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terça-feira, 13 de novembro de 2012

tomada de posse na AGLP

http://academiagalega.org/xviii-coloquio-da-lusofonia/video-da-sessao-solene-de-posse-dos-academicos-correspondentes-da-aglp.html

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Francisco Rodríguez reclama a unidade linguística galego-portuguesa e reconhece a AGLP


Francisco Rodríguez reclama a unidade linguística galego-portuguesa e reconhece a AGLPImprimirE-mail
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008 20:00
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Francisco Rodríguez Sánchez | Foto: Vieiros
O filólogo e dirigente nacionalista vincula 
certo isolacionismo com «espanholia»
PGL - Num artigo publicado hoje num conhecido jornal electrónico, o filólogo e dirigente nacionalista Francisco Rodríguez valora a criaçom da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP). O responsável de Formaçom do BNG lembra que o nacionalismo, historicamente, sempre defendeu a unidade linguística galego-portuguesa.
Para ele, a defesa da unidade partiu sempre de um critério que se fundamentava em «sólidos raçoamentos e comprovações [...]. Nom se deixárom perturbar polo facto de ser Portugal um estado independente e a Gailza umha naçom negada, convertida em província da Espanha imperial», assegura no artigo.
Rodríguez continua afirmando que a teoria isolacionista, isto é, a defesa de um galego como 'língua de seu', só começou a tomar forma com a chegada da democracia e a instauraçom da autonomia política para a Galiza. Deste jeito, segundo o ex-deputado, «a normativa do galego [...] elaborou-se com critérios totalmente alheios aos da normativa do português, enfatizando as diferenças, assegura.
Na sua opiniom, as pessoas encarregadas deste labor optárom por afastar «artificialmente» o galego do português, umha orientaçom que qualifica de «anti-portuguesa» e que as mais das vezes respondia a um posicionamento ideológico «espanholista». Chegado a este ponto, Rodríguez vincula o isolacionismo galego com o valenciano (ou blaverismo, que nom reconhece a unidade da língua catalã com as falas valencianas), e atribui ambas correntes a um «isolacioinsmo agitado pola espanholia»
Francisco Rodríguez finaliza o artigo referendo-se à AGLP. Para ele, a sua apariçom nom é negativa, contrariamente a algumhas «reacções desaforadas e sintomáticas». Contudo, o responsável nacionalista acha que a soluçom nom é a terminológica, isto é, denominar o galego 'português da Galiza', mas «dar passos claros, práticos, para reintegrar o nosso idioma no seu espaço natural, o galego-português».
Destarte, a apariçom desta Academia valoriza-a como «a resposta extra-oficial, filológica, extrema a umha deformaçom e negaçom recorrente», àquela que nom reconhece a unidade linguística.
Fonte original:

domingo, 11 de março de 2012

EL PAÍS DESCOBRE A AGL

El País Espanha Palavras galegas no dicionário de português

A academia galega da língua portuguesa propôs a inclusão de 2.000 palavras usadas no vocabulário galego nas novas edições de dicionários de língua portuguesa, noticiou o El País na segunda-feira, dia 5 de março.

O diário espanhol explica que «algumas das palavras são usadas em certos locais» de Portugal e «provavelmente figuram em glossários de carácter local, mas até ao momento não tinham reconhecimento nos manuais de alcance nacional».

Situação que irá mudar; pois segundo explica o presidente da academia galega, José-Martinho Montero Santalha,. a Porto Editora e  a Priberam « introduziram as propostas dos galegos».

A ideia surgiu após o acordo ortográfico assinado pelos países de língua oficial portuguesa, que levou a academia a propor incluir palavras «consideradas características da variante nortenha do português europeu».

Os galegos consideram que esses termos têm « direito a constar num vocabulário comum que as diversas academias de português partilham».

