segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Bruno Pinto, tradutor portugues, comenta


 in diálogos lusófonos
Depoimento:
Bruno Pinto, tradutor portugues, comenta no http://prowebpt.com/tudo-sobre-o-novo-acordo-ortografico/ :

 
Meus amigos (as),
Eu estou totalmente de acordo com uma aproximação da Língua Portuguesa falada por esse mundo fora…reparem que a língua portuguesa não pertence a Portugal, tal como a língua inglesa, que é utilizada por todos e passou pelo mesmo, não pertence a Inglaterra ….
Eu especialmente vivo e trabalho com estas contradições e pequenos detalhes que trazem transtornos desnecessários…trabalho para uma grande empresa internacional, no departamento de línguas estrangeiras (tendo por base o inglês) … e todos os dias tenho que traduzir textos de inglês para português, traduções estas que vão ser usadas (através de um website) por todos os falantes da língua portuguesa espalhados pelo mundo…e agora digam-me, quais as palavras que escrevo?! Do modo que se escreve em Portugal ou no Brasil?! O que acham mais justo?! bem…para os Portugueses que criticam (e atenção que eu sou Português com muito orgulho) … devo dizer que o mais justo seria traduzir tudo do modo brasileiro, incluíndo as expressões, dado que existem 190 Milhões de Brasileiros….e apenas 11 Milhões de Portugueses?!
Tudo e toda a gente no mundo da língua portuguesa irá beneficiar com isto…eu sei que é difícil as pessoas se adaptarem…mas será melhor…e os portugueses mais do que ninguém deveriam estar satisfeitos, pois a nível económico o Brasil está a explodir e com certeza as oportunidades de negócio para os Portugueses, através da língua portuguesa, que é a língua oficial do Brasil, aumentarão…tal como a mim, tenho este fantástico emprego devido a uma enorme necessidade da empresa existir em Português…e deixem-me que vos diga, devido ao Brasil…
Abraços

Brasil promove língua


in diálogos lusófonos

Brasil promove língua e cultura portuguesa no Médio Oriente

O governo brasileiro anunciou  o início das atividades, em Beirute, do Centro Cultural Brasil-Líbano, que visa a promoção do ensino da língua e cultura portuguesa nos países do Médio Oriente.

Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt), Lusa e Instituto da Cultura Árabe
19:20 Terça feira, 11 de outubro de 2011
O Centro Cultural Brasil-Líbano ocupa um prédio de arquitetura tradicional libanesa do século XIX
O Centro Cultural Brasil-Líbano ocupa um prédio de arquitetura tradicional libanesa do século XIX
Icarabe
O Brasil está a promover o ensino da língua e a cultura portuguesa no Médio Oriente. O Centro Cultural Brasil-Líbano, inaugurado em finais de abril em Beirute, entrou hoje em funcionamento. A primeira turma do curso de português já conta  com 100 alunos matriculados.
A instituição é vinculada à embaixada brasileira no Líbano e é a primeira deste tipo aberta na região. A intenção, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty), é torná-lo um centro de formação de professores e de elaboração de material didático para o ensino do português para estrangeiros no Médio Oriente.
O Centro Cultural Brasil-Líbano será responsável ainda por aplicar o exame de competências em língua portuguesa (CELPE BRAS ). Além das aulas de idioma, a instituição oferecerá atividades relacionadas à cultura brasileira como aulas de dança, música e gastronomia.

Afinidades entre os dois países


De acordo com Roberto Medeiros, chefe do Setor Cultural da Embaixada do Brasil no Líbano, a criação do Centro Cultural Brasil-Líbano reforça o relacionamento entre os dois países, ajudando a difundir as duas culturas.
É também uma forma de reconhecimento da contribuição do povo libanês na formação da identidade social e cultural brasileira, com influências que vão da literatura até as artes e à gastronomia, já que a comunidade de origem libanesa constitui a principal matriz étnica árabe do Brasil.   
"O estabelecimento do Centro Cultural Brasil-Líbano, em Beirute, responde aos inúmeros pedidos dos libaneses e da comunidade de origem brasileira residentes no Líbano, que desejavam ter acesso direto à produção cultural brasileira. O estabelecimento de um centro cultural oficial do Brasil no Líbano permitirá, também, aumentar o raio de ação do ensino da língua portuguesa, que atualmente se faz por meio de um Leitorado na Universidade Saint-Joseph, em Beirute e no vale do Bekaa", afirmou Roberto Medeiros em declarações ao Instituto brasileiro da Cultura Árabe.
"Ao mesmo tempo, essa iniciativa assinala o desejo de reforçarmos nossa presença diplomática no Líbano, país com grandes afinidades com o Brasil e com reconhecida relevância política no Médio Oriente. Nos últimos anos, vimos incrementando essa presença por meio de ações de cooperação técnica, comerciais,  culturais e políticas, inclusive por meio do início da participação, em 2011, de "capacetes azuis" oriundos da Marinha brasileira na componente militar naval da UNIFIL, no Sul do Líbano", acrescentou o chefe do Setor Cultural da Embaixada do Brasil no Líbano. 
O Centro BrasiLíbano está a funcionar  bairro de Achrafieh, em Beirute, num prédio de arquitetura tradicional libanesa do século XIX, que foi arrendado pelo governo brasileiro.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/brasil-promove-lingua-e-cultura-portuguesa-no-medio-oriente=f679754#ixzz1naC2kzqB


