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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

música portuguesa na India


The Exclusively Portuguese Pop & Folk 1-Man Band from Daman (Damão), India! Singer-songwriter, guitarist, keyboardist Gear: Korg Pa3X, Roland EM-2000 Intelligent Arranger, Taylor 714ce (Koa) Fall Limited Edition acoustic guitar, Ovation 1778LX-5 electro-acoustic guitar, Yamaha QY 100 synth, Rolan...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

CONF EM GOA





-------- Original Message --------
Subject: Comunicação sobre "Tagore, Goa e o Mundo Lusófono" em Panjim, Goa 4. Fevereiro 2013
Date: Wed, 30 Jan 2013 19:42:27 +0530
From: Lusophone Goa India
To: info@lusophonegoa.org


Comunicação sobre o tema:  Tagore, Goa e o Mundo Lusófono

4 de Fevereiro (segunda-feira) 2013 às  16:00 H - Na Goa State Central Library - Conference Hall, Patto, Near Kadamba Bus Station, Panjim

"Percepção e influência de Tagore em Goa e no Mundo Lusófono"
Prof. José Paz Rodrigues, Academia Galega de Língua Portuguesa, Galiza - Espanha.
A comunicação sera em Português com um sumário em Inglês.
Organizada pela  LSG - Lusophone Society of Goa em colaboração com a AGLP - Academia Galega de Língua Portuguesa.
T. 9763365050

Professor Doutor José Paz Rodrigues, é considerado um dos maiores especialistas mundiais em Tagore. O Prof. Rodrigues tem uma das maiores bibliotecas de mundo sobre Tagore, com mais de 30.000 volumes em diversas linguas, e é um estudioso de Tagore desde 1966. A tese de doutoramento do Prof. Rodrigues em 1966 na Universidade Aberta de Madrid teve como título “Tagore, Pioneiro da Nova Educação”.

LSG - Lusophone Society of Goa

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

NOEL GAMA (DE DAMÃO )

Hoje a RDP Internacional emitiu um tema musical interpretado por Noel Gama, indiano de ascendência portuguesa, a viver em Damão.

Noel Gama, a quem se deve a existência do rancho de folclore português "Caravela" (que existe em Damão), é um músico que tem percorrido a Índia a cantar Portugal e as raízes lusas.

O link, abaixo, remete para a apresentação do tema "Encosta a tua cabecinha", cantado e tocado por Noel Gama. A apresentação é de Salomé Andrade que, no final da música, se referiu a outro grande momento da emissão de hoje da RDPI, o Forum das Comunidades, conduzido por Paula Machado.

http://www.divshare.com/download/23595278-5a2

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

novo portal sobre Goa


Boxbe Lusophone Goa India (info@lusophonegoa.org) is not on your Guest List | Approve sender | Approve domain


Texto em português mais em baixo

Lusophone Society of Goa (LSG)
Launching of the New Website of LSG

Dear reader,

we are pleased to announce the launching of the bilingual (English and Portuguese) website of the Lusophone Society of Goa (LSG). Please read the news and the articles and write your comment at: www.lusophonegoa.org

We would appreciate any suggestion regarding the society and the new website.

Kind regards
LSG

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Lusophone Society of Goa (LSG)
Lançamento do novo Site da LSG


Prezado Leitor,

Temos o prazer de anunciar o lançamento do Website bilingue (inglês e português) da Sociedade Lusófona de Goa (Lusophone Society of Goa - LSG). Leia por favor as notícias e os artigos e comente-os em www.lusophonegoa.org

Apreciaríamos o envio das suas sugestões em relação à sociedade e ao novo website.

Os melhores cumprimentos
LSG

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

música Goa

in diálogos lusófonos Lusofonia ou Lusofilia Goa/ antiga Índia portuguesa
"Mandó" canção popular goesa tal como o fado.
Tambde Roza, Gonzaga Coutinho, cantam na Televisão Pública Portuguesa, na língua goesa, o Konkani,
Vi­deo de Jorge Cortez - YouTube
*O Konkani é a língua oficial do estado de Goa, na Índia, desde 1987, mas tem uma longa história: a primeira inscrição é de 1187 e a obra literária emblemática dessa língua, Jnaneshwari, é de 1209.

