
15 de junho a novembro
A apresentação pública, na Sala do Capítulo, do espólio de Francisco Lacerda (1869/1934), um dos mais notáveis e reconhecidos maestros e compositores portugueses de todos os tempos, constitui o principal mote desta exposição, realizada no âmbito de um projeto mais vasto, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, de salvaguarda e divulgação deste acervo documental. Obras originais do compositor, instrumentos musicais, correspondência com figuras ilustres, canções populares das mais diversas regiões do país dão a conhecer a personalidade singular e multifacetada do ilustre jorgense que foi também musicólogo, folclorista, conferencista, ilustrador e poeta. Esta exposição reveste-se, pois, de especial relevância para as escolas de música, filarmónicas, grupos folclóricos e outros agrupamentos musicais.

Sala Dacosta, 31 de maio a 28 de outubro
Esta mostra integra registos fotográficos realizados por Mari Lyn e Vernon Salvador, em 1976-1978, das Festas do Espírito Santo nos Açores e nas comunidades de emigrantes na Califórnia. Os mesmos são complementados por uma recolha poste-rior datada de 2011 do culto do Divino na Terceira, da autoria de Sergio Salvador, que dá continuidade ao projeto familiar de criar, através da fotografia, uma espécie de lugar onde um mesmo povo, os que ficaram e os que emigraram, se pode refletir e ligar no que foi inexoravelmente separado pelo espaço e pelo tempo.
Esta mostra integra registos fotográficos realizados por Mari Lyn e Vernon Salvador, em 1976-1978, das Festas do Espírito Santo nos Açores e nas comunidades de emigrantes na Califórnia. Os mesmos são complementados por uma recolha poste-rior datada de 2011 do culto do Divino na Terceira, da autoria de Sergio Salvador, que dá continuidade ao projeto familiar de criar, através da fotografia, uma espécie de lugar onde um mesmo povo, os que ficaram e os que emigraram, se pode refletir e ligar no que foi inexoravelmente separado pelo espaço e pelo tempo.

Tátaros: o som íntimo das cordas
Sala de Destaques, 19 de maio a 28 de outubro Referido pelo especialista alemão Prof. Gerhard Doderer como um piano de mesa de elevado interesse histórico-organológico por ser o único conhecido a ser fabricado em Portugal, na primeira metade do século XIX, com madeiras de jacarandá, sanguinho, flandres e espinheiro. O piano agora em destaque foi restaurado pela oficina de Neupert, em Bamberg, Alemanha e foi utilizado num concerto por ocasião da reabertura ao público do MAH em 1997.

Outros eventos:


Visitas subordinadas à mesma temática à exposição do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 28 de Setembro, 14h00 e 16h00.

Manta Louca Ateliê de trabalho louco Auditório do MAH, 29 de Setembro,15h00 às 17h00. Mostra de trabalhos realizados, partilha de conhecimentos, troca de retalhos. A frequência do ateliê é gratuita, mas dependente de agendamento prévio via telefone 295 240 809 ou através do mail (ana.ls.almeida@azores.gov.pt).

15 de junho a novembro
A apresentação pública, na Sala do Capítulo, do espólio de Francisco Lacerda (1869/1934), um dos mais notáveis e reconhecidos maestros e compositores portugueses de todos os tempos, constitui o principal mote desta exposição, realizada no âmbito de um projeto mais vasto, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, de salvaguarda e divulgação deste acervo documental. Obras originais do compositor, instrumentos musicais, correspondência com figuras ilustres, canções populares das mais diversas regiões do país dão a conhecer a personalidade singular e multifacetada do ilustre jorgense que foi também musicólogo, folclorista, conferencista, ilustrador e poeta. Esta exposição reveste-se, pois, de especial relevância para as escolas de música, filarmónicas, grupos folclóricos e outros agrupamentos musicais.

Sala Dacosta, 31 de maio a 28 de outubro
Esta mostra integra registos fotográficos realizados por Mari Lyn e Vernon Salvador, em 1976-1978, das Festas do Espírito Santo nos Açores e nas comunidades de emigrantes na Califórnia. Os mesmos são complementados por uma recolha poste-rior datada de 2011 do culto do Divino na Terceira, da autoria de Sergio Salvador, que dá continuidade ao projeto familiar de criar, através da fotografia, uma espécie de lugar onde um mesmo povo, os que ficaram e os que emigraram, se pode refletir e ligar no que foi inexoravelmente separado pelo espaço e pelo tempo.
Esta mostra integra registos fotográficos realizados por Mari Lyn e Vernon Salvador, em 1976-1978, das Festas do Espírito Santo nos Açores e nas comunidades de emigrantes na Califórnia. Os mesmos são complementados por uma recolha poste-rior datada de 2011 do culto do Divino na Terceira, da autoria de Sergio Salvador, que dá continuidade ao projeto familiar de criar, através da fotografia, uma espécie de lugar onde um mesmo povo, os que ficaram e os que emigraram, se pode refletir e ligar no que foi inexoravelmente separado pelo espaço e pelo tempo.

Tátaros: o som íntimo das cordas
Sala de Destaques, 19 de maio a 28 de outubro Referido pelo especialista alemão Prof. Gerhard Doderer como um piano de mesa de elevado interesse histórico-organológico por ser o único conhecido a ser fabricado em Portugal, na primeira metade do século XIX, com madeiras de jacarandá, sanguinho, flandres e espinheiro. O piano agora em destaque foi restaurado pela oficina de Neupert, em Bamberg, Alemanha e foi utilizado num concerto por ocasião da reabertura ao público do MAH em 1997.

Outros eventos:


Visitas subordinadas à mesma temática à exposição do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 28 de Setembro, 14h00 e 16h00.

Manta Louca Ateliê de trabalho louco Auditório do MAH, 29 de Setembro,15h00 às 17h00. Mostra de trabalhos realizados, partilha de conhecimentos, troca de retalhos. A frequência do ateliê é gratuita, mas dependente de agendamento prévio via telefone 295 240 809 ou através do mail (ana.ls.almeida@azores.gov.pt).
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