terça-feira, 13 de dezembro de 2011

a escolha da escola na Dinamarca


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Na Dinamarca a escolha da escola foi consagrada em 1915, por meio de um sistema de cheque ensino, que permite aos pais escolherem a escola dos seus filhos, independentemente de serem escolas do Estado, das comunidades locais ou privadas.
O sistema educativo da Dinamarca é bem reconhecido, principalmente, pela enorme variedade e diversidade dos projectos educativos impulsionados pelo mecanismo da livre escolha.
No site oficial do ME da educação Dinamarquês, lê-se:
Na Dinamarca, há nove anos de escolaridade obrigatória. Compete aos pais a escolha:
1. se num estabelecimento publico
2. se numa escola privada
3. se em casa
O objectivo é que todas as escolas e locais de ensino que obedecem aos padrões de qualidade por Lei sejam reconhecidas e recebam financiamento público, independentemente da sua ideologia, religião, etnicidade e motivação para o seu estabelecimento.
Desde 2001 que foram introduzidos mecanismos para o aperfeiçoamento da liberdade e autonomia da escola com vista a melhorar a qualidade no sistema publico. Os resultados Pisa demonstraram os resultados positivos destas medidas e, assim, em Dezembro de 2010, foram introduzidas metas mais ambiciosas para 2020:
a) todas as crinças devem saber ler no ano 2 (aos 8 anos);
b) antecipação das aprendizagens do ano 9  (15 anos) para o ano 8 (14 anos);
c) redução do numero de alunos com necessidades educativas especiais;
d) melhorar a qualificações científicas dos professores;
e) reformar e reforçar as regras de acesso de professores;
f) clarificação de objectivos de cada escola e maior transparência nos resultados.
Para ler mais sobre este assunto explore o nosso dossier sobre a Dinamarca em www.fle.pt -> Dossiers -> Dinamarca.
No debate nacional sobre a A Escolha da Escola, verificamos que existe alguma confusão entre o direito de escolha, que é o direito dos pais e das famílias, e o risco das escolas fazerem selecção de alunos. Importa esclarecer,  que o direito de escolha é dos pais e não da escola. Cabe ao Estado garantir que assim seja.  Leia as reflexões de AHC no Expresso Online.



Diário de Educação



Ministério vai reforçar tempos lectivos de ciências, fisico-química, história e geografia



Novas Oportunidades: não se deve certificar a qualquer custo



Escolas da Parque Escolar estão para arrendar na Internet



Não temos uma Educação com futuro


How Much Ivory Does This Tower Need? What We Spend on, and Get from, Higher Education



FENPROF lança abaixo-assinado para debate sobre revisão curricular



With charter package, Michigan will lead nation in school reform



Compulsory Education in Europe 2011/12

Tabela: Compulsory Education in Europe 2011/12


DRE - 10 Anos Depois


Parecer do CNE sobre Manuais Escolares



Sistema de empréstimo continua por regulamentar



Manuais e escolaridade obrigatória: a situação na Europa

Parece-nos relevante, para melhor se entender a questão dos manuais escolares num contexto de escolaridade obrigatória, conhecer o que se passa em diversos países da União Europeia. CNE

Reutilizar manuais escolares

Coincidindo com a abertura do ano letivo, a Assembleia da República aprovou uma recomendação ao governo para que este regule o empréstimo de manuais escolares. Esta recomendação poderia ser mais abrangente se não fosse centrada na obrigação de os alunos beneficiários da acção social escolar que recebem manuais escolares devolverem os manuais atribuídos no final do ciclo a que dizem respeito. CNE

Empréstimo de manuais: necessário, possível e desejável



Empréstimo de manuais: síntese do processo

A questão da certificação e empréstimo de manuais escolares tem merecido, nos últimos anos, destaque nas políticas da educação e tem sido objecto de algumas intervenções legislativas. CNE



Francisco Vieira e Sousa - Prevenir

Em jeito de pré-lançamento do estudo ‘Estado da Educação 2011’, uma iniciativa louvável do Conselho Nacional de Educação, Ana Maria Bettencourt, que preside ao Conselho, revelou que apenas cerca de metade dos alunos que frequenta o 12º ano têm 17 anos. Correio da Manhã, 30 Nov 2011.



CNE defende que Portugal não pode parar investimento na qualificação

Portugal é simultaneamente o país da Europa a 27 com menores qualificações e um dos que mais tem evoluído, afirmou hoje a presidente do Conselho Nacional de Educação, alertando que o país não pode “baixar o ritmo”. Público, 28 Nov 2011.











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