segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Índia Antiga
sábado, 20 de agosto de 2011
PROVÉRBIOS CRIOULO-GUINEENSES
| PROVÉRBIOS CRIOULO-GUINEENSES ver lista completa em http://vsites.unb.br/il/liv/crioul/prov.htm pesquisa de Hildo Honório do Couto-Departamento de Lingüística Universidade de Brasília 70910-900 Brasília, DF, Brasil. e.mail: hiho@unb.br O PROF HILDO DIZ QUE Gostaria de ouvir seus comentários, sugestões e críticas. (1) Abo i rasa goiaba: bu ka ten kabaku (=você é como a goiaba, não tem cavaco) (2) Abo i rasa polon: si bu na kai, bu ka ta kai abo son (=você é como o poilão: se cair não cai sozinho) (3) (i) Abo k' ten caga, bu ka ta sinti si ceru; (ii) Nunka algin ka ta fala kuma si caga na fedi (=você que tem ferida não sente o seu cheiro) (4) Ami i lubu k' kema kosta (=eu sou a hiena que tem as costas queimadas) (5) Ami i rasa papaia: N ka ta durmi na bariga di algin (=eu sou como o mamão: não fico parado na barriga de ninguém) (6) Anduriña kuma i na pupu riba di kabesa di ñor deus, i ba kai riba di si kabesa (=a andorinha disse que caga na cabeça do senhor deus, mas caiu sobre sua própria cabeça) (7) Baga baga i ka ten tarsadu, ma i ta korta paja (= o cupim não tem terçado, mas corta capim) (8) (i) Baga baga ka ta kata iagu, ma i ta masa lama; (ii) Baga baga i ka ta kata iagu ma i ta masa lama (= o cupim não busca água, mas amassa o barro) (9) Bagic ta masi ku si fortuda (= o hibisco cresce com sua sorte) (10) (i) Baka ki ka ten rabu, Deus ta banal; (ii) Baka ku ka ten rabu Deus ku ta banal (= à vaca que não tem rabo, abana-a Deus) |
"Se as coisas são inatingíveis... ora!/Não é motivo para não querê-las.../
Que tristes os caminhos se não fora/A mágica presença das estrelas!" Mário Quintana
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Tradução de mensagens :translate.google.pt/
Portugal Plataforma Internacional
Portugal Plataforma Internacional
Nos finais do século XV, inícios de XVI, os portugueses foram capazes de revelar à Europa que o homem é feito de muitos homens, muitas raças, provocando uma revolução do conhecimento.
19-08-2011Esta capacidade de revelar outros mundos tem sido transportada através dos tempos pelo espírito da língua portuguesa, fazendo com que as teias criadas a partir das relações, centradas na cultura e no conhecimento, perdurem ao longo dos séculos. Num mundo dominado pelos conflitos entre as diferentes culturas e religiões e pela incapacidade de nos pormos no lugar do outro, onde é cada vez mais difícil fomentar ou incentivar o diálogo, é fundamental criar espaços onde possamos juntar na mesma mesa gente das diferentes culturas e religiões, onde possamos falar sobre o estado do mundo e as múltiplas formas de inventar os futuros possíveis. Ter condições para criar este espaço ou estes espaços de diálogo e troca será necessariamente uma vantagem estratégica no contexto internacional.
A língua portuguesa, com os seus 230 milhões de falantes e com as diferentes culturas e olhares que transporta, pode ter condições privilegiadas para albergar um desses espaços. Uma língua que, sendo ao nível europeu a terceira mais falada no mundo, é, naturalmente, um instrumento privilegiado na assumpção, por parte de Portugal, de um papel activo na construção de uma Europa das Línguas e das Culturas, na construção de uma identidade europeia capaz de se afirmar no contexto mundial.
Carlos Fragateiro
Guiné-Bissau – Institucionalização da língua portuguesa
Guiné-Bissau – Institucionalização da língua portuguesa no espaço UEMOA
O Presidente da República, Malam Bacai Sanha, defendeu, esta terça-feira, 16 de Agosto, a necessidade da institucionalização da língua Portuguesa como idioma de trabalho na Uniao Economica Monetaria Oeste Africana (UEMOA).
17-08-2011Este evento surgiu no âmbito da visita oficial do Presidente da Comissão da UEMOA, Sumaila Cisse, entre 14 e 16 de Agosto, a Bissau, proveniente de alguns países membros da organização, na sequência da despedida do seu oitavo ano de mandato è frente da Organização sub-regioinal.
Sumaila Cisse salientou que, durante o seu mandato, a Guiné-Bissau beneficiou de mais de 44 bilhões de francos CFA.