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a saga dos portugueses na Rússia


Notícias de diálogos lusófonos

Rússia: Centro de Língua Portuguesa promove apresentação de A Saga dos Portugueses na Rússia

c_250_0_16777215_0___images_photos_noticias_saga_milhases.jpgA apresentação do ensaio intitulado A Saga dos Portugueses na Rússia (Edições da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2011) do historiador e jornalista José Milhazes juntou largas dezenas de estudantes, jornalistas, amigos da lusofonia, no dia 11 de dezembro, no café-clube Tsvet Nochi (Cor da Noite) na capital russa.
A iniciativa foi do Centro de Língua e Cultura Portuguesas Portugues.Ru, única instituição privada especializada no ensino do português na Rússia.
O encontro com presença do autor proporcionou um animado debate em torno das relações históricas luso-russas, cujos alicerces foram lançados por surpreendentes episódios e laços científicos, amorosos, de ódio, que envolveram notáveis vultos históricos de ambas as nações, laços esses que levariam mais tarde ao estabelecimento de relações diplomáticas.
O protagonismo do primeiro chefe do Departamento Geral da Polícia de São Petersburgo, António Manuel de Vieira, na corte de Pedro I, a influência do médico e pensador António Ribeiro Sanches, a quem a futura Czarina Catarina II ficou a dever a vida, a paixão do poeta russo Alexandre Pushkin por uma das filhas do primeiro Cônsul-Geral de Portugal na Rússia, José Celestino Velho, o ódio que o poeta despertou na neta da Marquesa de Alorna, Idália Polétika, instigadora do duelo que levaria à morte do escriba russo, são alguns dos momentos que José Milhazes levou ao conhecimento dos presentes. Sem esquecer o registo de descrições de ilustres viajantes russos que passaram por Portugal e por territórios do seu antigo império. As influências dos movimentos liberais e portugueses no movimento dezembrista na Rússia, foram só mais um exemplo da erudição do estudioso português, formado na Universidade Estatal de Moscovo.
Questionado sobre as semelhanças entre o povo russo e o português, respondeu que «os russos e os portugueses têm muito em comum, até nos provérbios (ao ‘Bog Dast’ corresponde literalmente o nosso ‘Deus dará’, a título de exemplo)». Ambos os povos, de acordo com o autor, são «extremamente sentimentais e dados ao romantismo».
Acrescentou que «se pegarmos na romança russa (canção tradicional russa de carácter sentimental) Ia ehala domoi (de regresso a casa) e se em vez de a interpretarmos ao piano a acompanharmos com guitarra portuguesa, então obtemos um fado perfeito». As semelhanças estendem-se à forma de festejar. Segundo ele, «quando ambos os povos festejam, festejam a valer».
O promotor desta iniciativa, director do centro de Língua e Cultura Portuguesas Portugues.Ru, Stanislav Mikos, declarou que era «primordial dar a conhecer ao público russo a obra de referência sobre estas matérias.»
José Milhazes reside na URSS/Rússia há 34 anos. Para além de correspondente da Agência Lusa, do canal televisivo SIC, e RDP, é o mais conceituado estudioso da presença portuguesa na Rússia, desde os seus primórdios.


 
Portal do Governo  Ministério dos Negócios EstrangeirosCPLP Instituto Internacional da Língua PortuguesaEUNIC Federação Europeia dos Institutos Nacionais para a Língua

SABIAM QUE O NOME DO BRASIL FOI TIRADO DO NOME BETH ISRAEL A (casa de Israel)...


