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domingo, 13 de janeiro de 2013

sábado, 13 de outubro de 2012

Chamada para publicação em Cadernos de Literatura










Chamada para publicação em Cadernos de Literatura em Tradução no. 14 (número especial chinês-português, organizada por Marcia Schmaltz, Univ. Macau)

Estamos recebendo colaborações, com cinco mil palavras no máximo, para apreciação e eventual publicação no número 14 (2013), dedicado exclusivamente à tradução da literatura chinesa e de expressão portuguesa.
As culturas portuguesa e chinesa dialogam há 500 anos. Durante este período, o volume de traduções de documentos e obras pode ser caracterizado por momentos que perpassam de intenso a letargia e ao ressurgimento. Como exemplos de intensidade em tradução, cita-se o período missionário na China e o período de secessão de Macau a Portugal. Com as guerras ocorridas entre meados do século XIX até a metade do século XX, as traduções entre o par linguístico arrefeceu, contudo foi parcialmente retomada no período posterior da proclamação da República Popular da China (cf. Jorge Amado, Euclides da Cunha, entre outros), enquanto que nos países de expressão portuguesa o volume de traduções também foi modesto devido à Guerra Fria. O ressurgimento de certo volume de traduções parece ocorrer a partir das políticas de Reforma e Abertura da China em 1978. O gradativo aumento de obras literárias traduzidas reflete o interesse do público ao entendimento mútuo e a aproximação entre as culturas envolvidas.

Os Cadernos de Literatura em Tradução número 14 (2013) está recebendo colaborações que tratem da influência das literaturas chinesa e de expressão portuguesa traduzida entre os países, artigos e ensaios que tratem de questões pertinentes à tradução das literaturas chinesa ou de expressão portuguesa, bem como de traduções de poesia e/ou ficção curta do chinês para o português (ou do português para o chinês), acompanhadas do original, com até cinco mil palavras, no máximo.

Favor enviar as contribuições a Marcia Schmaltz - marcias@umac.mo e a Cadernos de Literatura em Tradução - cadernosdeliteraturaemtraducao@gmail.com,  até 3 de março de 2013.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

centro de lingua e cultura chinesa


Instituto Politécnico de Bragança inaugura Centro de Língua e Cultura
Chinesas.

 

No próximo dia 15 de outubro, o Instituto Politécnico de Bragança inaugurará
um Centro de Língua e Cultura Chinesas, em resultado da cooperação com a
Universidade de Pequim em Zhuhai (Beijing Normal University at Zhuhai,
BNUZ). 

A cerimónia de inauguração do Centro de Língua e Cultura Chinesas
realizar-se-á no próximo dia 15 de outubro, pelas 15:00, na Escola Superior
de Educação do IPB, e contará com a presença dos Professores Ailan Fu e
Mingyuan Zhang, respetivamente, Vice-Presidente da BNUZ e Diretor da Escola
de Chinês daquela Universidade.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PORTUGAL E CHINA

Portugal colabora na promoção do português na China

Uma parceria para promover ações culturais, educativas e científicas por universidades e outras instituições portuguesas na Republica Popular da China, foi assinado em julho na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
De acordo com uma nota divulgada pelo Instituto Camões, o Protocolo de Cooperação para a promoção da língua e da cultura portuguesa na República Popular da China, envolve para além do IC e da Fundação Gulbenkian, várias instituições de ensino superior portuguesas, nomeadamente as Universidades de Lisboa, Minho, Aveiro e Nova de Lisboa e o Instituto Politécnico de Leiria. “O Instituto Camões coordenou esta parceria que visa o reforço e a consolidação das ações em curso nas universidades chinesas, a realização de ações de formação direcionadas essencialmente a docentes chineses e a investigação sobre o ensino e a aprendizagem do português língua estrangeira na República Popular da China”, refere a nota divulgada pelo IC. No âmbito do protocolo, os parceiros vão trocar informação regular sobre as atividades que desenvolvem naquele país, em articulação com as universidades e instituições chinesas. Está ainda prevista a criação de guias do professor sobre a metodologia do ensino da língua portuguesa naquele país, o apetrechamento bibliográfico de instituições do ensino superior e de investigação da República Popular da China e a criação de um sítio que apoie as atividades de formação de docentes chineses. O protocolo foi assinado pelos reitores da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, da Universidade do Minho, António Cunha, da Universidade de Aveiro, Manuel Assunção, da Universidade Nova de Lisboa, António Rendas, e pelos presidentes do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas Pereira, e do Instituto Camões, Ana Paula Laborinho. A Fundação Calouste Gulbenkian esteve representada pelo seu presidente, Artur Santos Silva, e pelo administrador Eduardo Marçal Grilo.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

china e lusofonia


China: comércio com países de língua portuguesa aumenta 22%

Compras a Portugal crescem 64% até junho para 633 milhões de euros

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As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 22 por cento até junho atingindo 63,7 mil milhões de dólares (51,8 mil milhões de euros), indicam dados oficiais divulgados esta quarta-feira.

De acordo com as estatísticas dos Serviços da Alfândega da China, Pequim comprou aos oito países do universo lusófono produtos no valor de 44,7 mil milhões de dólares (36,4 mil milhões de euros) - mais 29 por cento do que o apurado no primeiro semestre de 2011.

Por outro lado, a segunda maior economia mundial exportou para a lusofonia bens avaliados em 18,9 mil milhões de dólares (15,3 mil milhões de euros), número que reflete um acréscimo anual de oito por cento, escreve a Lusa.

