosae Nação - vamos à manifestação. 

Por essa razão não haverá postagens nos referidos blogues a partir de Portugal. O restante coletivo, na lusofonia, se encarregará disso. São poucos mas bons e apoiam a luta pela libertação de Portugal e dos portugueses da canga da troika, de Cavaco, de Passos, de Portas, dos banqueiros e de outros criminosos que estão a arrasar Portugal e os portugueses.

Se está em Portugal manifeste-se. Estamos a viver uma ditadura imposta por Cavaco, Passos e Portas. Não foi nada do que acontece na atualidade que eles prometeram para serem eleitos. Sejamos conscientes e diretos. Basta! Estamos fartos de vigaristas, de mentirosos, de gatunos!

Por tudo isso vamos manifestar-nos. Nós vamos! Eu vou! Venha também!

Pela redução de postagens pedimos desculpa.

Posted: 01 Mar 2013 05:42 AM PST



Radio Liberdade Dili - Thursday, 28 February 2013 - Written by Partisipante treinamentu jornalizmu baziku

Radio, online - Edukasaun non-formal Villa-verde, Sub-Distritu Dom Alexio, Distritu Dili, hanesan parte ida husi Ministru Edukasaun (ME), ne’ebé realiza tamba servisu hamutuk liu husi koperasaun bilateral Timor Leste ho Cuba, UNICEF, UNESCO, USAaid, no Timor Aid. Edukasuan non-formal ne’e fatin ba aprendizazen ba joven no adultu sira.

Edukasaun non formal Villa-verde, halao ninia funsionamentu, atu servi no dezenvolve kuñesimentu humana, hodi oferese programa oi-oin ba ema la hatene lee no hakerek. Ba joventude sira la konsege remata ninia estudus no ba adultus sira, ne’ebé iha teritoriu tomak, ne’ebé deklara tuir politika Ministeriu da Edukasaun, 75% mak tuir ona prosesu aprendizazen no 25% mak seidauk.

“Iha tinan 2000 edukasaun non-formal hahu ona loke iha Balide, ne’ebé iha momentu ne’eba hetan apoiu husi aseesor Cubanu sira. Programa ne’e realiza ne’ebe governu Timor-Leste halo akordansia ho Prezidente Cuba, Fidel Castro,”dehan Xefi seksaun edukasaun nao formal, Francisco Amaral ba partisipantes treinamentu jornalizmu baziku husi distritu Cova-lima,  Kuarta, (27/2). 

Treinamentu ne’e organiza husi Timor Leste Media Development Centre (TLMDC),  hetan suporta husi Sekertariu Estado Juventude Desportu, (SEJD).

Iha 2005 diresaun Edukasaun non-formal muda ba iha ME nia okos. Parseiru Cubanu fo apoiu mai Timor oan nia atividade no fo mos assesoria ba iha ensinu rekorente iha 2007 ate 2012.

Nia hatutan tan katak, objetivu husi eskola non-formal mak atu hamenus la hatene hakerek no lee. Dalan ne’e ajuda juventude sira ne’ebé la konsege akaba sira nia estudu.

João Jinho Godinho Barros estudante non-formal hateten, nia sente kontente tebes ho inplementasaun programa ida ne’e, atu sira bele hadia sira nia kapasidade espesialmente iha area lingua Portuguesa no sai hanesan benefisiu boot. Kursu lingua Portuguesa tanba bele fo koñsimentu ba koalia lian ne’e refere no bele inplementa iha loron ikus.

“Hau kontente tebtebes, tanba ho inplementasaun programa ida ne’e ami bele hadia ami nia kapasidade, espesialmente iha lingua Portuguesa,”dehan João.

Grupu Distrito Cova-lima

1.    Sebastiaon Noronha
2.    Efigenia de Araujo
3.    Teresa  F. Afonso
4.    Marculina Pereira
5.    Abe Pereira
6.    Fander

Posted: 01 Mar 2013 05:36 AM PST



Radio Liberdade Dili- Friday, 01 March 2013 - Written by Partisipante treinamentu jornalizmu baziku 

Radio, online - Eskola baziku Filial Bairo-Pite hetan konstruksaun total husi governu Amerikanu liu husi ninia embaixador, Hans Klemn iha Timor-Leste iha 2011. Maske embaixador ne’e husi hela Timor-Leste, maibe eskola ne’e tau naran Hans Klemn.