Segundo o El País, a língua portuguesa poderá ser enriquecida por palavras como
«Balbordo, neno, encoro, bisbarra, saloucar, póla, regueifa, abanear, proer,  anaco, badoco, chosco,  larpeirada, pataca, zorregar, xílgaro, rosmar, fritir, peteiro, aperta, miolo, sartego, vinculeiro e adoitar ». 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

AGLP EM LISBOA


AGLP na Sociedade de Geografia de Lisboa no encontro "A Importância da Lusofonia"ImprimirE-mail
Domingo, 26 de Fevereiro de 2012 10:58
Delegação da AGLP no evento: Concha Rousia, 
Ernesto Vasques Souza, Maria Dovigo e Ângelo Cristóvão
Organizado pelo MIL (Movimento Internacional Lusófono) decorreu na passada sexta-feira, na Sociedade de Geografia de Lisboa,  a entrega do prémio Personalidade Lusófona 2011. O homenageado foi neste ano o professor Adriano Moreira, pelo seu contributo dado durante a sua dilatada carreira à defesa do espaço lusófono. O ato contou com a presença dos académicos Ângelo Cristóvão, Concha Roussia e Ernesto Vásquez Souza.
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sábado, 25 de fevereiro de 2012

AGLP EM LISBOA

Estivemos ontem na Sociedade de Geografia de Lisboa por breves horas, Ernesto V. Souza, Concha Rousia e eu, acompanhando a Maria Dovigo, que interveio no evento organizado pela PASC - Plataforma Ativa da Sociedade Civil.

O evento foi muito interessante. Envio os meus parabéns a Maria pola sua brilhante intervenção, que levantou o interesse do público pela Galiza e a questão da língua, tendo recebido até os cumprimentos de algum deputado da Assembleia da República que tomou nota, como também da maioria dos presentes.

Mesmo o homenageado que recebeu o Prémio Personalidade Lusófona do MIL, Adriano Moreira, teve as primeiras palavras para agradecer a presença dos representantes da Academia Galega da Língua Portuguesa, e lembrou Rosalia de Castro: "Castelhanos de Castilha, tratai bem os galegos. Quando vão, vão como rosas. Quando vêm, vêm como negros".

Acho que foi proveitoso. Marcamos presença num evento que tem ampla difusão entre as associações ativas da sociedade civil e fizemos visível a Galiza. É preciso manter a continuidade.

Se alguma lição podemos tirar disto é que, neste tipo de ventos, a diferença entre estar ou não estar é muito grande.

Ângelo Cristóvão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

arquivo digital da AGLP


Apresentação em Vila Garcia dos Clássicos da Galiza e do Arquivo Digital da AGLPImprimirE-mail
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012 11:20
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Na vindoura quinta-feira, dia 16 de fevereiro às 19h00, terão lugar no Salão de atos daEOI de Vila Garcia, as apresentações da coleção Clássicos da Galiza e do Arquivo Digital da AGLP, enquadrados dentro do ciclo de divulgação destas novidades nas principais cidades e vilas galegas organizadas pola Associação Pró Academia Galega da Língua Portuguesa, nesta ocasião em colaboração com a Equipa de Normalização Linguística da EOI de Vila Garcia.
Os Clássicos da Galiza são uma reedição de Edições da Galiza em parceria com a AGLP dos grandes autores galegos adaptados ao Acordo Ortográfico de 1990. Além disso, nesta excelente coleção os textos literários são acompanhados de grande número de notas de rodapé, glossários, apêndices, e até partituras, que esclarecem e enriquecem os textos originais.
Ernesto Vasques Souza, acadêmico e membro da Comissão de Planeamento e Informática da AGLP, apresentará o recentemente criado Arquivo Digital da AGLP, um inovador repositório de materiais digitalizados acerca da língua e cultura galega. O Arquivo Digital contém materiais de texto, áudio, vídeo e imagem, disponibilizados sob licença Creative Commons, permitindo-se assim o seu livre acesso, utilização, distribuição e cópia, amais dum rápido e eficiente sistema de procuras, catalogação e acesso.
José Luís do Pico Orjais e Fernando Vásquez Corredoira, apresentarão a coleção Cássicos da Galiza que vai já pelo terceiro volume: "Cantares Galegos" de Rosalia de Castro, "Queixumes dos Pinhos e Outros Poemas" de Eduardo Pondal, e "Cantos Lusófonos: Cancioneiro Popular".
Fernando Corredoira centrará a sua palestra sobre o seu trabalho na adatação dos textos clássicos ao Acordo Ortográfico, enquanto que José Luís do Pico Orjais centrar-se-á no seu trabalho de compilação e seleção de textos que integram os Cantos Lusófonos. Cancioneiro Popular.
O ato finalizará com a interpretação musical que o próprio Orjais fará de algumas cantigas.