Foi ainda assinado, entre o Governo guineense e a comissão da UEMOA, o acordo para a recuperação de mil hectares de bolanhas (terrenos de cultivo) no país. Barros Bacar Banjai, ministro da Agricultura, explicou à imprensa a essência deste acordo que começará a surtir efeitos a partir do próximo ano.
A inauguração do poço de água potável, na povoação de Bolm, norte do país também faz parte da agenda de Soumaila Cisse, durante a visita à Guiné-Bissau.
Sumba Nansil
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
TRAJETÓRIAS JUDAICAS
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
paulo portas pede globalização da língua
Paulo Portas, que participa em Luanda na XVI reunião ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, disse aos jornalistas, durante o intervalo dos trabalhos, que é necessário um esforço de todos os países para que o português passe a ser língua de documentação e de trabalho, que os políticos tenham a coragem de utilizá-la nas instituições internacionais e que haja um apoio mútuo nas candidaturas a organismos internacionais.
De acordo com Paulo Portas, o debate na reunião sobre o assunto foi "bastante franco e prático, sobre como os países da CPLP podem defender e fazer expandir o português no mundo global".
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
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http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1924911
Vozes de África Por Adelto Gonçalves
Margarida Castro <margaridadsc escreveu/enviou para o dialogos_lusofonos:
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domingo, 14 de agosto de 2011
Casamansa-o crioulo
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
PARA APRECIADORES DE QUESTÕES LINGUÍSTICAS
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Petição-Carta Aberta a Paulo Portas, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal
Petição-Carta Aberta a Paulo Portas, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal
Exmo. Senhor
Doutor Paulo Portas
Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal
Temos apreciado a importância que tem dado às relações com os restantes países lusófonos, numa aparente reorientação estratégica de Portugal que o MIL sempre defendeu, dado o seu Horizonte ser, precisamente, o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço da lusofonia – no plano cultural, mas também social, económico e político.
Esta carta prende-se, tão-só, com a posição de Portugal relativamente à Galiza, a nosso ver uma dessas regiões integrantes do espaço lusófono – daí a nossa reiterada defesa da sua especificidade linguística e cultural. Com efeito, no Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, na sua XVI reunião, realizada em Luanda no passado dia 22 de Julho, soubemos que Portugal foi o único país a não apoiar a concessão da categoria de Observador Consultivo à Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, entidade que, como sabe, tem já um histórico muito apreciável, tendo sido por isso reconhecida para nossa Academia das Ciências, sendo ainda membro do Conselho das Academias de Língua Portuguesa.
Ainda mais recentemente, também soubemos que o novo Governo Português tem expressado as suas dúvidas sobre a presença de observadores da Galiza no Instituto Internacional de Língua Portuguesa, assim como pela inclusão do seu Léxico no Vocabulário Ortográfico Comum que está a ser preparado por essa instituição, quando é sabido que uma Delegação de Observadores da Galiza participou nesse processo desde o princípio.
Face a isto, perguntamos apenas até que ponto houve uma inflexão da posição do Estado Português relativamente à Galiza, já que, desde que foi apresentada a candidatura da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, Portugal sempre deu o seu apoio expresso a essa candidatura nos diversos órgãos da CPLP.
Muito cordialmente
MIL: Movimento Internacional Lusófono
Para subscrever:
CartaAbertaaPauloPortas.movimentolusofono.org
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SEDE: Sociedade da Língua Portuguesa, Rua Mouzinho da Silveira, 23, 1250-166 Lisboa
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432
Não faz sentido uma "literatura da lusofonia"
Não faz sentido uma "literatura da lusofonia" "Não tem havido circulação de bens culturais" no espaço da língua portuguesa - escritora Odete Semedo 15-07-2011 Lisboa, 14 jul (Lusa) -- Não se pode falar de África nem de africanos e, portanto, também não faz sentido uma "literatura da lusofonia", defende a escritora guineense Odete Semedo, lamentando a falta de "circulação de bens culturais" no espaço do português. Presente no colóquio internacional "Percursos, trilhos e margens: receção e crítica das Literaturas Africanas em Língua Portuguesa", que decorre no pólo de Lisboa do Centro de Estudos Sociais (CES), hoje e sexta-feira, Odete Semedo disse à Lusa que "não se pode arrumar tudo numa gaveta e dizer 'isto é a literatura da lusofonia'", porque "cada país é um país", com "várias facetas" e "a sua memória coletiva". A "força" de partilhar uma língua "não está na fusão das