 

[grupo-sefarad] informou hoje

VOCES SABIAM QUE O NOME DO BRASIL FOI TIRADO DO NOME BETH ISRAEL A (casa de Israel)...

Sim é verdade...Quem descobriu o pau BRASIL foi um JUDEU ALFAIATE convertido a forca pela INQUISICÃO CATÓLICA; quando viu os indiginas usando o pau Brasil para pintar o corpo o Alfaiate Judeu resolveu experimentar para TINGIR ROUPA; e aí o resultado foi um sucesso e o JUDEU alfaiate resolveu dar nome a arvo...re de BETH ISRAEL (casa de Israel), como poderia levantar suspeita que ele era Judeu, ele resolveu tirar as letras das frases de acordo com a tradição Judia: primeiro 4 letras: ISRA= RASI (LEMBRANDO QUE HEBREU SE ESCREVE DA DIREITA PARA ESQUERDA E SEGUIFICA OS TALIT E TZTSITE vestimenta Judaica com 4 cordões transados para as rezas, representando os 4 cantos da terra); 
Depois ele substituiu o "E" por B= Beth = BRASI ; e o "L" ele deixou onde estava ficando o nome = BRASIL; Note que ele tirou o "E" para nao colocar o nome do criador em vão "EL" em aramaico quer dizer =DIO.
 

AO1990 E O FECHO DAS VOGAIS


http://aviagemdosargonautas.blogs.sapo.pt/1059038.html

"Mas há, insistem, o problema do fechamento das vogais. Ou seja, a mania portuguesa (que não brasileira, angolana ou moçambicana) de comer as vogais. Este argumento é o que afirma que passaremos a dizer aspêto em vez de aspéto, uma vez que a retirada do c fecha a vogal. Pode parecer um argumento poderoso, mas não é. Não dizemos Mêlo desde que o apelido deixou de se escrever Mello (Vasconcellos ou Sampayo também se dizem do mesmo modo)."

"Não quero uma língua para me distinguir do Brasil. Prefiro uma que me aproxime. E quem diz Brasil, que tem 200 milhões de falantes, diz naturalmente Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Timor."

"Defender que o fim das consoantes mudas altera o modo de acentuar as palavras é desconhecer que dizemos as palavras tal e qual as ouvimos dizer e não como as vemos grafadas. Só assim se explica a forma diferente de dizer inúmeras palavras, (como conteúdo, dezoito) a troca dos vês pelos bês ou a diferença entre lixo e fixo"

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autores açorianos contemporâneos


A EDITORA CALENDÁRIO DE LETRAS E A AICL – COLÓQUIOS DA LUSOFONIA
A Editora Calendário de Letras e a AICL (Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia) têm o prazer de anunciar a apresentação pela Professora Doutora Maria Zélia Borges da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, Brasil, da ANTOLOGIA BILINGUE DE AUTORES AÇORIANOS CONTEMPORÂNEOS da autoria de HELENA CHRYSTELLO e ROSÁRIO GIRÃO, dia 31 de março pelas 10.00 com a presença de uma das autoras e alguns dos escritores antologiados no decurso do 17º Colóquio da Lusofonia na Lagoa.

31/3/2012 SÁBADO ANFITEATRO DA CML
10.00
SESSÃO LITERÁRIA 1 APRESENTAÇÃO ZÉLIA BORGES, ANTOLOGIA BILINGUE DE AUTORES AÇORIANOS, DE HELENA CHRYSTELLO E ROSÁRIO GIRÃO


Esta obra bilingue destina-se a todas as unidades de ensino monolingue ou bilingue e permite uma primeira abordagem à vasta escrita de matriz açoriana, de autores cujos títulos se encontram – na sua maioria - esgotados ou fora de mercado.


índice
1. ÁLAMO DE OLIVEIRA
2. CAETANO VALADÃO SERPA
3. DANIEL DE SÁ
4. EDUARDO BETTENCOURT PINTO
5. EDUÍNO DE JESUS
6. EMANUEL DE SOUSA
7. EMANUEL FÉLIX
8. FERNANDO AIRES
9. JOSÉ MARTINS GARCIA
10. MARCOLINO CANDEIAS
11. MARIA DE FÁTIMA BORGES
12. ONÉSIMO TEOTÓNIO DE ALMEIDA
13. URBANO BETTENCOURT
14. VASCO PEREIRA DA COSTA
15. VICTOR RUI DORES