* Muitos goeses falam português, mas o inglês hoje é muito mais comum. Os católicos que falam konkani são aproximadamente 3 milhões de indianos: 1 milhão deles reside em Goa, dois no estado de Karnataka e outros em Maharashtra. É bom lembrar que em Índia são utilizados cerca de 1.600 línguas e dialetos e 33 deles são falados por mais de 100 mil pessoas.

A Arquidiocese de Goa decidiu assumir a língua konkani como língua litúrgica a partir de 1965, depois do Vaticano II. O primeiro livro imprimido nessa língua foi do padre jesuíta Thomas Stephens e tinha como título “Doutrina Christam” (A doutrina de Cristo”).

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

David Washbrook(DW) em conversa com o historiador português Diogo Ramada Curto(DRC)


in diálogos lusófonos
David Washbrook(DW) em conversa com o historiador português Diogo Ramada Curto(DRC)

O historiador Diogo Ramada Curto conversou com David Washbrook, um dos mais importantes historiadores da Índia. O inglês diz que o que lhe interessa é fazer história no presente. É dele a noção de que a dinâmica das castas favorece o aparecimento precoce do capitalismo na Índia.
David Washbrook, um dos mais profundos historiadores da Índia e da colonização imperial britânica, esteve em Lisboa para a conferência de encerramento do encontro da Associação Europeia de Estudos sobre a Ásia do Sul, que decorreu no ISCTE entre 25 e 28 de Julho.

Professor e investigador, estudou na Universidade de Cambridge, ensinou em Warwick, Harvard e Oxford. À beira da reforma, regressou ao Trinity College, onde se doutorara, para se poder dedicar exclusivamente à investigação. Prepara para publicação um livro, há muito esperado, sobre o Sul da Índia numa perspectiva de história global e também uma compilação dos seus artigos.

O conhecimento da sua obra pode ajudar a historiografia portuguesa a alargar os seus horizontes comparativos. Conforme argumentaram alguns dos participantes no encontro de Lisboa, a comparação entre regimes coloniais ou o recurso a olhares cruzados, desde que centrados num conhecimento local da Índia, renova os nossos modos de fazer história. Ora, só através da comparação com outros processos de expansão imperial, que teceram malhas de dominação a uma escala global, poderemos ultrapassar as leituras paroquiais e comemorativas do colonialismo português. Ao contrário, sem o confronto com outras historiografias, sem uma participação nos debates historiográficos por elas suscitados, corremos o risco de prolongar as interpretações da expansão imperial portuguesa meramente apostados em salvaguardar as suas características excepcionais.

Como historiador da Índia colonial britânica e elegendo como seu terreno de eleição a Índia do Sul, a começar pela denominada presidência de Madras, Washbrook tem contribuído de forma decisiva para três tipos de debates acerca dos modos de fazer história.

Em primeiro lugar, procurou fazer a história do império britânico sem perder de vista o quadro mais geral em que ele se inseriu, a saber, o do progresso do capitalismo, da modernização e de uma sociedade cada vez mais global. Essa preocupação foi acompanhada de uma perspectiva crítica e reflexiva e capaz de ter em conta a velha denúncia marxista perante as aspirações à universalidade do discurso do capitalismo europeu e ocidental - ou seja, nunca Washbrook derrapou no pecado de eurocentrismo.

Pelo contrário, a importância concedida ao modo como as elites e os poderes locais indianos colaboraram com os agentes do império colonial foi um dos seus principais laboratórios de análise. De igual modo, a atenção dada ao dinamismo dos grupos mercantis indianos, capazes de formar uma sociedade comercial e industrial, num período anterior ao da Revolução Industrial inglesa do século XVIII, destruíram a ideia de que o capitalismo foi uma mera construção europeia.

