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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
poeta concha rousia 1
se os carvalhos falassem
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-nL5bx9argg#!
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
poesia açoriana
A poesia açoriana fora de portas (1):
The sea within (A Selection of Azorean Poems)
Translations by George Monteiro.
Selection, Introduction and Notes by Onésimo T. Almeida.
Providence, Rhode Island, Gávea-Brown, 1983.
A poesia açoriana fora de portas (1):
The sea within (A Selection of Azorean Poems)
Translations by George Monteiro.
Selection, Introduction and Notes by Onésimo T. Almeida.
Providence, Rhode Island, Gávea-Brown, 1983.
The sea within (A Selection of Azorean Poems)
Translations by George Monteiro.
Selection, Introduction and Notes by Onésimo T. Almeida.
Providence, Rhode Island, Gávea-Brown, 1983.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
poema resgate de manuel alegre
Poema ainda não publicado em livro.
Também pode ser lido aqui:
Poema "RESGATE", de Manuel Alegre
Pode não se gostar do homem, mas não se pode deixar de admirar O POETA!
----- Fim de mensagem reenviada -----
Poema "RESGATE", de Manuel Alegre
Pode não se gostar do homem, mas não se pode deixar de admirar O POETA!
----- Fim de mensagem reenviada -----
domingo, 30 de dezembro de 2012
momento poético
564. polir sóis com uma peneira 25 dezembro 2012
polir textos é como arear pratas
perde-se sempre algo
nunca se sabe se o brilho que fica
é maior do que o sujo limpo
polir amizades é como sacudir o pó
com a gentileza de uma pena
nada se perde nem se transforma
basta um gesto, um telefonema
uma sms, mensagem
talvez apenas um like
no Facebook
como se fosse natal todos os dias
polir matrimónios é complicado
como diamantes em bruto
pode partir-se a agulha ou o casamento
e em vez de 24 ficam 6 quilates
questão de sorte e perícia
em panos de fina seda
polir países é arriscado
as limas devem ser afiadas
à prova de lóbis e governos
cortam-se as esquinas angulosas
talham-se as aparas mais finas
em areias de fina brancura
é como ir ao barbeiro do futuro
ao alfaiate do tempo
encomendar um fato por medida
para dar com a cor do cabelo
e há o risco de cortar o país todo
talhar pessoas trinchar tradições
sem memória nem história
serrar distritos, fender concelhos
encurtar fronteiras até ao mar
e finava-se Portugal em praias e arribas
polir palavras é bem mais fácil
corta-se uma folha de papel em A4
verifica-se a tinta nos tinteiros
gravam-se carateres como granito
basalto, quartzo ou ametista
lavram-se sulcos como rios
erguem-se sombras como montanhas
sombras de marés vivas
deixa-se a marinar antes do banho-maria
leva-se ao lume brando com pitada de sal
junta-se pimenta a gosto e louro e basilicão
retira-se do fogo e serve-se a gosto
sempre sonhei ser poeta
navegar em utopias
escrever cardápios de vida
imensos e belos como o oceano
livres e úteis como o ar
na solidão dos mares açorianos
chrys chrystello dez 2012
chrys chrystello dez 2012
565. solitudes 31 dezembro 2012
solidão não me assusta
estar sozinho sim
silêncio não me assusta
solilóquio sim
inverno não me assusta
cinzento sim
multidões não me assustam
estar só no meio delas sim
a poesia é uma arma
carregada de solitude quinta-feira, 30 de agosto de 2012
poesia assis pacheco
Fernando Assis Pacheco – Portugal
( 1937 – 1995 )
SONETO
Juntei-me um dia à flor da mocidade
partindo para Angola no Niassa
a defender eu já não sei se a raça
se as roças de café da cristandade
a minha geração tinha a idade
das grandes ilusões sempre fatais
que não chegam aos anos principais
por defeito da própria ingenuidade
a guerra era uma coisa mais a Norte
de onde ela voltaria havendo sorte
à mesma e ancestral tranquilidade
azar de uns quantos se pagaram porte
esses a que atirou a dura morte
diz-se que estão na terra da verdade
Lisboa, 28-IV-94
(de “Respiração Assistida”)
Foi jornalista, crítico, tradutor. A sua escrita é caracterizada por uma veia jocosa e satírica. Deixou marcas de grande cronista no “Diário de Lisboa”, na “República” e no “JL”. Obra poética: “Cuidar dos vivos” (1963), “Câu Kiên: Um Resumo” (1972) sob camuflagem vietnamita e que em 1976 conheceria a versão definitiva “Katalabanza, Kilolo e Volta”. Reuniu toda a poesia em “Musa Irregular” (1991). Saiu postumamente o volume “Respiração Assistida” (2003).
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
POEMA DE CONCHA ROUSIA
https://www.youtube.com/watch?v=-nL5bx9argg&feature=player_embedded
Hoje estou necessitando isto:
Obrigada Nadia Gal Stabile, sempre me emociono com este vídeo... Fico eternamente grata... ♥
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The sea within (A Selection of Azorean Poems)
Translations by @[100001600427558:2048:George Monteiro].
Selection, Introduction and Notes by Onésimo T. Almeida.
Providence, Rhode Island, Gávea-Brown, 1983.](https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/s480x480/536941_532617030105593_662091332_n.jpg)