Diretór Eskola Filial 10, 20, Fernanda Caldeira Belo hateten eskola ne’e hetan konstruksaun total liu husi ninia proposta ne’ebé mak hatama ba Embaixada Estadus unidus hans klenm.

Dirtór ne’e salienta katak, objetivu husi ninia proposta ne’ebé nia hatama ba Embaixada Estadus Unidos da Amerika (UEA) ne’e mak husu atu halo konstruksaun ba eskola ne’e. 

“Tamba antes ne’e kondisaun eskola anterior sai ameasa bo’ot ba prosesu aprendesazen,” dehan Fernanda ba ekipa partisipantes treinamentu jornalizmu baziku ne’ebe organiza husi Timor Leste Dezenvolvimentu Centre (TLMDC) hetan suporta husi Sekertairu Estadu Juventude Desportu, (SEJD) Sesta, (1/3). 

Fernanda haktuir, orsamentu ba konstrusaun eskola ne’e mai  husi orsamentu governu Amerikanu no trabailador ne’ebé serbisu ba konstrusaun ne’e mós mai husi Forsa Engineria Estadu Unidus.

Diretór Eskola ne’e esplika katak, tempu ba kontruksaun eskola ne’e hahu husi 14/12/11 to’o 14/12/2012 entrega ba governo Timor-Leste kompleta ho fasilidade eskola nian. 

Eskola Filial Hans Klemn ne’e hetan inagurasaun husi Premeira Dama, Isabel Ferreira iha tinan kotuk. 

Iha sorin seluk alunus ida, Estevinha Lay sente kontenti tamba sira nia eskola ne’e di’ak no kompletu ho meja no kadeira ba sira hodi tuir prossesu aprendizazen.

Iha fatin hanesan, profesor Angela da Costa hatenten nomeru professor iha eskola ne’e hamutuk 25 permanente 18 no kontratadu 7.

Eskola baziku ne’e ninia konstrusaun dahuluk halo iha tempu okupasaun Indonesia no kria ona ema matenek barak ne’ebé dadaun ne’e kontribui dadaun ba dezenvolvimentu nasionál. 

Partisipante hosi Distrito Manufahi

1. Antoninha Lopes de Jesus
2. Maria dos Santos Magno
3. Justinha da Silva Fernandes 
4. Marito Soares Pereira
5. Leonito dos Reis Tilman
6. Leotancio Alves Da Silva

Posted: 01 Mar 2013 05:27 AM PST



01 de Março de 2013, 16:12

O Ministro dos Negócios Estrangeiros José Luis Guterres ‘LUGU’ acompanhado pelo Director Nacional Francisco Dionisio Fernandes ‘Maukura’ participaram no fórum Global que é realizado cinco vezes em Viena, na Austria, sobre a Aliança das Civilizações.

Este forum Global teve a participação de vários países como Brasil, Indonésia, Arábia Saudita, Finlândia, Afeganistão, Irão, Arménia, Índia, Nova Zelandia, Bangladesh, Geórgia, Timor-Leste, Bélgica, Marocos, Alemanha, Croácia, Letónia, Lituânia, Montenegro, Itália, Tailândia entre outros.

Neste Fórum falaram sobre a comunicação e a relação entre culturas e as religiões para promover paz e a estabilidade no mundo.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros teve a oportunidade de dar a conhecer  seu país, a sua cultura e religião.

SAPO TL com STL, com foto em Tempo Semanal

Posted: 01 Mar 2013 05:23 AM PST



01 de Março de 2013, 15:29

O embaixador de Timor-Leste na União Europeia Nelson Santos deu a conhecer ao presidente da república Taur Matan Ruak, na semana passada, a iniciativa da visita do presidente da União Europeia Durão Barroso ao país.

“Falei com o presidente da república relativamente sobre a visita do presidente da União Eurpeia, Durão Barroso no país. E esse é um dos assuntos que tratámos”, informou Nelson Santos, ontem no Hotel Timor, Díli.

Nelson Santos disse que durante a reunião informou ao presidente sobre o seu papel que poderá ter no estrangeiro, incluindo na área da política em Bruxelas àcerca da situação em Timor-Leste.

O Presidente da república Taur Matan Ruak pediu para que o embaixador de TL continue com o seu trabalho, por ser o representante do povo e solicitou confiança a fim de poder criar a estabilidade e desenvolvimento económico.