Depois, reencontrou na noção de casta uma das chaves para compreender as sociedades da Ásia do Sul. Claro que a sua reutilização da noção não pode ser confundida com a velha interpretação essencializada do conceito, que se inspirava nela para representar a Índia como uma sociedade estática na sua hierarquia, só abalada pela missão civilizadora ou exploratória do capitalismo britânico ou europeu. Tão-pouco a sua definição de casta reconhece que esta é uma simples construção dos poderes coloniais, logo, uma realidade imposta de cima que tendeu a inventar uma sociedade congelada no tempo e nas suas tradições. Para Washbrook, a casta resulta sem dúvida de uma tensão entre estruturas de estratificação existentes em qualquer sociedade e formas de auto-representação, mas está investida de um dinamismo permanente ao sabor dos conflitos que caracterizam as sociedades. Ora, é precisamente enquanto peça essencial de um enorme dinamismo que as castas indianas desenvolveram formas de especialização e de divisão do trabalho, que favoreceram de forma muito precoce o desenvolvimento do moderno capitalismo e da economia de mercado.

Em terceiro e último lugar, Washbrook sempre manifestou muitas dúvidas em relação às histórias mais fragmentadas do pós-modernismo, capazes de dar voz aos grupos mais marginalizados e de reconstituir na sua autonomia a cultura ou a economia moral dos subalternos. Porquê? Por considerar que tais modelos de análise histórica - fundados no individualismo metodológico, numa despolitizada separação do social dos domínios económicos, numa visão das relações sociais que é no fundo extremamente voluntarista - pouco ou nada têm de radical, subversivo ou emancipatório.

O encontro da Associação Europeia de Estudos sobre a Ásia do Sul, que decorreu no ISCTE entre 25 e 28 de Julho, em Lisboa com 400 participantes, muitos deles provenientes da Índia, do Paquistão e do Sri Lanka, os trabalhos da conferência decorreram sob a coordenação de Rosa Maria Perez. A qualidade alcançada pelas comunicações e o estimulante clima de debate fizeram com que muitos dos investigadores considerassem o encontro de Lisboa como um dos mais interessantes de todos até agora realizados.


 David Washbrook(DW) em conversa com o historiador português Diogo Ramada Curto(DRC) :
"As lutas da Índia actual guiaram-me nas investigações do século XVIII ao XX"
(DRC) Como foi possível a um historiador, que trabalhou toda a vida nas instituições mais consagradas do mundo académico anglo-americano, conservar viva a chama da inovação? É que, geralmente, o trabalho feito em instituições bem consolidadas tende mais à reprodução do que está feito e a servir a lógica de supostas escolas.
(DW) Penso que uma das formas de responder à questão se encontra no facto de ter sempre procurado situar os meus interesses para lá do campo mais restrito da história. Isto é, a interdisciplinaridade mobilizou-me. Por exemplo, a antropologia, que esteve bem representada no encontro de Lisboa por Chris Fuller e Jonathan Parry, e a literatura, nas análises de David Shulman, foram dois desses outros campos com os quais aprendi muito. Mas uma outra resposta à questão, porventura mais pertinente, diz respeito ao meu interesse em fazer história no presente. Ao contrário do que acontece com muitos historiadores, nunca procurei estudar o passado em si mesmo. O meu comprometimento com as lutas e os conflitos que a Índia coloca, na actualidade, guiaram-me sempre nas minhas investigações do século XVIII ao XX.

(DRC) Percebo. Mas não me parece que na sua obra resvale para uma espécie de ciência política...
(DW) De modo algum. A ciência política - com as suas preocupações excessivas de criação de modelos formais, com os seus chavões centrados exclusivamente no Ocidente (liberalismo, democracia, etc.) e com um modo de entendimento do político donde se tendem a excluir os conflitos - tem para mim pouca ou nenhuma capacidade analítica. Ela própria não consegue reconhecer as formas de representação que acontecem na Índia, onde existem índices de participação nas eleições que ultrapassam em muito o que sucede nas democracias ocidentais.