O Brasil manteve-se, ao longo dos primeiros seis meses do ano, como o principal parceiro lusófono da China, com um volume de trocas comerciais de 41 mil milhões de dólares (33,4 mil milhões de euros), uma subida de 11,7 por cento face a igual período do ano transato.

As exportações da China para o Brasil totalizaram 15,5 mil milhões de dólares (12,6 mil milhões de euros) - mais 6,4 por cento do que nos primeiros seis meses de 2011 - enquanto os bens adquiridos pelo gigante asiático ao Brasil cifraram-se em 25,5 mil milhões de dólares (20,7 mil milhões de euros), reflexo de um aumento anual na ordem dos 15,2 por cento.

Com Angola, o segundo parceiro chinês entre os países de língua portuguesa, as trocas comerciais cifraram-se em 19,9 mil milhões de dólares (16,1 mil milhões de euros), na sequência de um crescimento de 51,2 por cento relativamente aos primeiros seis meses de 2011.

As aquisições chinesas sofreram até junho um incremento anual de 51,8 por cento para 18,2 mil milhões de dólares (14,8 mil milhões de euros), ao passo que as vendas a Angola sofreram uma subida superior a 45 por cento até 1,6 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros).

Para Portugal, o terceiro parceiro comercial da China no universo lusófono, seguiram mercadorias chinesas avaliadas em 1,2 mil milhões de dólares (997 milhões de euros) até junho - menos 11,8 por cento em relação ao primeiro semestre de 2011 - contra compras chinesas de 778 milhões de dólares (633 milhões de euros), mais 63,9 por cento face a igual período do ano transato.

Entre janeiro e junho, o volume das trocas comerciais luso-chinesas atingiu 2 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros), refletindo um crescimento anual de 7,4 por cento.

Só em junho, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa alcançaram 11,9 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros), caindo seis por cento face ao apurado no mês precedente.

As importações da China somaram 8,2 mil milhões de dólares (6,6 mil milhões de euros), enquanto o volume das exportações para o universo lusófono atingiram 3,6 mil milhões de dólares (2,9 mil milhões de euros), mais dois por cento comparativamente a maio.

Os dados divulgados incluem São Tomé e Príncipe, apesar de o país manter ligações com Taiwan e não participar diretamente no Fórum Macau.

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa no ano de 2003, altura em que estabeleceu o fórum que se reúne ao nível ministerial de três em três anos.

terça-feira, 24 de julho de 2012

lusofonia na china


Assinada parceria entre universidades para promover cultura lusa na China

24 de Julho, 2012
Uma parceria para promover acções culturais, educativas e científicas por universidades e outras instituições portuguesas na Republica Popular da China é assinada hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.A parceria envolve ainda o Instituto Camões e várias universidades portuguesas, visando uma colaboração «coordenada e optimizada» para a promoção da língua e da cultura portuguesas na China.
No âmbito do protocolo, os parceiros vão trocar informação regular sobre as actividades que desenvolvem naquele país, em articulação com as universidades e instituições chinesas.
O acordo prevê o reforço e consolidação das acções de cooperação com as universidades chinesas, a realização de cursos e outras actividades formativas dirigidas sobretudo a docentes chineses, e a investigação sobre o ensino e aprendizagem do português como língua estrangeira na China.
Também visa criar guias do professor sobre a metodologia de ensino do português naquele país, o apetrechamento bibliográfico de instituições do ensino superior e de investigação na China, e a criação de um sítio na web que apoie as actividades de formação de docentes chineses.
De acordo com a informação divulgada pela Gulbenkian, na assinatura do protocolo, às 17:00, na sede da Fundação, estarão os reitores da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, da Universidade do Minho, António Cunha, da Universidade de Aveiro, Manuel Assunção, da Universidade Nova de Lisboa, António Rendas.
Também estarão presentes os presidentes do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas Pereira, e do Instituto Camões, Ana Paula Laborinho.
A Fundação Calouste Gulbenkian estará representada pelo presidente, Artur Santos Silva, e por um dos seus administradores, Eduardo Marçal Grilo.
Lusa/SOL

quarta-feira, 4 de abril de 2012

China quer mais estudantes a aprender português




China quer mais estudantes a aprender português

China quer mais estudantes a aprender português

O vice-ministro chinês da Educação, Hao Ping, desafiou a Universidade de Lisboa (UL) a duplicar nos próximos anos o ensino do português na China.

20-03-2012
O desafio foi feito durante uma visita recente que os responsáveis da Clássica fizeram à China e a Macau, revelou Teresa Cid, vice-reitora da UL.
Em declarações ao PÚBLICO, a responsável pelo pelouro das Relações Internacionais da UL adiantou que o vice-ministro chinês "lançou o desafio de ser criada uma plataforma com a Universidade de Pequim e o Politécnico de Macau para aprofundar o ensino do português na China e alargar o ensino do chinês em Portugal e nos países de língua portuguesa, como Angola".

"Neste momento há 15 universidades na China a dar este curso e o vice-ministro manifestou o interesse de alargar para o dobro nos próximos anos", afirmou, salientando o facto de haver 300 milhões de chineses a falar inglês e "muito poucos a falar português". E "quem fala português tem emprego garantido", acrescentou.  Ler o artigo completo (Público)

http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/noticias/china-quer-mais-estudantes-a-aprender-portugues

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