SAPO TL com Suara Timor Lorosa’e

Posted: 01 Mar 2013 05:17 AM PST




Os Médicos do Mundo (MdM) estão a realizar um inquérito sobre conhecimentos, atitudes e práticas da saúde materno-infantil, com especial ênfase na nutrição e imunizações, dirigida a mães de crianças entre os 0 e 24 meses, no distrito de Viqueque.

Os resultados deste inquérito vão ser integrados no sistema de informação do projecto “Comunidade Saudável”, que vai dar informações úteis aos diferentes prestadores de cuidados de saúde, dos distritos de Viqueque e Lautém.

O objectivo do projecto “Comunidade Saudável” é reduzir em Viqueque e Lautém, a taxa de mortalidade e morbilidade materno-infantil, aumentando o acesso a serviços de saúde na comunidade. Diariamente as equipas MdM estão, nos susbdistritos de Luro, Iliomar, Ossu e Viqueque, a apoiar os médicos, enfermeiros e parteiras que trabalham no Serviço Integrado da Saúde Comunitária (SISCa).


Posted: 01 Mar 2013 03:46 AM PST




O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, afirmou ontem que nenhum país menos desenvolvido vai conseguir cumprir os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODMs) e que é preciso mudar as “mentalidades das políticas de desenvolvimento”.

“Numa altura em que nos aproximamos do ano de 2015, nem um dos países menos desenvolvidos conseguiu concretizar um só Objetivo de Desenvolvimento do Milénio”, disse o Primeiro-Ministro timorense.

Xanana Gusmão falava ontem em Dili, na sessão inaugural da conferência internacional sobre o desenvolvimento após 2015, ano para cumprimento dos ODMs definidos pela ONU.

“Estamos aqui todos para aprender uns com os outros e para nos ajudarmos mutuamente, de modo a podermos mudar o rumo das coisas em cada um do nossos países e no que diz respeito ao nosso relacionamento com a comunidade internacional”, disse o chefe do governo timorense.

Para Xanana Gusmão, é preciso “mudar as mentalidades das políticas de desenvolvimento e perceber as razões para haver ainda tanta pobreza no mundo com todo o esforço e a ajuda dos países doadores e das organizações internacionais”.

"Temos ainda de explorar o porquê de- neste mundo moderno e globalizado - as teorias económicas dominantes serem impostas aos pobres e fracos ou absorvidas por estes, quando estas teorias causam tanto sofrimento e só servem os interesses dos fortes e dos poderosos”, referiu.

A conferência, que termina hoje, é dedicada ao tema “Desenvolvimento para todos: Acabar com os conflitos, construir Estados e erradicar a pobreza”. Nela participam mais de 200 pessoas provenientes de vários países do mundo.

O encontro é organizado em conjunto com a Comissão da ONU para os Assuntos Sociais e Económicos da Ásia e do Pacífico, cooperação australiana e o g7+, organização que pretende melhorar a eficácia da ajuda internacional e que é composta por 18 Estados-membros, entre os quais se encontram Timor-Leste e a Guiné-Bissau. 

As conclusões do encontro, que reúne representantes dos governos de vários países da Ásia, África e do Pacífico, sociedade civil e sector privado, vão ser incluídas na agenda do desenvolvimento global para depois de 2015 das Nações Unidas. 

Fonte: Notícias

Posted: 01 Mar 2013 03:32 AM PST




A ex-ministra da Justiça de Timor-Leste Lúcia Lobato, presa em janeiro para cumprir uma pena de cinco anos de prisão, está internada no hospital nacional de Díli devido a problemas pulmonares, revelou esta sexta-feira um familiar da antiga governante.

"Foi internada na terça-feira no Hospital Nacional Guido Valadares com problemas nos pulmões", informou a mesma fonte, precisando que o estado de saúde da ex-ministra está a evoluir favoravelmente.

A 8 de junho, a antiga ministra da Justiça timorense, do IV Governo, chefiado por Xanana Gusmão, foi condenada a cinco anos de prisão pelo Tribunal Distrital de Díli pela prática de um crime de participação económica em negócio.

O crime é relativo à aquisição de fardas para equipar guardas prisionais da Direção Nacional dos Serviços Prisionais e de Reinserção Social.

Lúcia Lobato está a cumprir a pena na prisão de Gleno, cerca de 50 quilómetros a sudoeste de Díli, no distrito de Ermera.