(DRC) De qualquer modo, o seu interesse pelas ciências sociais fez com que, desde o seu livro sobre a construção do Estado colonial britânico no Sul da Índia, houvesse um equilíbrio original entre conceptualização e análise empírica. Será que é esta uma das características essenciais da denominada Escola de Cambridge de história da Índia que representa?
(DW) Haveria muito a dizer acerca da existência de uma Escola de Cambridge. Esta parece-me ser mais uma entidade inventada por historiadores e intelectuais de Calcutá, ligados ao grupo de estudos sobre a subalternidade. Ora, da mesma forma que me parece redutor encerrar os historiadores de Cambridge numa escola, com características uniformes, também acho que a produção historiográfica sobre a Índia tem muitas outras dimensões. Por outras palavras, não reconheço a antinomia Cambridge contra Subalternos, nem me revejo no interior dessa oposição.

(DRC) Insisto: mas o leitor que está minimamente informado dos debates relativos à história da Índia colonial deixa-se muitas vezes tentar pela antinomia: a colaboração entre as elites locais e britânicas na construção de um Estado colonial, defendida pelos historiadores de Cambridge, em oposição às formas de resistência, mais ou menos dissimuladas, de uma história feita a partir de baixo, exploradas pelos membros dos "Subaltern Studies".
(DW) Pois é, conheço bem esse esquema, mas chamo a atenção para os múltiplos interesses que as histórias da Índia têm revelado e que põem em causa simples antinomias. Quatro áreas têm demonstrado particular dinamismo. Primeiro, a renovação dos estudos históricos e antropológicos sobre o sistema de castas tem revelado que estas, longe de traduzirem uma sociedade estática e hierárquica, são produto de uma configuração social extremamente dinâmica, capaz de se especializar, logo, de se modernizar economicamente, e dotada dos mecanismos de representação que canalizam a conflitualidade inerente a qualquer sociedade. Segundo, os estudos sobre a primeira modernidade, feitos em paralelo com as investigações sobre a história da China de Ken Pomeranz (que você vai publicar na colecção "História e Sociedade" das Edições 70), têm revelado o dinamismo em curso na Índia, no período anterior à criação do império colonial britânico e à Revolução Industrial inglesa. Em terceiro lugar, os estudos de história intelectual, muitos deles centrados no papel de grandes figuras, quebraram definitivamente a noção de que as ideias associadas à modernização teriam sido transferidas da Europa para o resto do Mundo. E, por último, o enorme dinamismo dos estudos de género, sobretudo em relação ao papel das mulheres, como bem exemplificam as investigações de Tanika Sarkar (que proferiu a conferência inaugural do encontro de Lisboa).

(DRC) Dado o enorme atraso português em estudos de género, quais as condições em que estes se têm desenvolvido em relação à Índia?
(DW) Uma análise dessas mesmas condições deveria começar por constatar que a intensificação de estudos sobre género corresponde a uma certa feminização da profissão. Na Índia, as famílias de classe média orientam para as áreas científicas e tecnológicas os seus filhos, permitindo apenas que algumas das filhas desenvolvam a sua vocação ou o seu gosto pela história. Esta tendência tem levado a que o ensino e a investigação sobre a Índia, tanto naquele imenso país, como nos principais campos universitários norte-americanos, se aproximem do seu público interessado nas questões das diferenças de género.

(DRC) No seu trabalho de campo na Índia, nas estadias em tantas universidades daquele país ou nos debates com colegas indianos, alguma vezes se sentiu desautorizado na sua condição de estrangeiro, ainda por cima representante do antigo poder colonial?
(DW) Não, nunca. Tanto mais que nasci depois da independência da Índia e, posso sem equívocos, dizer que também reivindico para mim uma posição de anticolonial.
(DRC) Desde o seu estudo mais monográfico sobre o governo colonial de Madras, ao seu interesse pelas grandes questões colocadas pela expansão colonial, orientadas sobretudo para desafiar ideias feitas acerca da modernização e do desenvolvimento do capitalismo, sem esquecer os interesses mais recentes pelas abordagens de uma história global, qual o fio condutor da sua obra?
(DW) Não sei se conseguirei responder à pergunta. O fio condutor do que fui escrevendo correspondeu muitas vezes a situações contingentes... Mas de uma coisa tenho a certeza: o facto de me ter dedicado ao estudo da Índia permitiu-me conviver com outras áreas disciplinares, porventura de forma mais intensa que muitos historiadores dedicados a campos mais especializados. Retomo, assim, a já referida ideia acerca da importância da interdisciplinaridade para o trabalho dos historiadores. Penso que foi com esta abertura que consegui conciliar análises situadas em diferentes escalas (do mais local ao mais global), com uma atenção tanto às perspectivas económicas e sociais como aos campos do político, da religião ou da produção intelectual; e articular interesses com uma forte base empírica com questões mais teóricas e conceptuais. Espero, pois, que o meu próximo livro sobre o Sul da Índia, numa perspectiva de longa duração, exemplifique bem todos os meus interesses cruzados - da Índia ao colonialismo, do recurso ao método comparativo a uma história global.