literaturas, mas na circulação das obras dos autores que escrevem em português e na "coordenação de ações", contrapõe. E nisso têm falhado editoras e instituições governamentais, afirma, explicando que os autores divulgam os seus trabalhos entre si, nos encontros que mantêm. FONTE: DN "Não tem havido circulação de bens culturais" no espaço da língua portuguesa - escritora Odete Semedo 15-07-2011 Lisboa, 14 jul (Lusa) -- Não se pode falar de África nem de africanos e, portanto, também não faz sentido uma "literatura da lusofonia", defende a escritora guineense Odete Semedo, lamentando a falta de "circulação de bens culturais" no espaço do português. Presente no colóquio internacional "Percursos, trilhos e margens: receção e crítica das Literaturas Africanas em Língua Portuguesa", que decorre no pólo de Lisboa do Centro de Estudos Sociais (CES), hoje e sexta-feira, Odete Semedo disse à Lusa que "não se pode arrumar tudo numa gaveta e dizer 'isto é a literatura da lusofonia'", porque "cada país é um país", com "várias facetas" e "a sua memória coletiva". A "força" de partilhar uma língua "não está na fusão das literaturas, mas na circulação das obras dos autores que escrevem em português e na "coordenação de ações", contrapõe. E nisso têm falhado editoras e instituições governamentais, afirma, explicando que os autores divulgam os seus trabalhos entre si, nos encontros que mantêm. FONTE: DN http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/literatura-da-lusofonia
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Curiosidades da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
quinta-feira, 28 de julho de 2011
101 Falares com JeitO
LIVROS DAS PORTARIAS DO REIN
LIVROS DAS PORTARIAS DO REINO
Vol. 1 Luís Amaral
Guarda-Mor
500 páginas
ISBN:
Brochado![]()
O conjunto dos Livros das Portarias do Reino são um importantíssimo fundo da Torre do Tombo que conserva as mercês régias atribuídas no século XVII, com referências que ilustram não só a época, como os tempos anteriores cujos factos e personalidades também registam. O seu conhecimento confirma, integra e revela os acontecimentos mais notáveis que mereceram o envolvimento da administração pública do império português e o olhar dos soberanos que então nos regeram. Destes livros 8 pertencem ao Reino, 2 à Índia e 2 a África. Relacionam personagens e acontecimentos de um século que marca a mudança dinástica que permite aos portugueses recuperar a coroa nacional. É todo esse constituir de um novo Portugal que fica, mercê a mercê, patente nesta obra que agora se traz a lume. A colecção das Portarias do Reino, cuja publicação agora se inicia, deverá ficar completa no espaço de três anos e ocupará 12 volumes de cerca de 500 páginas cada, incluindo índices onomásticos e geográficos.
O 1.º volume integrará a apresentação da obra pelo Prof. Dr. Bernardo de Vasconcelos e Sousa e, também, a lista de subscritores.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Glossário Toponímico - Galiza, Portugal e Brasil
Glossário Toponímico - Galiza, Portugal e BrasilUm glossário de topónimos serve para mostrar como a mesma origem fonética e linguística pode tomar diversas variantes. destas variantes, algumas esclarecem-nos sobre a forma primitiva da palavra, pondo de lado certas hipóteses ou mesmo explicações que nunca teriam passado pela mente dos eruditos, se as tivessem conhecido. é apenas um caminho, um caminho por entre um rôr de outros.Além disso, põe em pé de igualdade os macro e os microtopónimos, sendo certo que o facto de serem macro ou micro não é uma qualidade de origem nem um destino perpétuo, mas, apenas, um circunstancialismo histórico, por isso mesmo variável. alguns lugares há pouco tempo pequenos, ou mesmo insignificantes, são hoje cidades que rivalizam com as principais do nosso país. e cidades outrora importantes são hoje pouco mais que lugarejos menores, designados por aquilo a que se chama microtopónimos. O presente Glossário é um trabalho de meia dúzia de lustres, cada lustre cinco anos, disperso por várias bases de dados, umas escritas, outras já electrónicas. baseia-se numa teimosia e num gosto pessoal , que me levou a apontar obsessivamente os lugares por onde ia passando e passo. a minha profissão é uma fonte inesgotável de topónimos, de todos os tamanhos e feitios. e de lendas e lengalengas explicativas, que têm a piada que têm mas não explicam nada. salvo algumas lendas propriamente ditas, ou dignas desse nome: essas têm um fundo de verdade. como distinguir umas das outras, essa é a arte do artista, como soe dizer-se.Com aquelas regras mínimas, que consistem em ressalvar o seu a seu dono, é assim que ponho os meus apontamentos à disposição da rede. Não é trabalho acabado.Deste esqueleto de nomes, ainda incompleto, irá surgindo, a seu ritmo, o revestimento de carnes e de pele que lhe dará a forma final. se a tanto me ajudar o engenho, a arte e o tempo que os permita. Os mais curiosos poderão consultar o blogue gémeo Toponímia Galego-Portuguesa e Brasileira http://toponimialusitana.blogspot.com/, onde esse trabalho se faz dia após dia. |