Fonte : http://static.publico.pt/pesoemedida/noticia.aspx?id=1557544&idCanal=548

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Quem viu Goa não precisa de ver Lisboa


Quem viu Goa não precisa de ver Lisboa - reportagem de Raquel Morão Lopes
in diálogos lusófonos

Quem viu Goa não precisa de ver Lisboa - reportagem de Raquel Morão Lopes
Olhando para a Basílica de São Francisco, os cronistas do século XVII diziam que quem viu Goa não precisa de ver Lisboa.

Há precisamente 50 anos, a 18 de dezembro de 1951, as tropas indianas invadiram os territórios portugueses de Goa, Damão e Diu. Invasão ou libertação? Esta é uma pergunta que tem respostas diversas para os goeses, como constatou a repórter Raquel Morão Lopes em Goa.

Facto é que ainda é visível a marca portuguesa em Goa, como se ouve nesta reportagem que teve sonorização de Carlos Felgueiras.


A repórter Raquel Morão Lopes retratou Goa através de outras três reportagens:


"Português - Língua afetiva" - Ouça clicando aqui

"Chegar a Goa é como regressar a casa" - Ouça clicando aqui

"Ser goesa" - Ouça clicando aqui


Créditos da foto: Pedro Araújo Pina/Antena1

http://www.rtp.pt/antena1/index.php?t=Quem-viu-Goa-nao-precisa-de-ver-Lisboa---reportagem-de-Raquel-Morao-Lopes.rtp&article=4422&visual=11&tm=12&headline=13


O espaço Diálogo_Lusófonos tem por objetivo promover o intercâmbio de opiniões
"Se as coisas são inatingíveis... ora!/Não é motivo para não querê-las.../
Que tristes os caminhos se não fora/A mágica presença das estrelas!" Mário Quintana
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Tradução de mensagens :translate.google.pt/
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

língua: mais valia em Goa

India
Língua portuguesa é uma mais-valia para os goeses - Autor 



Lisboa - O autor de um livro sobre literatura goesa em português, hoje apresentado em Goa (sul da Índia), defendeu que a língua de Camões é uma mais-valia para os goeses, nomeadamente no sector das tecnologias de informação. 

 
No dia em que apresentou o seu livro "Oriente e Ocidente na Literatura Goesa", que resulta de uma tese de doutoramento em literatura portuguesa apresentada na Universidade de Goa, Eufemiano de Jesus Miranda manifestou o desejo de ver crescer o interesse dos estudantes goeses pela língua portuguesa.

 
"Da minha parte, farei tudo o que puder pela língua portuguesa, que para mim é uma segunda língua de berço", disse à Lusa, por telefone, após a apresentação daquele que é um dos poucos livros escritos em português a ser lançado em Goa nos últimos 50 anos. 


 
A língua portuguesa, dominante em Goa até 1961, quando forças indianas conquistaram o território aos portugueses, tem hoje uma relevância relativa, centrada sobretudo no estudo da história, admitiu Eufemiano Miranda. "Quem queira fazer estudos de historiografia tem de estudar português", disse.

 
Mas cada vez mais, acrescentou o autor, também a indústria indiana, "principalmente nas tecnologias de informação", precisa do português "para se relacionar melhor com os países de língua portuguesa", nomeadamente o Brasil e Angola. 


 
"Sei que aqueles que estudaram português têm hoje alguns empregos no sector", disse Eufemiano de Jesus, que é o pároco de Chicalim, uma aldeia perto da cidade goesa de Vasco da Gama. 


Também o cônsul português em Goa, que esteve hoje na apresentação do livro de Eufemiano Miranda, sublinhou que numa sociedade como a de Goa o cultivo da língua portuguesa "será de grande ajuda para os goeses", contou o autor. 


 
Eufemiano Miranda reconheceu que "os estudantes em Goa ainda não consideram plenamente a potencialidade de aprender a língua portuguesa como meio de se aperfeiçoarem profissionalmente", mas admitiu que "há algum interesse". "Espero que cresça", disse. 

 
Recordou que existe ainda toda uma geração, à qual pertence, que teve formação portuguesa e por isso fala português no seu dia a dia. Já os mais novos, afirmou, "aprendem português como língua estrangeira", no secundário ou na universidade. 

 
Comparando com outras línguas, como o francês, que é "uma língua inteiramente estranha aos goeses", aprender português tem algumas vantagens: "Nas famílias que falam português, os mais jovens procuram aprender o português porque podem comunicar com os pais". 

 
"Valia a pena explorar este aspecto no ensino da língua portuguesa", defendeu. 


 
Sobre o livro que hoje apresentou, Eufemiano Miranda explicou que resultou da sua tese de doutoramento em literatura portuguesa, na qual abordou "os temas principais da literatura indo-portuguesa dos séculos XIX e XX num contexto socio-histórico". 


 
O livro foca temas como a obra de Francisco Luís Gomes e de Orlando da Costa, a imagem da Índia na poesia dos goeses de língua portuguesa ou a figura da dançarina do templo hindu na literatura lusófona. 






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quarta-feira, 6 de junho de 2012

língua portuguesa é uma mais-valia para os goeses

Língua portuguesa é uma mais-valia para os goeses - Autor

Lisboa - O autor de um livro sobre literatura goesa em português, hoje
apresentado em Goa (sul da Índia), defendeu que a língua de Camões é
uma mais-valia para os goeses, nomeadamente no sector das tecnologias
de informação.

No dia em que apresentou o seu livro "Oriente e Ocidente na Literatura
Goesa", que resulta de uma tese de doutoramento em literatura
portuguesa apresentada na Universidade de Goa, Eufemiano de Jesus
Miranda manifestou o desejo de ver crescer o interesse dos estudantes
goeses pela língua portuguesa.

"Da minha parte, farei tudo o que puder pela língua portuguesa, que
para mim é uma segunda língua de berço", disse à Lusa, por telefone,
após a apresentação daquele que é um dos poucos livros escritos em
português a ser lançado em Goa nos últimos 50 anos.

A língua portuguesa, dominante em Goa até 1961, quando forças indianas
conquistaram o território aos portugueses, tem hoje uma relevância
relativa, centrada sobretudo no estudo da história, admitiu Eufemiano
Miranda. "Quem queira fazer estudos de historiografia tem de estudar
português", disse.

Mas cada vez mais, acrescentou o autor, também a indústria indiana,
"principalmente nas tecnologias de informação", precisa do português
"para se relacionar melhor com os países de língua portuguesa",
nomeadamente o Brasil e Angola.

"Sei que aqueles que estudaram português têm hoje alguns empregos no
sector", disse Eufemiano de Jsus, que é o pároco de Chicalim, uma
aldeia perto da cidade goesa de Vasco da Gama.

Também o cônsul português em Goa, que esteve hoje na apresentação do
livro de Eufemiano Miranda, sublinhou que numa sociedade como a de Goa
o cultivo da língua portuguesa "será de grande ajuda para os goeses",
contou o autor.

Eufemiano Miranda reconheceu que "os estudantes em Goa ainda não
consideram plenamente a potencialidade de aprender a língua portuguesa
como meio de se aperfeiçoarem profissionalmente", mas admitiu que "há
algum interesse". "Espero que cresça", disse.

Recordou que existe ainda toda uma geração, à qual pertence, que teve
formação portuguesa e por isso fala português no seu dia a dia. Já os
mais novos, afirmou, "aprendem português como língua estrangeira", no
secundário ou na universidade.

Comparando com outras línguas, como o francês, que é "uma língua
inteiramente estranha aos goeses", aprender português tem algumas
vantagens: "Nas famílias que falam português, os mais jovens procuram
aprender o português porque podem comunicar com os pais".

"Valia a pena explorar este aspecto no ensino da língua portuguesa", defendeu.

Sobre o livro que hoje apresentou, Eufemiano Miranda explicou que
resultou da sua tese de doutoramento em literatura portuguesa, na qual
abordou "os temas principais da literatura indo-portuguesa dos séculos
XIX e XX num contexto socio-histórico".

O livro foca temas como a obra de Francisco Luís Gomes e de Orlando da
Costa, a imagem da Índia na poesia dos goeses de língua portuguesa ou
a figura da dançarina do templo hindu na literatura lusófona.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/internacional/2012/4/22/Lingua-portuguesa-uma-mais-valia-para-goeses-Autor,5242097d-a82e-4798-93ce-df259ba028d3.html
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FN +91-832-2409490 or +91-9822122436 fn@goa-india.org
Books from Goa,1556 http://scr.bi/Goa1556Books
Audio recordings (mostly from Goa): http://bit.ly/GoaRecordings

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

autor goês diz que a língua portuguesa pode construir pontes

Portuguese language could help build bridges: Goan author

By IANS,
Panaji : Goa, the popular tourist hub on the Indian west coast, could build global bridges, both linguistic and cultural, a new book just out suggests.
The book in Portuguese, titled "Oriente e Ocidente na Literatura Goesa" (East and West in Goan Literature), looks at the works of 19th and 20th century Indo-Portuguese writers. It covers local writers who expressed themselves in Portuguese.
Portuguese was the dominant language in Goa till 1961 when it was liberated from Portuguese rule by Indian forces.
Author Eufemiano de Jesus Miranda, whose book is being released Wednesday, suggests that the Goan writer of yesteryears was ethnically Indian but often imbibed with Western, Christian and Latin traits, and also strongly influenced by the "Vedic-Upanishadic Hindu substratum". This caused a painful search for "self-identity and self-definition".
Goan poets had written so much on Mother India, a concept in which they shared pride. Despite mastering the Portuguese language, Goans of the time did not lose their Indian roots, the author argues.
"The appeal of millenary and ancestral India was strong on them. They were proud of their Catholic faith too. But you can't forget your roots," he notes.
He believes these contributions could be a "small beginning" to even now help countries like Portugal to understand Indian philiosophy, mythology and its way of being. For that matter, Indian thought and philosophy is also popular in Portuguese-speaking countries like Brazil.
The book is in Portuguese, one of the few to be published here over the past five decades in that language. Miranda sees Indo-Portuguese writer as "a small part of the big tradition of Portuguese literature. It is a literature written by Goans with typical features of India, but perfectly integrated in the Portuguese tradition".
What does he see as the future of the Portuguese language in Goa where it was once dominant, now hardly visible?
"Some years ago I would say that Portuguese is a languague only the researcher in history would need. Now we know we need it even in industry. For instance, IT needs Indians with Portuguese skills to work in Angola or Brazil."
He agrees with the view that we need not see Portuguese merely as just a colonial language but as one more tongue with a potential in our future.
"The book is about Goans who mastered the Portuguese language and lead to the birth of a creative literature. It covers poetry, novels and short stories from the 19th and 20th century," says Miranda, who currently is the parish priest at Chicalim, a village close to the riverfront leading to Vasco da Gama town, 28 km from here.
Goan writing in Portuguese is almost invisible today, he agrees, and sees that as "a pity". Yet, this is a reality that cannot be forgotten. "It was created by Goans, both Catholics and Hindus too who wrote very elegantly (in Portuguese)," he says.

sábado, 26 de maio de 2012

várias notícias sobre Goa